Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007
CONFIRA

 

A tendência portuguesa para aligeirar os problemas está na mesma proporção que os faz aumentar, porque com decisões avulsas, mal pensadas e deficientemente estruturadas, só podem resultar em soluções adiadas. Isto para falar aqui do novo estatuto do aluno do ensino básico e secundário. Posto em práctica será o mesmo que dizer "não morre da cura, morre do remédio".   Se até aqui já era difícil disciplinar os maus comportamentos, doravante será o "salve-se quem puder". Esta é a machadada fatal na instituição escolar, pela tremenda falta de respeito pela sua comunidade educativa.

 

CONFIRA AQUI:

 

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1308806&idCanal=10



Publicado por marquesarede às 21:52
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ESTIMULAR

Governo quer estimular visitas de estudo a espaços culturais próximos das escolas


A ministra da Educação anunciou hoje que estão a ser criadas condições para que as escolas possam promover visitas de estudo aos museus e espaços culturais mais próximos.

"É uma prática que muitas escolas já adoptaram, a de proporcionar aos alunos visitas a espaços de cultura, de arte ou mesmo de ciência, que importa generalizar", disse Maria de Lurdes Rodrigues na abertura da Conferência Nacional de Educação Artística, a decorrer até quarta-feira, na Casa da Música, no Porto.

 

29-10-2007 in Público

 



Publicado por marquesarede às 21:10
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Sábado, 27 de Outubro de 2007
Testes Intermédios, Provas e Exames Nacionais - 2007/2008

Já anteriormente haviamos falado deste assunto, tendo o mesmo suscitado alguns pedidos de informação ,entendo dever remeter para a portaria 1322/2007 de 4 de Outubro, para uma cabal consulta á questão.No corrente ano lectivo de 2007/2008, serão disponibilizados, a professores e alunos, conjuntos de instrumentos que assegurem, não apenas a avaliação sumativa externa, mas igualmente a orientação e a preparação para os exames e provas nacionais, proporcionando elementos de estudo e de aprendizagem adequados aos vários níveis de ensino.

 

portaria 1322/2007 aqui :  portaria



Publicado por marquesarede às 23:00
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8 a 80
O CDS/PP vai propor que os pais assinem contratos com a escola no início do ano e sejam responsabilizados caso haja incumprimentos na assiduidade dos filhos.Na próxima semana discute-se na Assembleia a indisciplina escolar e vota-se o estatuto do aluno. «O CDS/PP defende que todos os alunos que ultrapassem, injustificadamente, o limite de faltas devem ficar no mesmo ano, ou seja, reprovar», diz o líder parlamentar centrista, Diogo Feio.

 

De acordo com a «TVI», o partido questiona 11 artigos que vão ser votados na Assembleia no âmbito da disciplina escolar e do estatuto do aluno. Até gora já propôs um novo modelo de empréstimos de manuais escolares, mas é o regime de faltas proposto pelos socialistas que mais preocupa o CDS/PP.

O CDS/PP vai também propor que seja assinado um contrato entre a escola e os pais e que estes sejam responsabilizados caso os filhos faltem às aulas. As sanções podem até ser monetárias, caso isso conste do contrato. Este é um modelo já implementado por Tony Blair no Reino Unido. O CDS/PP acredita que só assim se pode combater a indisciplina e o abandono escolar. «Os pais seriam responsabilizados, mesmo financeiramente, se não respeitassem as medidas contratualizadas com a escola que escolheram para os seus filhos», explica Diogo Feio.

A propósito deste tema e porque o mesmo exige muita reflexão devido sobretudo a mudanças comportamentais que estão em causa, uma reflexão do presidente da Fersap Albino Almeida que se transcreve.

Texto de reflexão de Albino Almeida

Foi com particular alegria que verifiquei em declarações de Fernando Gomes ao Publico, que a CONFAP se opõe à aplicação de multas aos pais cujos filhos tenham comportamentos de indisciplina/violência nas escolas.

O assunto não é novo, nem nova é a origem de tal proposta – o Dr. Carlos Chagas da FENEI - que já no tempo do Ministro David Justino defendia semelhante medida...

