Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Quarta-feira, 25 de Julho de 2007
PLANETA EM PERIGO


Publicado por marquesarede às 20:14
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AMBIENTE

 consumopublico2

"Consumo Público, Consumo Ético" é uma publicação que dá a conhecer formas para incorporar critérios sociais e ambientais nas aquisições públicas,

contribuindo assim para um desenvolvimento sustentável.

A publicação pode ser descarregada gratuitamente aqui ou encomendada para o CIDA-C.


Publicado por marquesarede às 15:09
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PRIORIDADES

 

Treze municípios portugueses estão disponíveis para ouvir as crianças antes de definirem passos políticos. O projecto foi criado pela UNICEF e coloca os direitos dos pequenos cidadãos em primeiro lugar.

Colocar as necessidades das crianças em lugar de destaque. Definir políticas públicas sem esquecer a visão dos mais pequenos, que podem dar dicas importantes sobre como deve ser um futuro cada vez mais presente. As opiniões dos homens e mulheres de amanhã podem fazer toda a diferença num mundo cada vez mais urbano, mais global.

O conceito de cidades amigas das crianças foi criado há 11 anos pela UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância. Portugal acaba de aderir à ideia. Treze municípios entraram no projecto e estão em avaliação ao longo de um ano. Amadora, Aveiro, Cascais, Guarda, Matosinhos, Palmela, Ponte de Lima, Portimão, Póvoa de Varzim, Trancoso, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Viseu estão disponíveis para escutarem os seus cidadãos de palmo e meio.

Ao longo de um ano, o Comité Português da UNICEF e o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social acompanham de perto o trabalho das 13 câmaras municipais. Depois disso, e se tudo correr como o planeado, as cidades recebem o "diploma" de cidades amigas das crianças. Há muito trabalho pela frente, porque o conceito é exigente. Nas cidades amigas das crianças, as opiniões dos mais pequenos não podem ser metidas na gaveta. Têm de ser respeitadas. As crianças podem influenciar decisões que envolvam a vida da sua cidade; participar em eventos culturais e sociais; lembrar que lhes têm de ser garantidos serviços básicos de saúde e educação; serem protegidas da exploração, violência e abusos; terem espaços verdes para brincar e conhecer amigos; terem acesso a água potável e a um ambiente não poluído; caminhar em segurança nas ruas. E sem qualquer discriminação de raça, sexo, etnia, religião ou condição económica.

fonte: in educare
Ver notícia integral




Publicado por marquesarede às 15:04
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MATEMATICAMENTE

Programa de Matemática

Discussão pública do reajustamento
do Programa de Matemática do Ensino Básico

O reajustamento do Programa de Matemática do Ensino Básico, está em discussão pública até ao dia 4 de Outubro de 2007.

O reajustamento do Programa de Matemática do Ensino Básico é uma das acções do Plano de Acção para a Matemática.
A concretização desta medida implicou o convite a uma equipa de especialistas e investigadores da área da Matemática e da Educação Matemática. Esta equipa teve como função proceder ao reajustamento dos Programas de Matemática do Ensino Básico actualmente em vigor.
Este reajustamento, está num documento único, engloba para cada um dos ciclos os objectivos, os temas matemáticos e as orientações metodológicas e aspectos ligados à gestão curricular e à avaliação.

Consultar o documento integral aqui:

- Programa de Matemática

 

Até ao dia 4 de Outubro de 2007, podem ser enviados para programa.matematica@dgidc.min-edu.pt os pareceres sobre este documento.



Publicado por marquesarede às 01:47
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Domingo, 22 de Julho de 2007
CONVÉM SABER
Dos EUA,vem mais um exemplo de desvario moral quando um irmão mata o outro por este se ter negado a entregar-lhe o comando da consola onde jogava.Acontecimentos arrepiantes no mundo de hoje.Leia aqui: um rapaz de 13 anos mata o irmão de 16 anos à facada


Publicado por marquesarede às 08:56
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007
SPOT
   
  logo spot  
  Esta Feira é para ti. A Spot é destinada aos jovens europeus dos 12 aos 35 anos: debates, informação, concertos, espectáculos e muita, muita animação!!  
   
 
 

Portugal assumiu, desde o dia 1 de Julho até Dezembro de 2007, a presidência da União Europeia, enquanto membro integrante do Trio da Presidência da União Europeia, constituída pela Alemanha, Portugal e Eslovénia.

