Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Domingo, 17 de Fevereiro de 2008
GESTÃO DAS ESCOLAS

Está em período de debate público apenas por um mês o Regime Jurídico de Autonomia, Administração e Gestão dos Estabelecimentos Públicos da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário.

Não apenas como profissionais da Educação, independentemente de qualquer filiação organizacional, mas também como cidadãos e encarregados de educação atentos, queremos manifestar o nosso desejo de um debate digno e alargado sobre um assunto tão importante como este que não pode ficar circunscrito a gabinetes ou a algumas reuniões longe do escrutínio público de todos os interessados.

 

aqui: Online petition - APELO PARA UMA DISCUSSÃO PÚBLICA ALARGADA DO MODELO DE GESTÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS.



Publicado por marquesarede às 08:02
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DEBATER

Projecto de Decreto-Lei sobre o novo regime jurídico de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário

Participantes:
Elisabete Ferreira, João Barroso, João Dias da Silva, João Formosinho e Manuela Mendonça.

Moderação: José Alberto Correia e Maria Beatriz Bettencourt

Data: 20 de Fevereiro de 2008
Hora: 17h
Local: Auditório 1 da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto
Organização: CIIE


Cartaz aqui:

Inauguração do Centro de Recursos Stephen R. Stoer
Apresentação do Nº 24 da Revista Educação, Sociedade Culturas

Participantes: José Alberto Correia, António Magalhães, Fernanda Rodrigues e Manuel Matos
Data: 29 de Fevereiro de 2008
Hora: 17h
Local: FPCE-UP
Organização: CIIE



Publicado por marquesarede às 07:42
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CIENTISTAS
Concurso "Jovens Cientistas e Investigadores"

A Fundação da Juventude lança o CONCURSO “JOVENS CIENTISTAS E INVESTIGADORES” - 2008, e informa que a entrega de trabalhos termina a 20 de Abril.

De âmbito nacional, o Concurso "Jovens Cientistas e Investigadores" pretende promover o espírito competitivo dos jovens, através da realização e desenvolvimento de projectos/trabalhos científicos, promovendo também os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores, e estimulando o aparecimento de jovens talentos.

Podem participar neste Concurso jovens estudantes, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos de idade, e a frequentar, no máximo, o 1º ano do ensino superior. Os interessados podem concorrer individualmente ou em grupo, no máximo de 3 elementos. Cada trabalho deverá, ainda, ter um professor coordenador do projecto.

Os trabalhos devem enquadra-se numa das seguintes áreas de estudo: Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Engenharia, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática e Química.

Serão atribuídos 4 Grandes Prémios no valor de 2.000, 1.500, 1.000 e 500 Euros respectivamente, em material ou equipamento científico, de acordo com os interesses dos jovens. Serão, ainda, atribuídas Menções Honrosas, não pecuniárias, aos trabalhos que manifestamente apresentem índices de inovação e oportunidade relevantes.

A Fundação da Juventude vai, ainda, atribuir um Prémio Especial ao Professor Coordenador do projecto vencedor do primeiro prémio, no valor de 500 Euros, de forma a gratificar o empenho e a dedicação no acompanhamento e orientação do projecto.

Os projectos premiados neste Concurso participarão em Certames Europeus e Mundiais, a decidir pelo Fundação da Juventude de acordo com as áreas de estudo dos trabalhos, a sua qualidade e originalidade, e os requisitos de participação.

 

Para participar aqui:  participa!



Publicado por marquesarede às 07:37
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ESCOLA ALERTA

Logotipo do programa Escola Alerta

Está aberta a 5ª edição do Concurso "Escola Alerta!", para o ano lectivo de 2007/2008, a qual obedece ao respectivo Regulamento (157kb, formato .rtf).

O Concurso "Escola Alerta!"

  • é dirigido aos alunos dos ensinos básico e secundário, sob a orientação pedagógica de professores;
  • visa a participação e a intervenção activas dos alunos na inventariação de barreiras (sociais, da comunicação, urbanísticas e arquitectónicas), e na apresentação de propostas de solução e de iniciativas que contribuam para a me lhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiências ou incapacidade;
  • contempla a atribuição de prémios distritais/regionais e nacionais aos melhores trabalhos;
  • prevê ainda diplomas de participação para as escolas, alunos e professores, bem como, quando se justifique, menções honrosas.

Este programa tem vindo a ser desenvolvido pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., contando com a colaboração, entre outros, dos Governos Civis; das Direcções Regionais de Educação do Continente e Regiões Autónomas; das Câmaras Municipais e, essencialmente, com a participação directa das Escolas e dos Agrupamentos de Escolas.