Na altura, como agora, tive a oportunidade de chamar a atenção para que uma sociedade securitária, não tem que sobrepor a excepcional punição à necessária e indispensável prevenção. Ora, como falamos de educação, é precisamente no campo da prevenção que o MAP – através de quase todas as suas estruturas! - tem chamado a atenção para a falta de psicólogos, de assistentes sociais, de politicas sociais e de família coerentes e, bem assim, do aumento das competências da regularidade de funcionamento e da presença dos pais nos órgãos de direcção das escolas.

Aí, mesmo minoritários, os pais têm conseguido importantes conquistas no quadro da disciplina, da não violência e de conseguir envolver os seus pares na prevenção e enquadramento de comportamentos desviantes por parte de alguns alunos.

Sei bem do que vos falo! Em Gaia, a ligação entre as associações de pais, as associações de moradores, os agrupamentos de escolas, as Juntas de Freguesia, a Câmara Municipal e o Governo, têm conseguido fazer obra, por exemplo, em Vila d´Este!

Foi precisamente neste contexto de melhoria substancial da convivência no meio escolar que vários pais, a partir do exemplo da Escola da Ponte, nos sugeriram a criação de um contrato ético a assinar entre os pais, a comunidade, representada pela autarquia e a Escola pública.

Estamos participadamente a construí-lo para que vigore a partir do próximo ano lectivo. Pretendemos com ele, em cada escola, de qualquer nível, deste concelho, garantir:

1- que todos os pais têm direito a beneficiar de apoio para o exercício da parentalidade, enquanto direito individual de cidadania e expresso nas leis das AP’s, nas leis de politica social e de saúde, na Constituição e na Declaração Universal dos Direitos Humanos!;

2- que os pais têm o dever de, junto das instituições signatárias, solicitar os apoios de que precisem em cada momento para conseguirem melhorar as condições do exercício da sua parentalidade;

3- que os pais têm o direito de participar na vida da escola e de obterem dela toda a informação;

4- que os pais tem o dever de participar em todas as iniciativas para que forem convocados, garantida que seja a necessária articulação entre a vida profissional e os seus deveres, assim assumidos, perante a escola.

A muitos poderá tal contrato ético parecer despiciente, exagerado ou até origem de males que pretendem adivinhar como fatais: as multas! Não é esse, porém, o nosso entendimento.

Este contrato pretende, claramente, que a única sanção seja social, quer no quadro de garantir a cada pai um instrumento pelo qual poderá exercer efectivamente os seus direitos de cidadania e simultaneamente obrigar/permitir que o Estado - afinal todos nós! - canalize para o efectivo apoio social aos alunos, individualmente considerados, os subsídios que deve entregar prioritariamente às famílias!

De facto, os subsídios do Estado além de contribuir para lhes minorar as difíceis condições de vida, como no plano da habitação e da saúde, devem, fundamentalmente, permitir/exigir que possam sair da situação em que se encontram e/ou possam vir a cair, começando esse objectivo pela instrução, qualificação e educação dos seus filhos.

Porque à Escola Pública associamos o direito à justiça e à equidade, ou seja, dar a cada um segundo as suas necessidades e segundo as suas capacidades, interrompendo a situação de desigualdade social em que estão bastantes dos seus alunos, normalmente os que mais problemas de indisciplina e violência causam...

Coerentemente os apoios sociais articulam-se com a escola para garantir, caso aí falhem as famílias, o objectivo social da comunidade para cada uma das famílias nessa situação: que a mesma, com esses apoios, possa reconstruir o seu projecto colectivo de vida e o projecto individual de cada um dos seus elementos.

Uma escola pública que mantém baixos níveis de aproveitamento escolar em zonas social, cultural e economicamente difíceis, financiada por um Estado que não saiba fazer dos apoios sociais um efectivo elemento de promoção dos seus cidadãos mais desfavorecidos, por mais generosos que sejam, eternizarão a mediocridade! São eles, assim, que precisarão de ser multados, a doer! E só depois alguns (lutar-se-á para que nenhuns!) pais.