Em Janeiro de 2007, entrou em vigor este novo sistema de Presidência Tripartida que consiste na elaboração de um programa conjunto para 18 meses.
Deste modo, cada país assumirá durante 6 meses a presidência do Conselho, contando com a assistência dos outros dois países.

Assim, durante a presidência do Conselho, Portugal adoptou o tema “Integração Profissional e Social dos Jovens” no âmbito do Quadro da Política Europeia da Juventude, que integra objectivos específicos relativamente ao Voluntariado e ao Empreendedorismo.

Neste sentido, e no âmbito da Presidência realizar-se-á a SPOT – Feira Nacional da Juventude, entre os dias 15 a 18 de Setembro, no Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira, antiga FIL, promovida pelo Instituto Português da Juventude, em conjunto com várias Organizações Juvenis Portuguesas e com o Alto Patrocínio do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto.

A Spot é destinada aos jovens europeus dos 12 aos 35 anos e vai centrar-se em quatro temas principais:

  • Empreendorismo,
  • Participação Cívica,
  • Voluntariado e
  • Criatividade.

A SPOT inclui  :

  • Debates
  • Informação diversa
  • Concertos
  • Animação Diversa
  • Espectáculos
  • Desfiles de moda
  • Festas com DJ


Conta com a presença de 30 000 jovens visitantes, 700 dirigentes das associações juvenis, 123 representantes jovens dos países da União Europeia e cerca de 100 jovens artistas da Mostra Nacional de Jovens Criadores.

Convém marcar  na tua agenda estes momentos:

 



Publicado por marquesarede às 15:36
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Domingo, 15 de Julho de 2007
MATEMATICA EM REVISÃO
   

O programa de Matemática para o ensino básico vai ser revisto. A divulgação de um documento de trabalho surge numa altura em que a única avaliação nacional deste nível de ensino revela graves dificuldades na aprendizagem da disciplina, com 73% dos alunos do 9.º ano a chumbarem no exame deste ano. O programa reajustado tem em particular atenção as deficiências reveladas pelos estudantes portugueses em provas internacionais. Deficiências relacionadas com a resolução de problemas e raciocínio matemático.

A estatística, logo no primeiro ciclo, assim como a álgebra, são as algumas das reformulações propostas. O documento sugere também a introdução de uma nova vertente na disciplina: as chamadas capacidades transversais, onde se inclui, para além do raciocínio e da resolução de problemas, a comunicação matemática. Esta última competência implica resolver também problemas de compreensão dos alunos portugueses que resultam da falta de domínio da linguagem simbólica própria desta disciplina.

O trabalho de revisão foi encomendado pelo Ministério da Educação (ME) em Setembro de 2006 a João Pedro da Ponte, da Faculdades de Ciências da Universidade de Lisboa, e Lurdes Serrazina, da Escola Superior de Educação, que convidaram mais sete especialistas. O documento está agora disponível para discussão, até 20 de Setembro. Caberá então ao ME aprovar um novo programa, de acordo com os contributos, e implementá-lo nas escolas.

João Pedro da Ponte garante que não será apenas esta medida que vai resolver as deficiência dos alunos portugueses a Matemática. "É uma peça importante, mas tem ser integrada com a formação de professores, a produção de novos materiais e um trabalho consistente nas escolas". A necessidade de uma intervenção neste domínio, explica ainda, surgiu do facto dos actuais programas datarem de 1990 e 1991 e dos seus resultados "não terem sido brilhantes". Um dos problemas, aponta, é a desarticulação dos ciclos e esse foi um dos aspectos que a equipa procurou reforçar. "As finalidades do anterior programa tinham uma descrição muito datada e nós introduzimos mudanças muito substanciais nos objectivos", refere ainda Pedro da Ponte.

Há dois problemas a justificar o fraco desempenho dos alunos a Matemática: não compreendem os conceitos e não desenvolvem raciocínios nem resolvem problemas. "É por aí que o novo programa vai insistir", explica, até porque foram essas as competências que o PISA (avaliação internacional promovida pela OCDE) demonstrou estarem em falta. Um exame que demonstrou ainda que "na destreza de cálculo, os alunos portugueses estão na média internacional" e, por isso, o nova orientação para as aprendizagens da matemática quer "valorizar as dimensões" em falta, mas sem descurar o cálculo. Para o coordenador do trabalho de revisão, "este programa é francamente mais coerente e apresenta de forma mais clara as finalidades e as orientações metodológicas". |

 

fonte: DN-ELSA COSTA E SILVA

   


Publicado por marquesarede às 12:42
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Sábado, 14 de Julho de 2007
CALENDARIO

O calendário escolar para o próximo ano lectivo, publicado no Diário da República, determina que as aulas para os estabelecimentos de ensino pré-escolar, básico e secundário tenham início entre os dias 12 e 17 de Setembro.