Publicado por marquesarede às 07:08
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EXPERIMENTAÇÕES

É fundamental dar importância às coisas simples. Um vídeo divertido sobre uma experiência elementar. Qual poderia ser, em teoria, a altura máxima de um copo com água que ao ser invertido ainda permitisse que a água não caísse? No barómetro de Torricelli obtém-se, em condições normais, 76 centímetros de mercúrio, mas a água é 13,6 vezes menos densa do que o mercúrio.Vídeo do canal flavioscunha do YouTube:Na verdade esta experiência pode também resultar quando se deixa entrar ar no copo desde que a pressão do ar retido seja menor do que a pressão atmosférica (esta diferença deverá ser maior do que a pressão exercida pelo peso da coluna de água no inteiror do copo).



Publicado por marquesarede às 07:01
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PROJECTO ESCOLA VIRTUAL

A Escola Virtual é um projecto de educação da Porto Editora, pioneiro a nível nacional, que introduz um modelo de aprendizagem inovador, orientado para o sucesso escolar dos estudantes. Recorrendo às mais recentes Tecnologias da Informação e da Comunicação, o seu maior objectivo é apresentar a todos os alunos um método de estudo mais atractivo e estimulante.

A versão Escola Virtual - Escolas  é um serviço personalizado e flexível, adaptável à realidade específica de cada instituição. Trata-se de um sistema exclusivo da escola, que abrange, para além dos conteúdos curriculares disponíveis na Escola Virtual geral, serviços exclusivos para professores e alunos.
A grande mais-valia consiste no facto da Escola Virtual - Escolas se poder estruturar por turmas, às quais é atribuído um professor responsável. Desta forma, o professor pode trabalhar de uma forma muito directa com a sua turma, controlando todo o trabalho que os alunos efectuem sobre os conteúdos, acrescentando mais materiais, enviando mensagens personalizadas, etc.

Ao professor é também dada a possibilidade de organizar os conteúdos de acordo com o seu planeamento. Desta forma, o aluno só terá acesso àquilo que o professor quer que ele veja, permitindo ao professor um maior controlo do desempenho individual e da turma.

O recurso ao quadro interactivo permite que o professor possa utilizar a Escola Virtual, como se estivesse a trabalhar no quadro convencional, na situação de comunicação professor/turma. Alguns conteúdos (como por exemplo, locução de poemas, dramatização de excertos, animações ilustrativas, etc.) podem ser simplesmente projectados e visualizados pelos alunos, introduzindo ou motivando a elaboração de outro tipo de actividades (elaboração de fichas de trabalho, desenvolvimento do assunto no quadro, etc.).

Dentro do mesmo tipo de abordagem, é também possível realizar, de forma interactiva, os exercícios e actividades propostas, pedindo aos alunos que os resolvam directamente no quadro.

Nas disciplinas científicas, existem também muitas interactividades que permitem ao aluno explorar diferentes hipóteses de molde a chegar autonomamente à conclusão correcta.

Nota: Na ausência de quadro interactivo, todas estas actividades podem ser exploradas numa tela ou parede branca, com a diferença que o aluno e/ou professor terão que realizar as interactividades no computador e não directamente na projecção.

Situação alunos em sala equipada com vários computadores:
Esta será a situação ideal para a revisão de conteúdos ou como exercício em tempos de estudo acompanhado. Nesta situação o professor poderá propor aos alunos a realização de exercícios ou de testes (na área de Testes), promovendo a auto-avaliação e a aprendizagem autónoma.

No final ou em simultâneo, o professor poderá verificar quanto tempo cada aluno passou na aula e quais os resultados obtidos nas actividades realizadas em cada página, através da área de Relatórios de Evolução.

Trabalho à distância (TPC)
O professor pode também sugerir a realização de actividades da Escola Virtual em casa ou em momento de estudo fora da sala de aula, já que cada aluno possui um acesso personalizado à Escola Virtual, podendo o professor verificar, sempre que o desejar, o trabalho efectuado.



Publicado por marquesarede às 06:44
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Regras de casa para utilização da Internet


Uma boa forma de minimizar os perigos da Internet é definir e acordar algumas regras com o seu filho. As regras partilhadas são um bom ponto de partida para falar sobre a utilização segura da Internet.

  • O tempo dispendido no computador deve ser limitado, por questões de saúde.
  • Coloque o computador na sala de estar, por exemplo. É importante para as crianças em idade pré-escolar terem um adulto com elas quando estiverem a utilizar a Internet.
  • O acesso à Internet por parte das crianças em idade pré-escolar deve ser limitado
  • aos sites familiares, acordados antecipadamente. As crianças com mais experiência podem encontrar os sites familiares utilizando o menu Favoritos no navegador da Internet.

