Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007
AVALIAR É NECESSÁRIO

Ministério avalia 274 escolas
22-08-2007 in Correio da Manhã
 

 
ver desenvolvimento da notícia

A Inspecção-Geral de Educação vai visitar as escolas entre os meses de Novembro de 2007 e Maio de 2008. Alguns liceus históricos de Lisboa estão entre as unidades que vão ser avaliadas no próximo ano lectivo: Passos Manuel, António Arroio, Marquês de Pombal ou D. Pedro V são alguns dos exemplos. [+]



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TEMATICA SOBRE EDUCAÇÃO NÃO FORMAL
“Entre o formal e o informal, a educação não formal abre uma nova via de acesso ao conhecimento, à competência, ao prazer de aprender, de se formar”.

Este Seminário representa o acto final de um projecto em parceria transnacional, financiado através do Programa Europeu GRUNTVIG, intitulado MAPA – Motivar Adultos para a Aprendizagem. No programa, incluem-se comunicações e debate sobre “A educação não formal: desafios e recomendações”, “As aprendizagens não formais: a dimensão educativa do ponto de vista dos actores envolvidos”, assim como uma Mesa Redonda sobre “Avaliação, validação dos adquiridos e educação não formal” e um Painel onde os parceiros vão exprimir os seus pontos de vista sobre o projecto e a temática adoptada.
Program provisório:
2 de Outubro
09:00h - Acolhimento dos participantes (café de boas-vindas)
10:00h - Sessão de abertura (representantes institucionais do ME/MTSS)
10:30h - Motivar os Adultos para a Aprendizagem - MAPA: Apresentação do projecto
11:00h - Breve pausa
11:15h - A educação não formal: Desafios e recomendações
12:15h - As aprendizagens não formais: A dimensão educativa do ponto de vista dos actores envolvidos
(Comunicações sobre os resultados do Projecto MAPA)
13:00h - Almoço
14:30h - Avaliação, validação dos adquiridos e educação não formal
(Mesa redonda)
15:15h - Breve pausa
15:30h - Olhares dos parceiros transnacionais sobre o projecto
(Painel)
16:30h - Questões e debate
17:30h - Encerramento (Porto de honra)

Para mais informações, programa definitivo e ficha de inscrição (a enviar até 31 de Agosto), contactar:
projecto.mapa@anq.gov.pt
ou
Fax: 213 943 799.


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PROGRAMA EUROPA PARA OS CIDADÃOS
Este Programa, coordenado pela Direcção-Geral Educação e Cultura e gerido pela respectiva Agência Executiva, adoptou os seguintes objectivos gerais:

- Dar aos cidadãos a oportunidade de interagirem e de participarem na construção de uma Europa sempre mais próxima, democrática e centrada no mundo;
- forjar um sentimento de identidade europeia, assente em valores, história e cultura comuns;
- promover o sentimento de apropriação e de adesão dos cidadãos europeus relativamente à União Europeia;
- melhorar a tolerância e a compreensão mútua dos cidadãos europeus, respeitando e celebrando a diversidade cultural e linguística, ao mesmo tempo que contribui para o diálogo intercultural.

O Programa prevê os seguintes objectivos específicos, que devem ser concretizados numa escala transnacional:
- Aproximar as pessoas das comunidades locais de toda a Europa;
- promover a acção, os debates e a reflexão em matéria de cidadania europeia e de democracia, de valores, de história e de cultura comuns, graças às organizações da sociedade civil a nível europeu;
- tornar a ideia de Europa mais perceptível aos cidadãos;
- encorajar a interacção dos cidadãos e das organizações da sociedade civil de todos os países participantes, contribuindo para o diálogo intercultural e dando relevo tanto à diversidade como à unidade da Europa.

São temas prioritários do programa:
Permanentes: O futuro da União Europeia e os seus valores básicos; Cidadania europeia activa – participação e democracia na Europa; Diálogo intercultural; O bem estar das pessoas na Europa – emprego, coesão social e desenvolvimento sustentável; Impacto das políticas da U.E. nas sociedades.

Para 2007: Igualdade de oportunidades para todos (tema do Ano Europeu); Alargamento – Conhecer os dois novos Estados-Membros (Roménia e Bulgária).