Para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos, as aulas terminam a partir de 6 de Junho, enquanto para os restantes anos de escolaridade o ano lectivo acaba a partir de 20 de Junho.

No período em que decorrem os exames nacionais, as escolas devem adoptar as medidas necessárias para que os alunos dos anos de escolaridade não sujeitos a exame tenham o máximo de dias efectivos de actividades escolares, de modo a garantir o cumprimento integral dos programas das diferentes disciplinas e áreas curriculares.

Para as interrupções lectivas estão previstas as seguintes datas: de 17 de Dezembro a 2 de Janeiro, de 4 a 6 de Fevereiro e de 17 a 28 de Março.

As actividades educativas nos estabelecimentos do ensino pré-escolar terminam entre os dias 7 e 11 de Julho. As interrupções estão previstas por um período de cinco dias úteis, seguidos ou interpolados, entre os dias 18 de Dezembro e 2 de Janeiro, e entre 17 e 28 de Março. Haverá, também, um período de interrupção das actividades educativas entre os dias 4 e 6 de Fevereiro.

Para mais informações, consultar o despacho publicado no Diário da República.

Ensinos Básico e Secundário
Quadro n.º 1

Períodos Início Termo
1.º Entre 12 e 17 de Setembro (As aulas depois de iniciadas não podem ser interrompidas) 14 de Dezembro
2.º 3 de Janeiro 14 de Março
3.º 31 de Março A partir de 6 de Junho, para os 9.º, 11.º e 12.º anos, e de 20 de Junho, para os restantes anos de escolaridade

Quadro n.º 2

Interrupções Datas
1.º De 17 de Dezembro a 2 de Janeiro
2.º De 4 a 6 de Fevereiro
3.º De 17 a 28 de Março



Publicado por marquesarede às 09:34
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FERIAS

Ciência nas Férias

 

Edição 2007


Ciência nas Férias proporciona aos estudantes do ensino secundário uma oportunidade de aproximação à realidade do trabalho de investigação científica, através da participação em estágios científicos em laboratórios de diferentes instituições. Os estágios decorrem durante o período de férias escolares dos alunos, nos meses de Verão.


Inscrições abertas!


Cartaz "Ciência nas Férias"


Estágios


ESTÁGIOS COM VAGAS

LISTAGEM TOTAL DE ESTÁGIOS
Pesquisa por título, área científica, instituição, área geográfica


Estágios em Laboratórios Portugueses com Estudantes Espanhóis


Estágios em laboratórios científicos em Espanha

LISTAGEM DE ESTÁGIOS EM ESPANHA

Em colaboração com a Fundación Española para la Ciencia y la Tecnología (FECYT).



  • Os estágios destinam-se apenas a alunos do ensino secundário;
  • Decorrem durante os meses de Julho, Agosto e Setembro;
  • A duração é variável, em geral entre uma e duas semanas;
  • A selecção dos alunos é da responsabilidade das instituições que asseguram os estágios; Esta selecção realiza-se após o final do prazo de inscrições.
  • No final do período de estágio, os alunos deverão preencher uma ficha de avaliação (online);
  • Cada aluno recebe um certificado de presença, no caso de frequência assídua, passado pela instituição que assegurou o estágio.



Publicado por marquesarede às 09:29
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FERIAS

 

Ciência Viva no Verão
Edição de 2007 (15 de Julho a 15 de Setembro)

 

 

Título: GeoBioDiversidade na Margem do Estuário
(Escola Secundária com 3º ciclo Jorge Peixinho)
Data de ínicio: 29-07-2007 10:00:00   Inscreva-se Online (gratuito) (14 vagas)
Ponto de encontro: Sítio Das Hortas / Pólo de Animação Ambiental (perto do Free Port - seguir placares indicativos de pólo de Animação Ambiental)
Localidade: Alcochete / ALCOCHETE / SETÚBAL
Itinerário: Sítio das Hortas - Percurso de aproximadamente 500 metros ao longo da margem do Tejo - regresso.
Número de participantes: 12
Inscrição prévia: Obrigatória
Responsável pela acção: Maria de Jesus Ribeiro
Descrição: Esta acção pretende chamar a atenção para a diversidade de materiais geológicos desta margem do Estuário do Tejo, conduzindo à descoberta da sua história: como aqui chegaram, porque ficaram por cá e qual o seu papel.