Pode fazer o download ou copiar, para o seu próprio computador, ficheiros contendo música, jogos ou filmes. O download é, geralmente, efectuado com um programa especial de partilha de ficheiros (Kazaa, DirectConnect, BitTorrent, etc.), que utiliza a tecnologia denominada redes peer-to-peer (p2p) ou ponto-a-ponto. Para descarregar ficheiros de uma rede peer-to-peer, necessita de partilhar ficheiros do seu próprio computador com outros utilizadores da rede. É possível que, durante este procedimento, um utilizador possa acidentalmente definir todos os ficheiros do computador com acesso de cópia.

Não se esqueça dos direitos de autor
As redes peer-to-peer são, por vezes, utilizadas para a distribuição de cópias não licenciadas de músicas e de filmes que violam a lei dos direitos de autor. É importante verificar a validade do site do descarregamento que o seu filho tenciona utilizar, de modo a assegurar que os direitos de autor sejam respeitados. Se não tiver que pagar pelo material é provável que o download seja ilegal.

A partilha de ficheiros pode fazer reduzir a velocidade da ligação da Internet. Os ficheiros copiados de uma fonte desconhecida também podem conter vírus. As redes peer-to-peer podem, por vezes, incluir material ilegal ou material inadequado para crianças. Apesar do nome do ficheiro poder indicar se o conteúdo é adequado para elas, o nome do download pode ter sido incorrectamente atribuído. Assim, o nome não deve ser visto como uma garantia. Em alguns casos, o nome do ficheiro pode não reflectir com exactidão o respectivo conteúdo.

  • A solução mais segura é criar uma área de trabalho para o seu filho, onde o acesso à Internet seja restrito apenas a sites especificados.

Os chats on-line proporcionam uma forma de as crianças falarem com outras crianças e de fazerem novos amigos, o que significa a partilha de algumas informações. As informações pessoais que permitem que a criança seja identificada, ou as informações de contactos (nome completo, morada e número de telefone), nunca devem ser divulgadas on-line. A protecção da privacidade on-line também requer que se perceba como as informações fornecidas podem ser utilizadas. Uma pessoa também pode ser identificada ligando os diferentes tipos de dados fornecidos, por exemplo, nome da escola, clube desportivo, zona de residência, etc.).

Deve haver todo o cuidado sobre a divulgação dos pormenores de contactos ou outras informações pessoais. Todas as fotografias enviadas ou as informações pessoais divulgadas a um estranho podem ficar disponíveis para toda a gente na Internet. Os diários on-line podem ficar disponíveis ao público em formato legível durante muitos anos. Após um texto ou uma foto ter sido publicada na Internet, o controlo sobre essas informações perde-se completamente. Esses dados podem ser facilmente copiados para muitas e diferentes localizações, e pode ser impossível removê-los completamente.

 

A Internet pode criar novas oportunidades de aliciamento. As pessoas podem publicar boatos, fotos ou outras informações pessoais na Internet, ou enviar mensagens maliciosas, de forma anónima ou sob o nome de alguém. As mensagens SMS e os telemóveis com câmara abrem novas oportunidades para o divertimento, mas também para a exploração. As ameaças na escola são, geralmente, limitadas às horas do período escolar. No entanto, através da Internet, o assédio pode atingir a vítima a qualquer momento. Também existe um conjunto mais amplo de pessoas que pode fazer ameaças on-line. Se o seu filho gosta de participar em chats on-line, estes riscos devem ser discutidos previamente, juntamente com o aviso do que a criança deve fazer se for ameaçada.

 

Os jovens dos 13 aos 15 anos de idade podem pretender manter as suas actividades privadas, especialmente se os pais não tiverem previamente demonstrado interesse e aprendido as maneiras como a criança utiliza a Internet. Aspectos importantes para a família são a participação em discussões abertas e os pais se mostrarem interessados no que o seu filho faz e com quem ele utiliza a Internet.

  • As regras de casa decididas em conjunto continuam a ser necessárias.
  • O adolescente pode continuar a ter uma capacidade limitada para avaliar matérias e a necessitar do conselho de um adulto em áreas como a publicação de fotos e texto sobre si próprio on-line.
  • As questões éticas e a responsabilidade pessoal como utilizador da Internet são aspectos importantes a ter em conta durante a conversação. Por exemplo,:dowloads ilegais, "netiqutte" e direitos de autor. Os jovens também necessitam de ser responsáveis por aquilo que publicam on-line, incluindo as suas próprias informações pessoais ou informações que podem ser ilegais.
  • Os pais devem se mostrar interessados nos "contactos on-line" do jovem e de outros amigos. É importante que os pais se envolvam se o seu filho pretender encontrar novos amigos on-line.
  • Os pais devem tentar evitar os exageros, mesmo se descobrirem que algo de desagradável aconteceu quando o jovem estava on-line. Os pais podem continuar a orientar o jovem relativamente aos conteúdos adequados. Por exemplo, existem bons serviços on-line disponíveis sobre sexualidade e saúde que estão dirigidos para audiências jovens. Os jovens necessitam de saber que podem falar abertamente com os pais quando se sentirem incomodados com algo que lhes aconteceu on-line.