Para a prossecução dos seus objectivos o Programa Europa para os Cidadãos propõe 4 acções, subdivididas por diversas medidas:
Acção 1 – Cidadãos activos para a Europa
- Geminação de localidades
- Projectos de cidadãos: que reúnam os cidadãos, de vários quadrantes, para agir e debater em conjunto sobre questões europeias comuns, a nível local e europeu.
- Medidas de apoio
Acção 2 – Uma sociedade civil activa na Europa (Esta Acção destina-se às organizações da sociedade civil e aos organismos de investigação e de reflexão, que beneficiarão, ou de um apoio estrutural com base no respectivo programa de trabalho (subsídio de funcionamento), ou de um apoio a projectos transnacionais (subsídio à actividade)
- Apoio estrutural aos organismos de investigação e de reflexão sobre as políticas públicas europeias
- Apoio estrutural às organizações da sociedade civil a nível europeu
- Apoio a projectos lançados por organizações da sociedade civil
Acção 3 – Todos juntos pela Europa (Esta Acção visa aprofundar a noção de “cidadania activa” e promover a sua compreensão por toda a Europa)
- Acontecimentos de grande visibilidade
- Estudos
- Instrumentos de informação e de difusão
Acção 4 – Uma memória europeia activa (Esta Acção pretende proteger os principais sítios e arquivos que tenham ligação com as deportações e comemorações das vítimas do nazismo e do estalinismo, a fim de ultrapassar o passado e construir o futuro).

Para informação mais completa, consultar:
http://eacea.ec.europa.eu/static/en/citizenship/guide2007.htm
http://eacea.ec.europa.eu/static/en/citizenship/guide2007.htm
Anualmente, serão publicados no Jornal Oficial da União Europeia anúncios para a apresentação de candidaturas, que estarão também disponíveis em:
http://eacea.ec.europa.eu/static/index.htm


Publicado por marquesarede às 23:02
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EXEMPLOS
A Finlândia acelera o reconhecimento de aprendizagens prévias
Uma melhor orientação educacional e um sistema claro para reconhecer aprendizagens anteriores promoveriam uma participação mais alargada em actividades educativas por parte dos adultos. Na Finlândia, que ocupa com orgulho um dos lugares cimeiros nas estatísticas europeias de educação de adultos, a participação em educação e formação tende a favorecer excessivamente as pessoas que já possuem maiores qualificações.

A educação de adultos finlandesa caracteriza-se por um leque diversificado de cursos, que são oferecidos pelo país inteiro e que recebem um significativo apoio estatal, tanto para a educação de adultos de base profissional como para a educação de adultos não-formal. Dado que as atitudes relativamente à educação são neste país, de uma maneira geral, positivas, o resultado tem sido uma participação entusiasta. De acordo com Eurostat, em 2003, mais de 40% dos adultos finlandeses entre os 25 e os 64 anos participaram em actividades de educação ou formação. No entanto, um exame mais atento revela que esta participação é desequilibrada: a participação em educação é maior por parte dos homens e mulheres que são já mais qualificados, enquanto a maioria dos que estudam nos seus tempos livres são mulheres de meia-idade.
Em anos recentes, o Ministério da Educação da Finlândia, juntamente com o Ministério do Trabalho e organizações do mercado de emprego, envidaram esforços no sentido de elevar o nível educacional dos activos que possuem apenas o ensino básico. “Noste”, um programa especificamente concebido, oferece formação gratuita, tanto para os empregados como para os empregadores. E, todos os anos, este programa tem atraído milhares de adultos como estudantes. Constatam-se resultados idênticos com o sistema de qualificações baseado em competências, através do qual os adultos conseguem obter um certificado pelas competências profissionais que adquiriram no trabalho.
Uma participação mais alargada na educação contínua seria também estimulada caso se garantisse o reconhecimento do que se aprendeu de forma não oficial na educação não-formal de adultos e na vida quotidiana.