 
Título: As Areias Contam a Sua História
(Escola Secundária com 3º ciclo Jorge Peixinho)
Data de ínicio: 15-07-2007 10:00:00
Ponto de encontro: Praia de Alcochete - junto ao bar «Picolé»
Localidade: Alcochete / ALCOCHETE / SETÚBAL
Itinerário: A totalidade da actividade desenvolver-se-á em local fixo, na Praia de Alcochete.
Responsável pela acção: Maria de Jesus Ribeiro
Descrição: Esta acção tem por objectivo relacionar as características de diferentes tipos de areia existentes nas praias com a história da sua formação. Saber o porquê da variedade das areias existentes nas nossas praias. Porque serão elas diferentes? Como se formaram? Enfim, que história cada uma delas nos pode contar...


Publicado por marquesarede às 09:24
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PORTUGUES EXAMINADO

Os exames nacionais do 9.º ano do Ensino Básico revelam uma melhoria dos resultados da disciplina de Língua Portuguesa e a persistência de dificuldades na de Matemática.

Na disciplina de Língua Portuguesa, a larga maioria dos alunos alcançou uma classificação positiva.

Ao contrário, os resultados do exame de Matemática confirmam a persistência de dificuldades nas condições de ensino e aprendizagem desta disciplina.

Quando estes resultados indicam que persistem os problemas com a Matemática, o Ministério da Educação garante que continuará a tomar medidas para inverter a situação.

Os resultados serão devolvidos, mais uma vez, às escolas e aos professores para análise e reavaliação das estratégias e dos instrumentos de recuperação.

  • Resultados dos exames nacionais do 9.º ano – Português e Matemática [PDF]


Publicado por marquesarede às 09:18
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2007
MATEMÁTICAMENTE FALANDO...

 

Quase três em cada quatro alunos do 9º ano tiveram negativa no exame nacional de Matemática, um desempenho ainda mais negro do que o registado no ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação.

Um ano depois de ser lançado o plano de acção para melhorar os tradicionais maus resultados à disciplina, as negativas a Matemática acentuaram-se significativamente, passando de 63 por cento em 2006 para 72,8 por cento este ano.

Entre os cerca de 96 mil alunos que realizaram a prova a 21 de Junho, 25 por cento (24.656) obtiveram nível um, o mais baixo de uma escala até cinco valores, e 47,2 por cento (45.471) não foram além do nível dois, ainda negativo.

Assim, só 27,2 por cento dos estudantes conseguiram positiva no exame da disciplina mais temida, sendo que destes apenas 1,4 por cento (1.326 alunos) alcançaram o nível máximo.

A Associação de Professores de Matemática encarou «com grande preocupação» estes resultados, não conseguindo apontar causas para o aumento significativo das negativas.
«É grave que isto aconteça, mas é muito difícil apontar causas", na opinião da presidente da APM, Rita Bastos. «Não nos parece que o exame tenha sido mais difícil do que no ano passado. Não conseguimos explicar isto, nem perceber o que aconteceu», frisou, considerando que as notas deste ano terão de originar «uma análise muito profunda dos exames».

«Estávamos confiantes numa ligeira melhoria de resultados porque achámos que a prova estava adequada ao programa e não por causa do plano, uma vez que já sabíamos que este nunca poderia ter reflexos este ano. Trata-se de um investimento a longo-prazo que intervém em aspectos muito complexos como a postura dos alunos em relação à própria escola", concluiu.

 

A oposição considerou muito «preocupantes e decepcionantes» os resultados do exame, defendendo a necessidade de repensar o ensino e a política educativa do Governo.

Em declarações à agência Lusa, o deputado do PSD Pedro Duarte defendeu «uma absoluta inversão do modelo que tem vindo a ser seguido» pelo Ministério da Educação, propondo «um combate ao facilitismo» e uma melhoria do relacionamento da tutela com os professores, que afirma ser «de constante crispação».

Também o deputado comunista Miguel Tiago considera que «a diminuição do número de positivas revela a degradação da qualidade do ensino». «A ministra fez-nos crer que o Plano de Acção para a Matemática ia resolver todos os problemas, mas não foi mais do que uma acção de propaganda, de cosmética. São necessárias medidas estruturais», afirmou, salientando, contudo, que o plano de recuperação de resultados à disciplina foi concebido para três anos.

Diogo Feio, deputado do CDS-PP e ex-secretário de Estado da Educação, classificou de «muitíssimo decepcionantes» as notas registadas na prova de Matemática, considerando que é necessário repensar o sistema de ensino e, nomeadamente, o facto de os alunos só enfrentarem os primeiros exames nacionais ao fim de nove anos de escolaridade.