MAS E SOBRETUDO, MANTENHAM-SE ATENTOS!



Publicado por marquesarede às 06:33
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SEGURANÇA ON LINE

A Microsoft Portugal entende que uma das suas principais prioridades são as questões da segurança e privacidade dos utilizadores das tecnologias de informação e, por isso, muito do seu trabalho e empenho têm em vista a promoção de uma utilização mais segura da Internet, sobretudo pela comunidade educativa. Entre estas iniciativas, destaca-se o projecto Internet Segura, desenvolvido no âmbito do programa comunitário Safer Internet Plus e que tem como um dos principais objectivos a promoção de uma navegação segura na Internet por parte dos seus utilizadores. Este projecto é constituído por um consórcio entre a Microsoft Portugal, a UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento (coordenação), a Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular/ECRIE do Ministério da Educação e a Fundação para a Computação Científica Nacional – FCCN.
A Microsoft, enquanto entidade integrante do consórcio Internet Segura, adaptou em conjunto com a DGIDC/ECRIE este curriculum, considerado como uma boa prática a nível europeu, destinado a alunos, professores e encarregados de educação.
Este sítio assume-se como mais um instrumento do projecto para a disseminação de informação para uma utilização segura da Internet, disponibilizando conselhos, planos de aulas, testes e cenários interactivos.

Divirtam-se!

Outros sítios a consultar: www.internetsegura.pt | www.seguranet.pt | http://LinhaAlerta.internetsegura.pt | http://www.microsoft.com/portugal/seguranca/



Publicado por marquesarede às 06:32
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PROFESSORES INOVADORES
Conferência Europeia Professores Inovadores 2008 I a participação Portuguesa
Nos próximos dias 6, 7 e 8 de Março, em Zagreb, terá lugar a 5ª edição da Conferência Europeia de Professores Inovadores.

Fernanda Ledesma, com o VCT ‘Uma Escola para a Saúde’ e Rui Batista com o projecto ‘Centro Virtual de Apoio ao Aluno’ são os professores escolhidos para participarem nesta competição de nível europeu.

A Conferência Europeia de Professores Inovadores é um evento que, desde 2004, junta professores empreendedores de toda a Europa. O principal objectivo é o de proporcionar um momento de partilha e troca de experiências a Professores Inovadores cujos projectos de ensino sejam exemplos do uso da tecnologia na sala de aula. Esta conferência é parte integrante do Programa Parceiros na Educação, – PIL – uma iniciativa de âmbito internacional da Microsoft, que no inicio do ano viu o seu prolongamento para mais 5 anos.

A edição de 2008 da conferência contará com diversas actividades colaborativas, pretendendo ainda reconhecer os vencedores europeus dos diferentes concursos de Professores Inovadores. O painel de oradores será composto por especialistas internacionais na área da Educação e no uso das tecnologias em contexto de ensino.
Uma oportunidade única para os professores que, ao participarem numa competição de nível europeu, têm a possibilidade de conhecer as mais recentes práticas de integração da tecnologia no ensino/aprendizagem.


Publicado por marquesarede às 06:27
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CYBERBULLYING
A tecnologia começa a ser usada para ameaçar, humilhar ou intimidar. Os técnicos defendem acções de sensibilização para esta nova realidade, que ainda é pouco abordada dentro de casa e da escola.
O termo é recente e ainda não entrou definitivamente no vocabulário português. Bullying como actos premeditados e repetidos de violência física ou psicológica, praticados para intimidar ou agredir alguém, começa lentamente a entrar nos ouvidos da opinião pública. Cyberbullying permanece na penumbra, num território que só é desvendado quando se pesquisa sobre a matéria ou quando essa prática bate à porta. No cyberbullying recorre-se à tecnologia para ameaçar, humilhar ou intimidar alguém através da multiplicidade de ferramentas da nova era digital. Redes sociais da Internet, sites de partilha de fotos, imagens de telemóvel, gravações MP3, têm servido para desvirtuar a realidade pondo em causa a intimidade e a reputação. Em Portugal, também há jovens que são vítimas de cyberbullying. Vivem aterrorizados que os colegas da escola descubram as mentiras fabricadas, têm medo de contar o que estão a viver. E, na maioria dos casos, o agressor esconde-se sob a capa do anonimato.