Albino Almeida



Publicado por marquesarede às 22:46
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
CPA

Igualmente para os mais afoitos nestes meandros legislativas aqui fica o link para consulta ao Codigo Processo Administrativo em PDF

aqui: http://intranet.uminho.pt/Arquivo/Legislacao/Cpa/CPA.doc



Publicado por marquesarede às 23:58
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DOCUMENTO

Para quem pretenda consultar, analisar e concluír, aqui fica o contributo relativo ao Estatuto do aluno do ensino não superior.

 

aqui:    http://www.frapcentro.pt/pdf/nao_superior.pdf



Publicado por marquesarede às 23:49
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NOVOS INSPECTORES

Novos inspectores só chegam em 2009.

 

No Correio da Manhã de ontem 22.10: "O Ministério da Educação anunciou este mês a abertura de mais 40 vagas para reforçar a Inspecção-Geral da Educação (IGE) e viabilizar o novo modelo de avaliação de professores, definido pelo Estatuto da Carreira Docente. O certo é que os novos inspectores só chegam ao terreno em Março de 2009, ou seja, daqui a ano e meio, quando outros 16 inspectores entram na aposentação.

A denúncia, feita pelo Sindicato dos Inspectores da Educação e Ensino, deixa às claras a falta de meios humanos da IGE para pôr em prática a avaliação dos titulares que exerçam funções de coordenador de departamento ou de conselho de docentes e que, estipula o estatuto, têm de ser avaliados por um inspector com formação na sua área de ensino.

“No essencial, nada muda [com o novo concurso]”, diz José Calçada, presidente do sindicato. “Antes de mais, coloca-se o problema da duração do processo: São apenas 40 vagas onde é expectável que haja entre 2000 a 2500 concorrentes”, o que pode atrasar o processo de selecção. “Decorrerão cerca de seis meses de concurso e os 40 inspectores vão ter um ano de formação em serviço, pelo que só vão estar no terreno em Março de 2009”, diz .

Nessa altura, explica o inspector, “vão aposentar-se 16 inspectores”. “Em termos líquidos, ficam apenas mais 24 inspectores.” Feitas as contas, haverá 46,3 docentes – dos 8149 titulares – para cada um dos 176 inspectores que trabalharão no terreno em 2009. “Isto se os inspectores não fizerem mais nada, porque o rácio real está próximo do dobro”, admite .

Segundo o responsável, “o processo de estágio dos novos inspectores é habitualmente de um ano de formação, em que os novos inspectores vão às escolas para actividades de inspecção acompanhados de um inspector mais experiente”, a que se soma a “formação em áreas específicas”, como o código de processo administrativo."

Ver Artigo Completo (Correio da Manhã)


Publicado por marquesarede às 23:44
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OPINIÕES

Um texto de Joaquim de Azevedo "in" Correio da Educação integralmente aqui:

Aproveitar a existência destes novos cursos nas escolas secundárias, muitas delas antigos liceus, sem qualquer “cultura positiva de ensino profissional”, para remeter para lá os alunos com mais reprovações no fim do Ensino Básico, os “meninos do insucesso”, fugindo assim para uma solução demasiado fácil para as dificuldades de aprendizagem, ou seja, fugindo mais uma vez aos reptos humanos e educativos lançados pelas dificuldades de aprendizagem.



Publicado por marquesarede às 23:30
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EDUCAR

O tema do mês é "Como Educar para a Democracia?". Há, basicamente, duas respostas possíveis: não a ensinar e esperar que a democracia floresça da repressão que existe na escola ou, por outro lado, ensiná-la sem esquecer a neutralidade da Escola. Eu opto pela segunda opção, porque parece-me a mais eficaz e segura, e a mais saudável.

No último post sobre este assunto, falei da Liberdade de Expressão e de como ensiná-la na Escola, com neutralidade e respeito por todas as opiniões. Aliás, a única maneira de ensinar a liberdade de expressão é com neutralidade e respeito por todas as opiniões...
A liberdade de expressão é um direito, que custou muito a ser adquirido e que, pelos vistos, ainda não foi adquirido dentro da escola.