Modos de validar as aprendizagens
Os objectivos de desenvolvimento acima descritos encontram-se também inseridos na recente Comunicação da Comissão Europeia, Adult Learning: It is never too late to learn. Eeva-Inkeri Sirelius, Directora da organização federativa que representa a educação não-formal de adultos na Finlândia, e igualmente Vice-Presidente da Associação Europeia de Educação de Adultos (EAEA), considera esta Comunicação muito importante, dado que considera a educação de adultos como uma área independente da educação e que nela a CE indica pistas importantes para futuros desenvolvimentos. De entre as cinco mensagens dirigidas pela Comissão aos seus Estados-Membros, a Srª Sirelius considera a directiva sobre o reconhecimento dos resultados das aprendizagens não-formais e informais como particularmente relevante do ponto de vista do seu país. “O que é importante é elevar o perfil da educação de adultos não-formal. Ao mesmo tempo, precisamos de considerar o tipo de meios – uso de documentação, descrição de cursos e portfolios – que poderemos adoptar para descrever tais aprendizagens. Precisamos ainda de desenvolver as competências dos estudantes para avaliarem a sua própria aprendizagem,” afirmou a Srª Sirelius.
Vários trabalhos estão a ser efectuados relativamente ao reconhecimento das aprendizagens prévias, por exemplo no âmbito do projecto europeu REFINE
www.eucen.org/refine.html.
Segundo a investigação que tem sido realizada, o reconhecimento das aprendizagens feitas na educação de adultos não-formal é ainda raro e inconsistente, tanto no âmbito do ensino formal como do mundo do trabalho. O problema reside nas atitudes, pois nem sempre se confia na qualidade da educação de adultos não-formal.

Enfoque nos imigrantes e cidadãos seniores
A segunda mensagem da Comissão, para a qual a Srª Sirelius chama a nossa atenção, tem a ver com medidas que facilitem a participação por parte de imigrantes e de pessoas mais idosas.
“Na Finlândia, falamos em aumentar a educação e formação disponível para imigrantes. Por outro lado, os cidadãos seniores não receberam até hoje qualquer prioridade ou orientação especial. Espero que se façam a partir de agora esforços nestes dois sentidos.”
Na opinião da Srª Sirelius, a educação não-formal de adultos na Finlândia, dada a sua vasta cobertura, pode oferecer uma via fácil e segura para que cada pessoa encontre o seu próprio itinerário de aprendizagem ao longo da vida.
“Estamos conscientes do actual fenómeno de desequilíbrio na educação e nas aprendizagens e, por isso, temos que encorajar as pessoas com maior tendência para a passividade ou para o isolamento a participarem em actividades de formação e de educação. Isto exige que se promovam acções de aconselhamento, orientação e motivação pró-activa (“outreach”).

Boas práticas como instrumentos de aprendizagem
A Srª Sirelius pensa que as mensagens da Comissão Europeia sobre educação de adultos deverão ser inscritas no Plano de Desenvolvimento do Ministério da Educação finlandês para 2007-2012. A política educacional da UE é, de facto, congruente com a da Finlândia e a UE tem aqui um forte impacto, apesar das fortes tradições que já existem no nosso país neste domínio. Têm aumentado os programas de formação europeus, acima de tudo, os de mobilidade entre estudantes universitários. Na formação profissional, também se vislumbram possibilidades de programas de intercâmbios visando ganhar experiência de trabalho ou estudar noutro país da UE.
“As verbas europeias atribuídas à educação de adultos têm sido pequenas e em princípio destinadas a projectos que envolvem sobretudo peritos nas áreas da educação”, diz a Srª Sirelius. No entanto, o novo programa integrado (“Lifelong Learning Programme”) vem disponibilizar fundos para a mobilidade dos estudantes adultos.
A Comunicação da Comissão dá uma importância particular à disseminação das boas práticas. Com que prática finlandesa poderiam aprender os demais países europeus?
“A educação de adultos não-formal requer financiamento público, a fim de se garantir a igualdade no campo da educação e o acesso aos serviços. A autonomia da educação de adultos não-formal é também algo que outros países poderão querer adoptar. A autonomia salvaguarda a liberdade de pensamento e encoraja uma atitude crítica. Resulta da sabedoria dos ousados”, explica Eeva-Inkeri Sirelius.

fonte:
http://www.eaea.org/news


Publicado por marquesarede às 22:52
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CONTRIBUTOS

Importante tomar conhecimento sobre o trabalho aqui destacado:

- "Promoção da Educação Inclusiva em Portugal "    

de Ana Maria Bénard da Costa, Francisco Ramos Leitão, José Morgado, José Vaz Pinto, Isabel Paes e David Rodrigues
(Ficheiro .pdf. )



Publicado por marquesarede às 22:35
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ORGANIZAÇÃO ANO LECTIVO 2007/2008
Alteração ao despacho nº 13599/2006
Download PDF 417 KB


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MATEMATICA

Discussão pública do reajustamento
do Programa de Matemática do Ensino Básico

O reajustamento do Programa de Matemática do Ensino Básico, está em discussão pública até ao dia 4 de Outubro de 2007.