Os casos são reais e foram relatadas por quem recebeu os pedidos de ajuda ou recolhidos na comunicação social. Uma jovem de 16 anos com largas centenas de contactos no Hi5 foi, de repente, confrontada com constantes telefonemas. Veio a descobrir que as suas fotos se mantinham intactas, só que acompanhadas de mensagens descontextualizadas de cariz sexual. Os textos terminavam com o seu número de telemóvel. A jovem vivia aterrorizada que os colegas da escola descobrissem esse falso perfil, tratado por alguém que desconhecia, mas que tinha acesso ao seu contacto pessoal. Um fórum pornográfico foi utilizado por um aluno para fazer comentários insultuosos a uma professora. A docente viu a terra fugir-lhe debaixo dos pés. Vivia com medo que os seus alunos e colegas de profissão deparassem com as informações totalmente deturpadas sobre si. Outra jovem vítima de cyberbullying: o ex-namorado que não aceitava o fim da relação mudou-lhe a password de acesso ao Hi5, modificou todo o perfil da página, deturpou a orientação sexual, fez montagens das fotos, colocou o número de telefone de casa, enviou mensagens difamatórias a todos os contactos do seu e-mail.

"Se só agora Portugal começa a despertar para as questões do bullying, em relação ao cyberbullying está mais atrasado", adianta Tito de Morais, fundador do projecto MiudosSegurosNa.Net que promove a utilização segura e responsável das tecnologias da informação e comunicação por crianças e jovens. "Não há muito a noção de que as acções e interacções que se verificam nos pátios e corredores das escolas estão também a configurar-se na Internet". Mas enquanto no mundo real é mais fácil identificar o agressor, no cyberbullying o caso muda de figura, o que dificulta todo o processo. "Quando colocamos uma fotografia na Internet, e em particular numa rede social, perdemos o controlo sobre essa fotografia. Qualquer pessoa pode fazer uma cópia", alerta.

Tito de Morais chama a atenção para um factor. "Muitas vezes, os pais têm dificuldade em diferenciar o que é uma brincadeira de mau gosto ou agressão do que é um comportamento de bullying. E há um elemento que pode ajudar: o bullying caracteriza-se por uma acção repetitiva". Na Internet, esta realidade tem um aspecto particular. Desde que uma imagem ou mensagem seja visionada por terceiros, o factor repetição é imediatamente assumido. "E a criança é vítima de troça, de humilhações, porque há outras crianças que viram." Para o especialista, os pais precisam de estar de olhos bem abertos para que "compreendam a utilização que os filhos fazem da Internet". "Normalmente, as crianças são vistas como vítimas e não como agressores, mas é importante ter a noção de que podem assumir estes dois papéis." Seja como for, as vítimas de cyberbullying "sofrem em silêncio". "Aconteça o que acontecer em resultado da utilização da Internet, os pais têm de deixar claro aos filhos que sempre que haja situações que os incomodem e que os deixem desconfortáveis, devem ir ter com eles". Este ambiente de confiança é fundamental.

A psicóloga Sílvia João, que estuda a área dos media e a relação das crianças com a imagem, salienta que o cyberbullying mexe com o sentimento de segurança e os níveis de ansiedade quando objectos pessoais, como o telemóvel ou o computador, são utilizados para ameaçar ou intimidar. Esta sensação de não controlo dos meios com que se lida diariamente pode ter sérias repercussões psicológicas e emocionais. "Há intrusão e violência interna do espaço íntimo", sublinha. Na sua opinião, o perigo surge quando não se desabafa com os pais e educadores, "quando o adolescente não consegue pedir ajuda". "São vítimas e não querem dizer aos pais" em idades em que estão "a aprender o que é a sua intimidade, em termos de sexualidade, ideologias, valores". E há aqui uma dualidade entre a "vontade de se afirmar e a culpabilidade". "É vítima mas pode não conseguir entender que tem de pedir ajuda."

"É um fenómeno sem rosto". E, por isso, torna-se complicado ir à origem, chegar ao agressor. Sílvia João defende que os adolescentes devem estar informados sobre o cyberbullying. "É necessário explicar-lhes o que é ser vítima de um fenómeno desta natureza." Em seu entender, devem ser feitas acções de prevenção e sensibilização "aproveitando o contexto de instituições formais" como, por exemplo, as escolas. E há ainda a intervenção, os pedidos de ajuda que podem ser feitos a vários especialistas da área da Psicologia, da Saúde Mental e das Ciências da Educação, entre outras. A psicóloga destaca ainda alguns cuidados que têm o seu significado. "Até aos seis anos, é importante proteger as crianças do contacto com as imagens da televisão e da Internet porque ainda não têm a noção da diferença entre a ficção e a realidade. Não têm o filtro para perceberem o que é perigoso e o que não é, o que a afecta e não afecta." Mais tarde, na adolescência, há a ânsia de procurar o fruto proibido. "Os adolescente começam a procurar o que não podiam ver." E fazem-no às escondidas dos mais velhos.