Hoje vou falar de outros direitos. Os direitos do cidadão são uma parte fundamental da democracia. Se é verdade que a sociedade não consegue sobreviver sem os deveres individuais, é certo que sem os direitos, essa sociedade nunca será democrática.

  • Direitos do Cidadão.

O Aluno é, antes que mais nada, um cidadão. Um futuro cidadão, se quisermos. Mas o Aluno só pode tornar-se um bom cidadão se, desde cedo, for tratado com os direitos dos cidadãos. Tem que sabê-los, tem que saber os seus limites e tem que exigí-los.

Conhecer os direitos é fundamental. Se a Escola não ensina os direitos dos alunos, como é que eles podem, no futuro, exigí-los? E aplicá-los aos outros? E se não souberem que o meu direito acaba onde começa o direito do outro, como vão saber o que podem e não podem fazer?

A Escola tem que, de uma vez por todas, assimilar duas palavras: Formação Cívica. No Ensino Básico, tem de deixar de ser uma espécie de "Espaço Direcção de Turma" onde se fala de tudo menos de civismo e direitos. No secundário, e visto que a maioria dos alunos têm menos de 18 anos (ainda não são cidadãos), é urgente criar esta disciplina e encará-la de uma forma séria. A longo prazo com professores especializados em Formação Cívica. Por enquanto, um curso de formação já remediava...

A Formação Cívica deve cumprir o que o próprio nome da disciplina promete: formar cidadãos. E um cidadão aos 15 anos não está formado! A FC tem de ser encarada muito a sério, para que seja um espaço de aprendizagem, debate e contacto entre escola e aluno.

Educar para a democracia pode parecer abstracto e complicado. Ensinar os direitos do cidadão é fácil e objectivo: dizer quais são os direitos, explicar os seus limites, fazer verdadeira formação cívica.

O mais difícil é aplicá-los dentro da Escola. A Escola, assumamos, não é (nem pode ser, dizem alguns) um sistema democrático. (também se dizia que a sociedade nunca funcionaria havendo democracia... era uma utopia...)

A Escola pode ser um sistema democrático, se os valores democráticos entrarem na Escola. (Actualmente, nem com cartão os deixam entrar...). Porque a função principal da Escola é formar cidadãos, que vão constituir a sociedade do futuro. Esses cidadãos têm de ter conhecimentos de Língua Portuguesa, claro. Têm de conhecer a História e a Geografia de Portugal e do mundo. Têm de ser estimulados ao raciocínio matemático. Têm de se especializar numa área, para que possam um dia trabalhar nisso. E, sendo cidadãos, têm de saber as regras da democracia e da vida em sociedade.

Se os cidadãos são o centro da sociedade, os alunos são o centro da Escola. Ou deviam ser. A Escola só existe porque existem alunos e devia trabalhar focada nos interesses presentes e futuros do aluno. Mais liberdade e tempo livre para os alunos (para que possam aplicar os direitos e deveres), menos hierarquia entre professores e alunos, eleição democrática dos representantes dos alunos (com alguma expressão na Assembleia de Escola...), liberdade de escolha da escola onde querem estudar (num sistema de vagas, em que o critério são as capacidades, e não a zona ou região do país). E sobretudo uma mudança de mentalidade, de professores e alunos, em relação ao papel do Aluno e do Professor na Escola.

Portanto, e resumindo:

1. Aprender os direitos: Formação Cívica a sério

2. Aplicar e aprender a vida em sociedade: Educação centrada no Aluno.

Dois passos importantíssimos para a democratização da Escola/Sociedade na sua estrutura e valores.

 

fonte: blog "Educação côr de rosa"



Publicado por marquesarede às 23:14
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PROJECTAR
Projecto-Piloto com “Associação Empresários pela Inclusão Social”

 

Um desafio interessante para os docentes de quadro de zona pedagógica sem afectação e docentes de quadro de escola sem componente lectiva
 
A Associação Empresários Pela Inclusão Social (EPIS) foi constituída há um ano, por iniciativa de empresários portugueses, que se associaram com o objectivo de promover a inclusão social através da qualificação escolar e profissional dos portugueses. A sua actividade recente está resumida no site www.eis.pt.
 