«Dramático» é, por seu lado, o adjectivo escolhido pelo Bloco de Esquerda para classificar as negativas no exame, com a deputada Cecília Honório a defender que a tutela deve «ouvir mais seriamente as escolas e os professores» da disciplina.

 

fonte: Lusa



Publicado por marquesarede às 07:48
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2007
AGRUPAMENTO VERTICAL

EXPOSIÇÃO

 

PROCESSO ELEITORIAL PARA A COMISSÃO INSTALADORA DO AGRUPAMENTO VERTICAL NO CONCELHO DE ALCOHETE

 

 

Os signatários desta exposição representam na globalidade as preocupações das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Alcochete. Atendendo, ao curto período que tivemos para agilizar procedimentos e ao facto de alguns pais e encarregados de educação já terem iniciado as suas férias não foi possível alargar a recolha de assinaturas.

 

No decorrer do ano lectivo agora findo, cooperámos com os Conselhos Executivos e procurámos dinamizar o papel dos pais e encarregados de educação nas Escolas. Sempre no escrupuloso cumprimento da Lei.

 

A Legislação atribui competências e responsabilidade aos pais e encarregados de educação que nem sempre são respeitadas. Se analisarmos o art. 4º do Dec. - Lei 115-A/98 de 4 de Maio, o qual define princípios orientadores para a administração das escolas, sendo um deles (alínea a): “democraticidade e participação de todos os intervenientes no processo educativo, de modo adequado às características especificas dos vários níveis de educação e de ensino”, é fácil de concluir que no que respeita ao assunto desta exposição que a prática foi contrária ao estipulado, senão, vejamos:

 

  1. As Associações de Pais e Encarregados de Educação há muito que alertaram para que o próximo electivo fosse preparado com a devida antecedência;
  2. A preparação da escolha da Comissão Instaladora envolveu sempre a DREL, a Câmara Municipal de Alcochete e os Conselhos Executivos;
  3. As Associações de Pais e Encarregados de Educação raramente foram ouvidas neste processo;
  4. Só quando se perspectivava a ruptura do diálogo entre aqueles agentes do processo, é que procuraram o apoio das Associações de Pais e Encarregados de Educação;
  5. Tendo havido a decisão de se iniciar o processo eleitoral, mais uma vez as Associações de Pais e Encarregados e Educação não foram ouvidas.

 

Face ao exposto e atendendo ao facto de que somos da opinião, que o processo eleitoral poderá descambar para outro tipo de conflitos, próprios da natureza humana. Entendemos solicitar a V. Exa. que analise com carácter urgente, este documento, devido à proximidade do acto eleitoral, previsto para dia 18 de Julho e acima de tudo porque urge preparar o ano lectivo e adequar o cumprimento da missão que a todos nos une: preparar os filhos e alunos com uma boa educação.

 

Antes porém, convém salientar que tudo foi feito para sanar as situações junto dos órgãos intervenientes e citados anteriormente.

 

Posto isto, consideramos que o Regulamento Regulador do Processo Eleitoral em causa não cumpre escrupulosamente a Lei, bem como não é suficientemente claro e transparente para atenuar futuros conflitos. Vejamos:

 

  1. No ponto 3 estabelece que votarão 20 representantes dos Pais e Encarregados de Educação e distribuídos do seguinte modo:

- Da E.B. 2,3 El Rei D. Manuel I (2 representantes por cada ano de escolaridade, o que perfaz 10 representantes);

- Do Agrupamento de Escolas de Alcochete (1 representante por cada equipamento escolar, o que perfaz 10 representantes).

 

O Decreto-lei em causa estabelece no art. 19, parágrafo 2 que: “no ensino básico, o direito à participação dos pais e encarregados de educação em número não superior ao número de turmas em funcionamento”. E para o ensino secundário “ o direito à participação de um aluno por turma e de dois pais ou encarregados de educação, por cada ano de escolaridade”.

 

Como tal, entendemos que é redutor aplicar o princípio com que se rege o ensino secundário ao ensino básico.

 

Para além disto, foi-nos transmitido que pretendiam salvaguardar a regra de não existir um maior número de pais e encarregados de educação a votar comparativamente com o corpo docente. Apraz-nos dizer que não existe esta limitação restritiva na Lei. O que está estipulado, art. 9, é que na composição da Assembleia (de Escola) “não pode o número de representantes do corpo docente ser superior a 50% da totalidade dos elementos”.

