Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Quinta-feira, 28 de Junho de 2007
O PRÉMIO

Escola El-Rei D. Manuel I em Alcochete
Alunos ganham Prémio Ilídio Pinho

A Escola Básica do 2.º e 3.º Ciclos El-Rei D. Manuel I foi distinguida, dia 26 de Junho, com o primeiro prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola” com o projecto “A Atmosfera: local de investigação e de descoberta”.

A Directora Regional de Educação do Norte, Dr.ª Margarida Moreira, o Presidente da Fundação Ilídio Pinho, Eng.º Ilídio Pinho, e o administrador do Banco Espírito Santo, Dr. Jorge Martins, procederam à entrega dos prémios aos professores e alunos dos projectos vencedores, na sede da Fundação, no Porto.

O Vereador da Educação, Paulo Machado, a Presidente do Conselho Executivo da Escola El-Rei D. Manuel I, Ana Fidalgo, os professores Carlos Gonçalves e Arlindo Fragoso e os alunos Alexandre Figueiredo, Bernardo Ferreira, Bruno Machado, Inês Seabra, Marcelo Marques e Mariana Ferreira receberam o troféu em prata e o prémio pecuniário no valor de 12.500 euros.

O Prémio Fundação Ilídio Pinho, instituído em 2001 para premiar projectos nas disciplinas da Matemática, Física, Biologia e Ciências da Terra, foi, na sua 5:ª edição, dirigido a projectos interdisciplinares, no âmbito da missão da Fundação de “contribuir para que a ciência seja um factor de desenvolvimento económico, de progresso social e de solidariedade”.

“A Atmosfera: local de investigação e de descoberta”, projecto desenvolvido na Escola E.B. 2,3 El-Rei D. Manuel I de Alcochete nos meses de Fevereiro a Junho, contou com a participação de 60 alunos, sob a orientação dos professores Carlos Gonçalves, Arlindo Fragoso e Vera Rafael e a colaboração e apoio dos Encarregados de Educação, com destaque para o Prof. Doutor Álvaro Pinto, investigador na Faculdade de Ciências de Lisboa. O projecto envolveu as disciplinas de Ciências Físico-Químicas, Área Projecto, Ciências Naturais e Geografia e consistiu na observação, registo e estudo de fenómenos atmosféricos, o registo de imagens de satélite e a recolha, observação e análise de micrometeoritos.

“Satisfação e orgulho são o que eu sinto por ver esta iniciativa não só perdurar, mas crescer, florescer e dar frutos”, salientou o Presidente da Fundação Ilídio Pinho. “Sente-se hoje e aqui o empenho, o entusiasmo e a alegria de milhares de professores e alunos pelo trabalho realizado e por verem o seu esforço reconhecido”, acrescentou o Engº Ilídio Pinho, manifestamente satisfeito com a participação de 130 concorrentes na edição de 2006/2007.

“Há dias que valem uma vida e este é certamente um dos dias que vale o trabalho de todos quantos na educação fazem dela a sua profissão”, afirmou a Directora Regional de Educação do Norte, Margarida Moreira.

Refira-se ainda que, a Escola Básica de 2.º e 3.º Ciclos e Secundária de Lanheses recebeu ex-aequo o primeiro prémio com o projecto “Nas asas das borboletas: indicadores de monitorização da qualidade ambiental”. A Escola Básica 2,3 e Secundária Dr. Alberto Iria, de Olhão (Projecto “Aquários Vivos”), a Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, de Odemira (Projecto “Centro de Projectos de Investigação em Ciências e Tecnologias”), a Escola Secundária da Mealhada (Projecto “Minimização do impacte ambiental com reutilização dos óleos usados para produção de biodiesel”, a Escola Tecnológica e Profissional da Lousã e Sicó – Pólo de Penela (Projecto “Estudo dos méis nas serras da Lousã e Sicó” e a E.B. 2,3 Dr. José Pereira Tavares Pinheiro – Bemposta (Oliveira de Azeméis) foram também distinguidas com menções honrosas.

Rostos



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Quarta-feira, 27 de Junho de 2007
LATA DE REFRIGERANTE MATA

Lata de refrigerante. Foto: DR

Estudante morto por ratos

 Alerta aos incautos

 

Bebeu de uma lata que estaria contaminada com urina de ratos, durante uma festa de Santo António. Não resistiu à infecção e morreu no dia 17. Pai ficou incrédulo quando descobriu a forma como o seu filho morreu
 

Um estudante do curso de Direito da Universidade Internacional (UI) da Figueira da Foz morreu devido a uma infecção sanguínea fulminante provocada pela leptospira, uma bactéria transmitida pela urina dos ratos.

O jovem terá contactado com uma lata contaminada, segundo a edição do Correio da Manhã desta quarta-feira.

O incidente ocorreu na noite da Festa de Santo António, no dia 13, na Figueira da Foz, onde esteve com um grupo de amigos. Luís Daniel Maneca Nabais, de 34 anos, era natural da Guarda e um dos principais dinamizadores da Imperial Neptuna Académica.

Chegou debilitado ao Hospital da Figueira da Foz e devido ao seu estado grave foi transportado para o Hospital dos Covões, em Coimbra, onde ficou internado nos cuidados intensivos. Não resistiu à infecção e faleceu na madrugada do dia 17.