Medo do ridículo, de represálias
A psicóloga Margarida Gaspar de Matos garante que o assunto necessita de "muita atenção e estudo". "Os adolescentes, contrariamente à imagem por vezes divulgada, são comunicativos. Têm é muitas vezes dificuldade em falar com pessoas do seu universo relacional ‘real', em parte porque os adultos ouvem pouco e aconselham de mais, em parte porque há assuntos sensíveis que todos nós temos dificuldade em dizer a nós próprios, quanto mais aos outros", sublinha a docente da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. "Assim, a net aparece como o terapeuta ou amigo sempre aceitante, sempre presente, sempre disponível, enfim o amigo ideal, o amigo quase impossível, ou pelos menos improvável." Só que há factores que potenciam o cyberbullying. "Por trás deste anonimato, que permite a cada um forjar a imagem que quiser, é fácil alguém passar pelo amigo e confidente e desaparecer, passar por amigo e confidente e usar informações ou imagens privadas para perseguir, passar por amigo e confidente e depois ameaçar, ou até passar directamente para a ameaça sem a fase da vinculação", refere. E acrescenta: "Os adolescentes vinculam-se e depois ficam num processo de luto ou de medo e sozinhos porque não sabem com quem falar. Por medo de represálias, por medo de serem repreendidos, por medo do ridículo." E há consequências. "O mau-estar pessoal e social associado a este fenómeno é considerável, chegando mesmo a ocasionar problemas de saúde física e mental e em casos extremos violência chegando ao suicídio", aponta.

A psicóloga adianta que o fenómeno do bullying em meio escolar tem vindo a diminuir desde 2002. "Penso que pela atenção que se tem dado ao assunto e pelas novas medidas em meio escolar." "O cyberbullying aparece como um sinal dos tempos. Cada vez mais os jovens e os menos jovens passam horas ao computador na conversa e a jogar ao faz-de-conta. E este facto tem já contornos de grande mudança no âmbito das relações interpessoais e práticas de lazer." A técnica analisa a mudança. "Este facto em si não é negativo e permite até o desenvolvimento de laços sociais em pessoas isoladas por motivos pessoais ou geográficos, por exemplo. O problema é quando a ligação à Internet se torna uma dependência que limita e estreita o âmbito da vida das pessoas ou quando no novo mundo social virtual alguns, menos atentos ou mais vulneráveis, se tornam vítimas incautas de processos persecutórios que agora nos aparecem no âmbito do cyberbullying", realça. Margarida Matos considera que é necessário dar atenção a esta nova realidade. "O fenómeno ainda não está muito bem estudado na sua dinâmica e amplitude. E o que é grave é que quem está mais em risco de ser seriamente afectado acumula em geral este risco com outros factores de risco potencial: menor ligação à escola, menor ligação à família, grupo de pares mais consentâneo com estas práticas", refere.

Relação alunos e professores
O estudo "Violência na escola: vítimas, provocadores e outros", realizado em Setembro de 2001, que analisou o comportamento dos jovens em idade escolar para compreender os estilos de vida e hábitos ligados à saúde e ao risco, deixou algumas pistas. "Da totalidade dos jovens, 25,7% (1751) revelaram estar envolvidos em comportamentos de violência na escola, ou como vítimas (alvos de provocação), ou como provocadores (agentes da provocação) ou duplamente envolvidos (simultaneamente vítimas e provocadores), mais do que duas vezes no período lectivo", concluem Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa, as autoras da investigação feita no âmbito do Projecto Aventura Social e Saúde. A pesquisa foi feita junto de 6903 jovens do 6.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade de escolas de todo o país, através de um questionário. Os dados revelam que "os rapazes envolvem-se mais em actos de violência na escola, quer como provocadores, quer como vítimas, quer com duplo envolvimento. Este envolvimento em actos de violência parece ter um pico aos 13 anos, embora os mais novos (11 anos) se envolvam mais, enquanto vítimas". As autoras concluem ainda que "os jovens que se envolvem em actos de violência referem mais frequentemente ver televisão quatro ou mais horas por dia".

O mesmo estudo analisa, por outro lado, a provocação e a relação dos alunos com os professores. Os jovens que consideravam que os professores não os encorajavam a expressar os seus pontos de vista estavam frequentemente mais envolvidos em comportamentos de provocação. Os que referiam que os docentes não os tratavam com justiça estavam mais envolvidos em comportamentos de provocação, como vítimas e provocadores. Os que responderam que os professores não os ajudavam quando era preciso, e que não se interessavam por eles como pessoas, envolviam-se mais como vítimas e provocadores e simultaneamente nos dois papéis.