 

Acrescente-se por outro lado que em lado algum da Lei se pode inferir que compete às Associações de Pais e Encarregados de Educação a indicação dos seus representantes para participarem num processo eleitoral desta natureza. Mesmo que se queira por similitude de princípio recorrer a esta metodologia, invocando o art. 12º alterado pela Lei nº 24/99, é estabelecido que “a participação dos pais e encarregados de educação na actividade da escola se faz depois de serem indicados em assembleia-geral”.

Conforme se pode depreender e atendendo à circunstância das Associações de Pais e Encarregados de Educação não terem sido ouvidas previamente será impossível cumprir as normativas.

 

Para solucionar estas questões consideramos que devem constar dos cadernos eleitorais unicamente os representantes de cada turma eleitos e em funções no decorrer do ano lectivo agora terminado.

 

  1. O ponto cinco do documento regulador estabelece a constituição de uma comissão de acompanhamento de todo o processo. Mais uma vez os pais e encarregados de educação foram relegados, pelo facto de não integrarem a mesma.

 

Aproveitamos para alertar que nos parece ser inédito, uma comissão desta natureza ser composta por um número par de membros. É comum a composição ser constituída por um número ímpar para evitar situações de impasse e ter que recorrer a outras instâncias em pequenas situações que poderão ocorrer.

 

  1. No que respeita aos pontos dois, três e sete do mesmo documento entendemos ser oportuno colocar questões que não estão claras nem transparentes:

 

- Em que condições a urna é deslocada do local onde ocorreu o acto eleitoral para outro diferente, de modo a que se proceda ao o escrutínio? Quem é o responsável pelo transporte da mesma?

 

- Os cadernos eleitorais são iguais em ambos os locais de voto? Como se processa a inibição de alguém votar, num dos locais se entretanto já tenha feito no outro local?

 

- A aceitação das listas é feita até às 16h30, do dia 9. Quem é que confere a elegibilidade das candidaturas, com a campanha a iniciar-se de imediato no dia seguinte?

 

- Diz o art. 21 que “o presidente da assembleia, após confirmação da regularidade do processo eleitoral, procede à homologação dos respectivos resultados, conferindo posse aos membros nos 30 dias subsequentes”. Fica-nos a dúvida sobre quem recai a presidência da convocação do acto eleitoral bem como de todo processo.

 

 

Resta-nos finalizar renovando os nossos votos para que a decisão de V. Exa., tenha em linha de conta a vontade manifestada por todos os subscritores de que pretendemos auxiliar ao desenrolar de um processo claro e transparente e que os eleitos tenham em consideração que poderão sempre contar com a participação activa e dinâmica das Associações de Pais e Encarregados de Educação.

 

 

Alcochete, 9 de Julho de 2007

 

 

APEE da Escola da Restauração –

 

 

 

APEE Escola nº 1 de Alcochete –

 

 

 

APEE Escola nº 2 de Alcochete –

 

 

 

APEE da Escola do Samouco –

 

 

 

APEE da Escola de S. Francisco –

 

 

 

APEE da Escola El-Rei D. Manuel I –

(assinaturas constantes no doc original)



Publicado por marquesarede às 20:23
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CARTA EXPOSIÇÃO

Pelo interesse que representa para a comunidade educativa de Alcochete, aqui se reproduz o documento recebido do Presidente da A.Pais, da EB 2,3 D.Manuel I,para a sua devida publicitação.

Exmos. Srs. DREL,

Exmo. Sr. Vereador da Educação,

Exmas. Sras. PCE’s das Escolas de Alcochete

Exmos. Srs. Presidentes das APEE’s de Alcochete

Caros colegas da APEE da Escola D. Manuel I

Companheiras e companheiras

O lectivo de 2006/07 está a finalizar e vai-se iniciar um novo ciclo de gestão escolar. Vão-se realizar eleições para a escolha da Comissão Instaladora do novo Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete.

Para se chegar até aqui, foram ultrapassados inúmeras resistências. Atitudes próprias de quem está habituada ao imobilismo nacional.

Entendi escrever esta mensagem em respeito aos valores: da honestidade, da frontalidade e da coerência.

Este texto não vincula os meus colegas dos Órgãos Sociais da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola El-Rei D. Manuel I.