A EPIS associou-se recentemente ao Ministério da Educação para a realização de um conjunto de projectos-piloto, em que serão testadas novas metodologias de combate ao insucesso e ao abandono escolares. Estes projectos decorrerão em escolas com 3º ciclo, em concelhos da região da DRELVT, potenciando recursos humanos pertencentes ao Ministério da Educação.
 
A EPIS e a DRELVT identificaram como potenciais membros desta equipa docentes do quadro que, estando ainda sem uma distribuição de horário lectivo para o ano que se iniciou, tenham interesse em apostar na participação num projecto que se pretende inovador e potenciador de novas práticas na promoção do sucesso escolar.
 
A EPIS assegurará todo acompanhamento metodológico do projecto, bem como a formação e o “coaching” dos membros das equipas de trabalho.
 
O desafio é para se juntar a esta equipa, respondendo  para o e-mail info.director@drelvt.min-edu.pt   com indicação dos seguintes dados pessoais:
nome, morada, grupo de recrutamento, código do QZP ou Escola a que pertence, código da escola a que está afecto administrativamente.
 
A EPIS, em colaboração com a DRELVT, realizará uma apresentação para os interessados, seguindo-se um processo de selecção e formação.


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Domingo, 21 de Outubro de 2007
DISLEXIA
SEMINÁRIO DISLEXIA
 
Organização: Sociedade Portuguesa de Psicologia
Data: 23 de Novembro de 2007
 
A Sociedade Portuguesa de Psicologia está a organizar,  um Seminário sobre Dislexia , que decorrerá no dia 23 de Novembro de 2007 no Anfiteatro da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa.
 Participe neste evento para o qual pode encontrar em anexo o folheto de divulgação do Seminário, que inclui o respectivo Boletim de Inscrição.
 
Objectivo: Dar a conhecer a perspectiva psicolinguística da aquisição da leitura e da escrita e as suas implicações na avaliação diagnóstica e intervenção nas perturbações da Leitura e da Escrita (Dislexia, Disortografia e Disgrafia).
 
 
Destinatários: Psicólogos, docentes do Ensino Regular e Especial, profissionais com intervenções nas áreas da Educação e saúde, estudantes e encarregados de educação.
 
Inscrições:Preencher o boletim  anexo
Informações: Contactar através de spp@fpce.ul.pt   
Ver Programa aqui


Publicado por marquesarede às 21:51
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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007
“Taça Luís Figo 2007-2009”
Uma iniciativa que aqui se dá relevo,porventura e no intuito de aproveitar a quem devido.
A participação na Taça Luís Figo é voluntária, devendo os estabelecimentos de educação interessados indicar essa intenção no seu Projecto de Desporto Escolar 2007/2008 e 2008/2009 e realizar a sua inscrição através do preenchimento da Ficha de Inscrição de Escola.

A Taça Luís Figo abrange as modalidades de Andebol, Atletismo, Basquetebol, Voleibol, Karting, Ciclismo, BTT, Judo, Natação, Ténis e Triatlo.

A participação dos estabelecimentos de educação só será considerada válida após a recepção e validação pelo Gabinete Coordenador do Desporto Escolar. 

Data limite inscrição: 9 de Novembro de 2007



Publicado por marquesarede às 20:17
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AFERIR

 

O Ministério da Educação pretende disponibilizar um conjunto de instrumentos, destinados a professores e a alunos, que assegurem não apenas a avaliação sumativa externa, mas também a orientação e a preparação para os exames e para as provas nacionais.

De acordo com uma informação divulgada às escolas, entre esse conjunto de instrumentos, que visam proporcionar elementos de estudo e de aprendizagem adequados aos diversos níveis de ensino, contam-se os seguintes:

Banco de Questões – As questões elaboradas na última década para serem utilizadas nas provas de aferição e de exames nacionais, em testes intermédios ou noutros instrumentos de avaliação vão ser reunidas numa base de dados que permitirá, a professores e a alunos, a criação de conjuntos de exercícios e de instrumentos de avaliação.