Campanhas para entender sinais
A Associação Nacional de Professores (ANP) prepara-se para lançar uma linha de apoio a casos de bullying, onde se integrará o cyberbullying. João Grancho, presidente da ANP, adianta que neste momento estão a ser trabalhados protocolos de colaboração com entidades nacionais e internacionais para que esse número entre em funcionamento até ao final deste mês. O responsável revela ainda que esta ajuda pretende actuar a três níveis ao envolver professores, pais e alunos. "Este fenómeno deve ser visto de uma forma integrada e articulada", defende Grancho.

Entretanto, a Associação de Mulheres Contra a Violência iniciou no mês passado a campanha "Stop Bullying" em vários suportes mediáticos, lançando também uma linha de apoio através do 21 3802162. Paralelamente, está a ser distribuído material que aborda o tema do bullying direccionado para as escolas e pais. Os panfletos destacam alguns sinais do bullying, procedimentos de intervenção, mitos e realidades. Esses desdobráveis salientam que uma vítima de bullying pode não ter vontade de ir para a escola, isolar-se, começar a gaguejar, mostrar angústia, deixar de comer, tornar-se agressiva, ter pesadelos.

No mês passado, o Governo lançou o Projecto Dadus que pretende sensibilizar os alunos do 2.º e 3.º ciclos para os problemas relativos à protecção de dados e à privacidade na utilização das novas tecnologias. Chamar a atenção para o uso consciente das novas ferramentas digitais e desenvolver a consciência cívica dos jovens são também objectivos desta iniciativa.
fonte: SARA R OLIVEIRA (educare.pt)


Publicado por marquesarede às 06:22
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EXAMES 2008

 

Despacho n.º 2275/2008
Define o calendário de exames nacionais para 2008.

 

 

 
 (Documento em formato PDF).



Publicado por marquesarede às 06:17
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AUTORITARISMOS
Adriana Campos|
Enfrente o autoritarismo dos seus filhos com determinação, pois só desta maneira estará a ajudá-los a crescer de uma forma saudável.
"Como lidar com o autoritarismo em crianças muito novas?"
Branca Guia

O autoritarismo é um estilo de educação parental em que as regras são impostas pelos pais de uma forma rígida, não havendo margem para qualquer negociação. Quando aqui é referido o autoritarismo das crianças, penso que o que está em questão é precisamente o facto de também elas quererem impor os seus desejos e reagirem negativamente quando são contrariadas. As birras são manifestações típicas das crianças quando são confrontadas com comportamentos de oposição por parte dos adultos.

Por volta dos oito meses, sobretudo se a criança já começou a gatinhar, tendo por isso mais autonomia, vai começar a testar os limites. Se os pais disserem 'não', a criança vai sentir-se ainda mais aliciada a repetir o comportamento que foi alvo de repressão. Esta atitude das crianças gera frequentemente sentimentos de frustração e de desânimo nos pais porque, por um lado, é abalada a imagem de inocência que estes tinham delas e, por outro, passam a ter de supportar a irritação dos filhos, o que não é uma tarefa agradável.

A grande questão que se coloca é perceber porque todas as crianças tentarem testar os pais. Na verdade, o que os mais pequenos procuram compreender com este comportamento é se os pais dirão sempre "não" ou se só dirão "não" em determinados contextos; se utilizarão o "não" apenas quando a criança está só ou se o farão quando esta estiver com alguém; se um "não" será sempre "não" ou se passará a "sim" ao fim de alguma insistência.

Apesar de impor limites ser uma tarefa por vezes desgastante e cansativa, já que exige repetição e paciência, é fundamental para promover a capacidade de autocontrolo da criança, na medida em que a ajuda a estabelecer os seus próprios limites. Se os pais estabelecerem limites firmes mas carinhosos desde os primeiros anos de vida, ajudarão também a criança a reconhecer os seus sentimentos e aquilo que lhes está subjacente, a ter a percepção dos sentimentos dos outros, a desenvolver um sentido de justiça e ainda a descobrir a alegria de dar e até de fazer sacrifício em prol do bem-estar dos outros.

Para que todo este processo seja simplificado, é fundamental que as regras sejam claras e consistentes e que se adaptem às capacidades e necessidades de cada criança. É também importante que ambos os pais estejam de acordo com as regras estabelecidas e que façam avaliações e revisões regulares dessas mesmas regras e expectativas, uma vez que, à medida que a criança cresce, será necessário ajustar algumas delas.

Segundo Selma Fraiberg, perita em desenvolvimento infantil, "uma criança sem disciplina é uma criança que não se sente amada". Por esta razão, enfrente o autoritarismo dos seus filhos com determinação, pois só desta maneira estará a ajudá-los a crescer de uma forma saudável.