Procurarei ser sintético, mas claro, indo directamente às questões que entendo serem relevantes:

 

1.       Desde 1999, que defendo a gestão vertical das escolas em Alcochete.

Outros no passado partilhavam a mesma clareza e frontalidade de ideias, mas ao assumirem novas responsabilidades terão alterado de opinião. No entanto, não quero acreditar que tenham pugnado pelo princípio muito usual para quem assume funções de poder: dividir para reinar.

 

2.       Naquela época e na qualidade (fundador) presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola e do Jardim-de-infância da Restauração, colaborei na génese do regulamento que deu corpo ao agora findo Agrupamento Horizontal de Escolas de Alcochete.

 

3.       Sempre entendi que os pais e encarregados de educação têm o dever de acompanhar a educação dos filhos e o direito em intervir participativamente no processo educativo junto da Escola. Integrados no âmbito que a Lei confere. Vivendo estes princípios e recorrendo a outros instrumentos, pugnei e foi aceite que os pais e encarregados de educação participação no limite máximo que Lei confere em todas as actividades da Escola.

 

4.       No decorrer destes anos lectivos e pela experiência que fui adquirindo ao envolver-me no processo educativo, retiro algumas constatações:

 

- Existe uma cultura em lavar as mãos como Pilatos, quando surgem situações adversas;

- Há responsáveis na educação, incluindo na classe dos docentes que apregoam à participação dos pais e encarregados de educação, mas depois procuram com artes e ofícios evitar que tal prática aconteça;

- Os pais e encarregados de educação, deveriam sentir-se representados nas associações e estas por outro lado deveriam ter uma atitude de maior diálogo e parceria.

 

Tecidas estas considerações, vamos ao actual momento:

 

5.       Em anexo segue a exposição assinada pela quase totalidade das Associações de Pais e Encarregados de Educação de Alcochete, a qual é bastante elucidativa de tudo quanto ocorreu neste período.

 

6.       Como se pode constatar o documento foi entregue em mão na DREL à pessoa que nos foi indicada como responsável pelo acompanhamento deste processo. (Em anexo segue o documento original do documento regulador do processo eleitoral).

 

7.       Naquele momento e após uma breve troca de opiniões com a pessoa em questão, foi-nos transmitido que as Associações de Pais e Encarregados de Educação tinham razão. No entanto iriam proceder a uma análise mais profunda da Exposição. Posteriormente, comunicariam às Associações o respectivo parecer, bem como aos Conselhos Executivos.

 

8.       Ao invés, os responsáveis da DREL comunicaram exclusivamente a decisão à Presidente do Conselho Executivo da Escola El-Rei D. Manuel I. Às Associações de Pais e Encarregados de Educação nada foi dito. Sendo este comportamento estranho, manifesta de igual modo uma clara falta de respeito e de educação para alguns parceiros educativos.

 

Finalmente, e por uma questão de coerência, honestidade e frontalidade e atendendo à circunstância de já antes ter sido aprovado em reunião de Direcção da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola El-Rei D. Manuel I, assumi a responsabilidade de não sugerir nenhum representante para exercer o voto na eleição da Comissão Instaladora. Simultaneamente, comuniquei à senhora Presidente do Conselho Executivo que não tentasse fazer essa indicação, porque poderia estar abrir um precedente complicado.

 

Em remate conclusivo, resta-me apelar para que ao abrir-se um novo ciclo de gestão:

 

A.             O próximo Conselho Executivo e o corpo docente entendam que as Associações de Pais e Encarregados de Educação não são um empecilho no processo educativo, pelo contrário e na presente actualidade podem ser muito úteis e produzir uma excelente parceria;

 

B.             Os pais e encarregados de educação compreendam que será mais eficaz sentirem-se representados nos problemas comuns através da Associação.

 

C.             Que os futuros responsáveis das Associações de Pais e Encarregados de Educação consigam avançar num passo seguinte: formalização de uma estrutura de diálogo concelhia.

 

Quem me conhece sabe que nunca deixarei de expressar a minha opinião quando acredito em causas comuns.

 

Agradeço a todos que me acompanharam nesta difícil tarefa.

 

Bem hajam.

 

 

Zeferino Boal



Publicado por marquesarede às 16:21
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Segunda-feira, 9 de Julho de 2007
VALORES
Um professor, diante da sua turma, sem dizer uma só palavra, pegou num pote de vidro (grande e vazio) e começou a enchê-lo com bolas de golf.
Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e, imediatamente, todos disseram que sim.
O professor pegou, então, numa caixa de berlindes e esvaziou-a dentro do pote.
Os berlindes encheram todos os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir dos seus alunos que sim.
Em seguida, pegou numa caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote.
A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote estava, agora, cheio.
Então, o professor pegou numa chávena de café (líquido) e derramou-o sobre o pote, humedecendo a areia.