Orientações-exame – Vai ser disponibilizado na Internet um conjunto de “orientações-exame”, para cada disciplina, relativamente à qual são elaborados exames nacionais e provas, contendo informações sobre a estrutura e as características das provas bem como as correspondentes matrizes conceptuais e os critérios gerais de classificação, entre outros elementos.

Testes nacionais intermédios – Na informação para as escolas, discriminam-se as disciplinas e os anos de escolaridade em que, neste ano lectivo, vão ser realizados testes nacionais intermédios.

Exames e provas nacionais – Na referida informação, especificam-se, igualmente, as provas de aferição e os exames nacionais a realizar no ensino básico, bem como os exames nacionais definidos para o ensino secundário.

 

 

  • Informação/Proposta Conjunta N.º 01/GAVE/DGIDC/2007 [PDF]

 



Publicado por marquesarede às 20:14
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Domingo, 14 de Outubro de 2007
DICAS
De leitura simples e directa, este livro se respalda num rígido esquema de desenvolvimento lógico, de planeamento, raciocínio interactivo e articulação de respostas concretas. Valoriza também, além de estratégias didáticas, factores pessoais como o humor, a preguiça e o cansaço, factos que muitas vezes levam o candidato a desistir de realizar a prova. O autor tornou-se ciente destes factos ao analisar sua vida como estudante. Com intuito de repassar o conhecimento adquirido, William Douglas traçou todos os dilemas e dificuldades do acto de se preparar para um prova. Após isso, listou um a um desses problemas e forneceu soluções simples, ao alcance de todos, para que se possa maximizar o estudo e garantir a aprovação.

Nome do arquivo:Como passar em provas e concursos.
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Publicado por marquesarede às 21:18
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COMPETIR

 

O psicólogo e professor Mathias Gonzalez, com mais de uma centena de livros publicados, apresenta neste Como passar em provas, exames e concursos uma síntese de seus ensinamentos na área de auto-sugestão e da automotivação, aplicadas ao aprendizado rápido de matérias exigidas em concursos públicos. O autor oferece um conjunto de conselhos imprescindíveis a quem deseja ser aprovado em exames e provas de toda natureza. São orientações sobre técnicas de relaxamento, preparação do ambiente de estudo, selecção do material didáctico e sua organização adequada, entre outros. Refere-se ainda a detalhes da preparação do candidato que muitas vezes são esquecidos e podem comprometer, se não observados, meses de dedicação e estudo. Se você pretende se um competidor à altura, deve necessariamente ler este livro.

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Publicado por marquesarede às 13:08
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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007
DISCIPLINA
GUIA DE APOIO ÀS ESCOLAS EM MATÉRIA DISCIPLINAR


Encontrei esta informação que poderá auxiliar os Pais em especial mas não só, a entenderem a amplitude da recente legislação sobre esta matéria.

A IGE disponibiliza um guia de apoio às escolas em matéria disciplinar. Este guia, onde se incluem minutas de documentos e ligações aos diplomas legais e normativos necessários nas diversas fases do processo, surge na sequência da entrada em vigor do novo Estatuto da Carreira Docente (ECD), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, que atribuiu aos dirigentes das escolas a responsabilidade da nomeação de instrutor dos processos disciplinares ao pessoal docente por si instaurados, tarefa que antes cabia à IGE. Saliente-se, ainda, que as escolas já tinham, desde a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 184/2004, de 29 de Julho, a competência da nomeação de instrutor dos processos disciplinares ao pessoal não docente.



Publicado por marquesarede às 23:32
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007
REFORMAR É PRECISO

Os alunos do ensino secundário têm a possibilidade de requerer a reorientação do seu percurso formativo, através da mudança entre cursos deste nível de escolaridade, recorrendo aos regimes de permeabilidade ou de equivalência entre disciplinas.

O processo de reorientação do percurso formativo dos alunos, definido através de um despacho normativo publicado no Diário da República, visa facilitar a mudança de curso, evitando que os estudantes fiquem retidos no mesmo ano de escolaridade, situação que, frequentemente, contribui para o acumular de retenções e para o abandono da escola antes da conclusão do nível secundário de educação.