Bibliografia:
"A criança e a disciplina. O método de Brazelton" T. Berry Brazelton e Joshua D. Sparrow. Editorial Presença.


Publicado por marquesarede às 06:02
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CONTESTAR E REFORMAR
A escola tem como missão formar jovens que no futuro sejam capazes de reproduzir os ensinamentos adquiridos, constituindo novos módulos, na formação e consolidação de uma sociedade cada vez melhor e mais justa!
Esse seria o objectivo desejável da função da escola, só que alguns Professores “cegaram” de tal maneira que já não vem que ser inteligente não é só ter inteligência dita cerebral ou neurónica. Há outros atributos para tornar uma pessoa inteligente, tais como: o raciocínio lógico de análise; o poder da liderança; a característica do trabalho interactivo; o desenvolvimento de ideias convergentes e o talento integrado à vocação.
E talvez seja  pela  falta de  talento integrado à vocação, que se encontram as resistência à mudança!
Foi  na alteração  do ECD, foram as aulas substituição, na avaliação,  para só citar aquelas que provocaram mais ruído.  Uma outra reforma está a provocar nova agitação que é a proposta de "Regime Jurídico de Autonomia, Administração e Gestão dos Estabelecimentos Públicos da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário”, talvez  essa agitação tenha a ver o facto dos Pais se assim o entenderem virem  assumir responsabilidades efectivas na Gestão das Escolas.
Estou convencido que com esta proposta de Autonomia  as Escolas podem traçar a rota do seu próprio caminho sem que haja “ídolos” a adorar  ou “deuses” a temer, cujos ganhos educativos , intelectuais, humanos e profissionais serão visíveis  certamente a curto prazo.
Por fim, é importante que fique claro que é necessário compreender que todos  Pais e Encarregados Educação  independentemente da sua  condição social, económica ou cultural,  desejam que a Escola Pública  dê aos seus educandos, formação  tipicamente dedutiva e indutiva, cujos ensinamentos sejam iguais e expressos  numa única linguagem, de modo que, tanto o “pobre” quanto o “rico”, tenham  os mesmos  meios adequados para aplicá-los.
Miguel Quintão


Publicado por marquesarede às 05:58
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Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008
QUALIFIC@

 EXPONOR 14 a 17 de Fevereiro Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego


Um evento dedicado à área de Educação, Formação, Juventude e Emprego de carácter abrangente, que conta com o apoio de diversas Instituições, das quais salientamos o Ministério da Educação, o Instituto de Emprego e Formação Profissional, a Agência Nacional para a Qualificação e a Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto.
 
A feira pretende ser um local de apresentação de projectos educativos, bem como de sensibilização de boas práticas. A transmissão de novos conhecimentos é um aspecto fundamental de forma a contribuir para que a feira seja um importante local de debate e de consciencialização.
 
O evento abordará a temática do Diálogo Intercultural, tendo como objectivo promover a diversidade cultural, impulsionando o diálogo, a tolerância e o conhecimento.
 
Acreditamos que a visita a este evento poderá ser uma mais valia, tanto para os alunos, como para os encarregados de educação. A feira foi considerada pelo Ministério da Educação como uma actividade curricular.As visitas de estudo são gratuitas.

µ      “Certificar Qualificando?
            Que caminho para a sociedade do conhecimento
?”

     Org. AEP e EXPONOR – Dia 15 de Fevereiro
 
µ      Shopping Festival 
     Org. IPAM – Dia 15 de Fevereiro
 
µ      Seminário de E-learning
     Org. Tecminho – Dia 15 de Fevereiro
 
µ      Seminário do SPZN
            Sindicato dos Professores da Zona Norte

      Dia 15 de Fevereiro
 
µ      Seminário do Ministério da Educação
     Dia 16 de Fevereiro


Mais Informações:

Carla Maia
Directora de Feiras
EXPONOR
Tel. +351 22 998 14 58            Fax +351 22 998 14 82
- Feira Internacional do Porto

carla.maia@exponor.pt



Publicado por marquesarede às 23:04
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Escalão Especial
ACÇÃO SOCIAL
 
O Ministério da Educação criou um escalão especial de apoio destinado às famílias de médios ou baixos rendimentos, não abrangidas pela Acção Social Escolar, com filhos que frequentem o ensino secundário, de acordo com um despacho publicado em Diário da República, emanado do Ministério da Educação.


A criação do Escalão Especial do Secundário visa prosseguir o objectivo de generalização do ensino secundário como patamar mínimo de qualificação dos portugueses.

Consulte o despacho n.º 145/2008


Publicado por marquesarede às 23:02
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Publicado por marquesarede às 22:58
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