Os alunos riam da situação, quando o professor disse:
"Quero que entendam que o pote de vidro representa as nossas vidas.
As bolas de golf são os elementos mais importantes, como a família e os amigos.
Seria com elas que as nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade.
Os berlindes são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa, o carro, ...
A areia representa todos as pequenas coisas…
Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para os berlindes.
O mesmo acontece nas nossas vidas.
Se gastamos todo o nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes.
Prestem atenção às coisas que são primordiais para a vossa felicidade.
Brinquem com os filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos…
Procurem o conhecimento, estudem, pratiquem o vosso desporto favorito…
Sempre haverá tempo para as outras coisas,
mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar.
O resto é apenas areia."

Um aluno levantou-se e perguntou o que representava o café.

O professor respondeu:
"Que bom teres-me feito essa pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja a nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo.


Publicado por marquesarede às 12:38
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Sábado, 7 de Julho de 2007
Campus Party Portugal 2007.

Passatempo


“Para ganhares uma entrada (e olha que são 42 Euros), terás que enviar um e-mail para passatempo@reviews.com.pt dizendo-nos em que ano, e onde, foi realizada a primeira Campus Party. Para além disso terás também de construir uma frase criativa onde entrem as palavras ‘Reviews’ e ‘Campus Party’. No e-mail deverão constar o nome completo e também o número do Bilhete de Identidade.”

Página oficial evento:

 http://campusparty.aeiou.pt 

 



Publicado por marquesarede às 17:43
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ARGUMENTAÇÃO
           

ARGUMENTAÇÃO

Instituto Superior Técnico

Sumário : Os problemas relacionados com a compreensão da Argumentação, bem como o seu papel no raciocínio humano, a sua formalização e respectivas aplicações têm sido estudados por vários campos, nomeadamente da Filosofia, Lógica e principalmente IA. A ideia geral da Argumentação é de que um argumento é aceite se consegue resistir com sucesso aos seus contra-argumentos. As crenças de um agente racional são caracterizadas pelas relações entre os argumentos em que se baseiam nessas mesmas crenças e os argumentos exteriores que as contrariam. Portanto, a Argumentação é de certa maneira baseada numa estabilidade com o exterior que torna os argumentos sugeridos aceites. Para além do estudo do conceito de Argumentação na sua generalidade, este trabalho passou, pela apresentação dos conceitos fundamentais ligados à argumentação baseada em lógica clássica (proposicional) e pelo desenvolvimento da argumentação baseada em lógica não-monótona, utilizando a lógica de omissão de Reiter.
Dia : 11-Jul-2007    Hora : 11:00:00    Sala : IST - Pavilhão de Eng. Cilvil, r/c - sala V001


Publicado por marquesarede às 13:28
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Sexta-feira, 6 de Julho de 2007
AGRESSÕES ON LINE

Aproximadamente um terço dos adolescentes norte-americanos (32%) já sofreu algum tipo de agressão online, uma prática conhecida como «ciberbullying». Um estudo revela que 32% dos jovens são ameaçados, têm ficheiros encaminhados sem autorização ou boatos espalhados na Internet.

 Ler aqui, no Diário Digital.



Publicado por marquesarede às 15:43
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007
MUDANÇAS

Mudanças no Português em 2008

 


Não sei se é de conhecimento de todos, mas descobri por estes dias que o nosso bom e velho português sofrerá algumas mudanças em sua grafia.
A partir de janeiro de 2008, Portugal e os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste terão a ortografia unificada.

O português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol. A ocorrência de ter duas ortografias atrapalha a divulgação do idioma e a sua prática em eventos internacionais. Sua unificação, no entanto, facilitará a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros.
Porém as pronúncias típicas serão mantidas.

Resumindo a história, as mudanças serão as seguintes:
- As paroxítonas terminadas em “o” duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de “abençôo”, “enjôo” ou “vôo”, os portugueses terão que escrever “abençoo”, “enjoo” e “voo”.

- mudam-se as normas para o uso do hífen

- Não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes, ficando correta a grafia “creem”, “deem”, “leem” e “veem”.

- Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como “louvámos” em oposição a “louvamos” e “amámos” em oposição a “amamos”.
- O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de “k”, “w” e “y”.

- O acento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição).

- Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” . O certo será assembleia, ideia, heroica .


Leia a Opinião do Professor Pasquale AQUI


Publicado por marquesarede às 22:34
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