De acordo com este despacho normativo, as regras definidas abrangem os alunos dos cursos científico-humanísticos, tecnológicos, artísticos especializados nos domínios das artes visuais e dos audiovisuais, incluindo os do ensino recorrente, profissionais e, ainda, dos cursos de educação e formação.

Regime de permeabilidade

O recurso ao regime de permeabilidade permite aos alunos o prosseguimento de estudos, no ano lectivo subsequente, num curso diferente do inicialmente frequentado, desde que com este apresente afinidade de plano de estudos.

Com aplicação apenas no final do primeiro ano do ciclo de estudos do curso de origem, a mudança de curso através do regime de permeabilidade deve ser requerida entre o término das actividades escolares e o dia 31 de Julho.

Este pedido deve ser apresentado pelo encarregado de educação ou pelo aluno, quando maior, em requerimento dirigido ao responsável dos órgãos de direcção do estabelecimento de ensino ou da entidade formadora frequentada.

Concretizada a permeabilidade, cabe aos referidos órgãos de direcção dos estabelecimentos de ensino a definição de um plano individual de formação tendo em vista a integração do aluno no curso de destino.

Este novo plano de estudo integra, entre outras, disciplinas comuns e disciplinas análogas às anteriormente frequentadas no curso de origem.

Enquanto as disciplinas comuns são aquelas que contam com o mesmo programa, a mesma carga horária anual e as mesmas condições de frequência e de avaliação, as disciplinas análogas são aquelas que desenvolvem as mesmas competências e que contemplam conteúdos semelhantes.

As disciplinas concluídas no curso de origem que não integrem o novo plano de estudos passam a constar do processo do aluno como disciplinas de complemento do currículo.

Regime de equivalência entre disciplinas

O recurso ao regime de equivalência entre disciplinas confere ao aluno a possibilidade de alterar o seu percurso formativo, recorrendo ao mecanismo de equivalência entre disciplinas que integram o plano de estudos do curso de origem e disciplinas do plano de estudos do curso de destino.

A mudança por equivalência entre disciplinas pode ser requerida, até ao dia 31 de Dezembro do ano lectivo seguinte, pelo encarregado de educação ou pelo aluno, quando maior, em requerimento dirigido ao responsável dos órgãos de direcção do estabelecimento de ensino ou da entidade formadora frequentada.

A equivalência pode ser requerida nas disciplinas em que o aluno tenha obtido aprovação, no ano lectivo anterior, ou reunido condições de progressão ao ano escolar seguinte.

As disciplinas consideradas equivalentes são aquelas que contemplam, cumulativamente, a mesma área disciplinar e carga horária lectiva ou horas de formação iguais ou correspondentes a, no mínimo, dois terços do número de horas de formação da disciplina para a qual é requerida a equivalência.

Nas disciplinas de língua estrangeira, a equivalência é válida apenas para a mesma língua e para o mesmo nível de língua, de iniciação ou de continuação.

Para mais informações, consultar o despacho normativo publicado no Diário da República.



Publicado por marquesarede às 22:17
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007
NUNCA É DEMAIS ABORDAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISPONIVEL EM FORMATO PDF (aqui):

 

Guia de Prevenção para Pais e Educadores
de Crianças dos 13 aos 16 anos

 


Actualmente as perguntas colocadas pelos jovens são cada vez mais explícitas, complexas e sofisticadas, tornando-se um desafio para os pais debater um assunto que muitas vezes é novo para eles.




Publicado por marquesarede às 01:40
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EMERGÊNCIA E O SABER


Publicado por marquesarede às 01:34
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CURSOS DE FORMAÇÃO PARENTAL
NO MONTIJO

Iniciou-se no dia 19 de Setembro (até 19 de Dezembro, às 4.ªs feiras, em horário pós-laboral, das 18.30 às 21.00 h., no Centro Cívico do Esteval, Montijo), um curso de Formação Parental organizado pela Escola FERSAP para Pais, em parceria com a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do Montijo e o apoio do Centro de Saúde do Montijo e da Câmara Municipal do Montijo.


Publicado por marquesarede às 01:31
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