O reajustamento do Programa de Matemática do Ensino Básico é uma das acções do Plano de Acção para a Matemática.
A concretização desta medida implicou o convite a uma equipa de especialistas e investigadores da área da Matemática e da Educação Matemática. Esta equipa teve como função proceder ao reajustamento dos Programas de Matemática do Ensino Básico actualmente em vigor.
Este reajustamento, está num documento único, engloba para cada um dos ciclos os objectivos, os temas matemáticos e as orientações metodológicas e aspectos ligados à gestão curricular e à avaliação.

- Programa de Matemática

 



Publicado por marquesarede às 22:30
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Sábado, 4 de Agosto de 2007
PLANO TECNOLÓGICO

Modernizar e melhorar a escola, as práticas de ensino e os resultados escolares dos alunos são os objectivos do Plano Tecnológico de Educação que vai permitir equipar os estabelecimentos de ensino com os meios tecnológicos mais modernos actualmente disponíveis no mercado.

Para dotar as escolas de meios mais modernos para o ensino e para a sua organização, o Ministério da Educação lançou diversos concursos e procedimentos administrativos para a aquisição de um vasto conjunto de equipamentos, conteúdos e serviços tecnológicos.

Deste Plano de intervenção, que tem como alvos as escolas, os professores e os alunos, são de realçar alguns dos equipamentos ou serviços que serão colocados nos estabelecimentos de ensino:

  • Sistema de cartão electrónico de aluno a instalar em todas as escolas dos 2.º e 3.º ciclos e secundárias;
  • Sistemas externos de vigilância e alarme a instalar, até Abril de 2008, em todas as escolas dos 2.º e 3.º ciclos e secundárias;
  • Aumentar a velocidade de ligação à Internet, a partir de Setembro: para, pelo menos 4Mbites, em todas as escolas dos 2.º e 3.º ciclos e secundárias, bem como nas escolas do 1.º ciclo com mais de 100 alunos; e nas restantes escolas do 1.º ciclo para pelo menos 1Mbite. Com o lançamento de novo concurso internacional, o plano prevê um aumento progressivo da velocidade até pelo menos 48Mbites;
  • Internet em todas as salas de aula e em toda a escola, biblioteca, recreio e espaço exterior: ou seja, a instalação de redes locais que permitam a melhorar as ligações no interior da escola e entre escolas, a partir de Abril de 2008;
  • Kit sala de aula: dotar as salas de aula de um quadro interactivo, de um computador, de um vídeo projector e de uma impressora. Até ao segundo trimestre de 2008, serão instalados cerca de 9000 quadros interactivos e mais de 20 000 computadores, vídeo projectores e impressoras;
  • Computadores em número suficiente para todos os alunos, nas bibliotecas, nas salas TIC, nos centros de recursos, de modo a atingir, em 2010, a meta de um computador por cada dois alunos.

A produção de conteúdos e o desenvolvimento de plataformas de acesso à informação e ao conhecimento são também dimensões decisivas deste Plano Tecnológico da Educação.

No seu conjunto, este Plano dotará os estabelecimentos de ensino dos meios tecnológicos mais modernos, actualmente disponíveis no mercado, permitindo a todas as escolas o acesso a equipamento tecnológico que sustente a modernização dos procedimentos administrativos e pedagógicos, desde a entrada da escola até à sala de aula, passando pela secretaria, a biblioteca e os espaços de convívio.

Este programa de modernização e melhoria da escola e das práticas de ensino, que abrange todas os estabelecimentos de ensino, permitirá diminuir a desigualdade entre as nossas escolas, elevando o seu nível médio de qualidade, ou seja, nivelando por cima.

Para mais informações, consultar documentação distribuída durante a apresentação do Plano Tecnológico da Educação.

  • Análise de modelos internacionais de referência de modernização tecnológica do sistema de ensino [PDF]
  • Escola - Plano Tecnológico da Educação [PDF]
  • Estudo de Diagnóstico: a modernização tecnológica do sistema de ensino em Portugal [PDF]
  • Relatório Anual de Execução do PRODEP III - 2006 [PDF]

fonte. ME



Publicado por marquesarede às 00:49
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