«Peste-negra continua a matar»

«A infecção generalizou-se no organismo muito rapidamente. Os médicos disseram-nos que tudo aponta para que tenha sido provocada pela urina de ratos», explicou Octávio Santos Nabais, pai do estudante que ficou incrédulo quando descobriu que a «peste-negra continua a matar».

Os pais afirmaram desconhecer por completo o local onde o filho se encontrava quando foi infectado. Luís Nabais frequentava a UI há 12 anos, tempo durante o qual cancelou algumas matriculas, para trabalhar no ramo de informática. «Mas nunca nos deixou ficar mal», conta o mãe, Regina Nabais.

De acordo com os pais, Nabais era «saudável» e tinha «bons hábitos» e o presidente da Associação de Estudantes da UI lembra que Nabais era muito conhecido e dinamizador do «meio académico».

Os pais de Luís dispensaram a autópsia ao filho querendo só confirmar, através de exames a amostras retiradas quando estava hospitalizado, a causa da sua morte. Segundo informações prestadas pelos médicos à família, os exames vão demorar dois meses.

 

fonte: Portugal Diario



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Quinta-feira, 21 de Junho de 2007
AFERIÇÕES

Quatro em cada dez alunos do 6º ano tiveram nota negativa na prova de aferição de Matemática, a que registou os piores resultados, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério da Educação.

Nessa prova, 41 por cento dos alunos obteve "Não Satisfaz", dos quais 6,6 por cento tiveram a nota mais baixa, alcançando o nível 1, numa escala até cinco valores, o que equivale a uma classificação entre os zero e os 20 por cento.

Os resultados desta prova levaram o Governo a anunciar hoje que o plano de acção lançado há um ano para melhorar o desempenho dos alunos do 3º ciclo à disciplina será alargado, "com carácter obrigatório e urgente", ao 2º ciclo no próximo ano lectivo.

Já na prova do 4º ano os resultados foram mais animadores, uma vez que a percentagem de notas negativas (19,7 por cento) é menos de metade da verificada no segundo ciclo.

Enquanto a prova de Matemática do 6º ano é a que regista a maior percentagem de notas mais baixas, a do 4º ano é a que apresenta o maior número de "Muito Bons", com dez por cento dos alunos a alcançar os cinco valores.

Na Língua Portuguesa, os resultados não evidenciam discrepâncias significativas entre os dois anos de escolaridade, com as notas concentradas mais próximo da média. Entre os alunos do 6º ano, 85 por cento obteve nota positiva, um resultado alcançado por quase 90 por cento dos colegas do 4º ano.

Apesar de divulgar ontem as notas das provas de aferição, por percentagem, o Ministério da Educação recusou adiantar as médias nacionais às duas disciplinas.

Nos dados divulgados, a tutela também não especifica o desempenho dos alunos nas diferentes competências que estavam a ser testadas, uma informação que será analisada nos cerca de 30 mil relatórios que a tutela vai elaborar por turma e por escola.

A partir desses documentos, que serão enviados aos estabelecimentos de ensino no princípio de Outubro, os professores vão poder avaliar as competências em que os alunos demonstram mais dificuldades e orientar, nesse sentido, a sua prática lectiva a partir do próximo ano lectivo.

Cerca de 250 mil alunos dos 4º e 6º anos realizaram no final de Maio as provas de aferição a Língua Portuguesa e Matemática, testes que não contam para nota, mas que, pela primeira vez, foram aplicados universalmente e não apenas a uma amostra dos estudantes.



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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007
Ensino ON-LINE

O acesso a uma plataforma de ensino e aprendizagem em linha (on-line), designada Moodle, passou a ser possível para qualquer escola interessada, da rede pública do Ministério da Educação, com alunos do 5.º ao 12.º ano.

A Moodle permite criar espaços de apoio a disciplinas, projectos e outras actividades nas escolas, disponíveis em linha para qualquer utilizador com acesso à Internet.

Lançada em Julho de 2005, em colaboração com a Fundação para a Computação Científica Nacional, esta iniciativa pretende fomentar o aproveitamento das vantagens do ensino e aprendizagem em linha, através do uso generalizado da plataforma.

Atinge-se assim a fase da generalização de um projecto iniciado pela equipa de missão Computadores, Redes e Internet nas Escolas, cujos objectivos foram entretanto integrados na Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Um dos resultados esperados desta generalização é um ambiente digital de trabalho capaz de sustentar a criação de campus virtuais nas escolas do ensino básico e secundário, em articulação com o objectivo do Programa Ligar Portugal.

aqui:  (www.ligarportugal.pt).



Publicado por marquesarede às 12:54
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...

CONVITE-DEBATE

aqui:

Dia 26 de Junho Dia internacional contra o abuso e o tráfico ilícito de droga.



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MATRÍCULAS E NORMAS A SEGUIR

O despacho que estabelece as normas a observar nas matrículas dos alunos dos ensinos básico e secundário já foi assinado, aguardando publicação no Diário da República.

Neste despacho, que se aplica às escolas e aos agrupamentos de escolas dos ensinos básico e secundário públicos, particulares e cooperativo, são definidas igualmente as condições da distribuição dos alunos, bem como do período de funcionamento e da constituição das turmas.

 

No ensino básico, o pedido de matrícula, que decorre do início de Janeiro até 31 de Maio do ano lectivo anterior, pode ser efectuado presencialmente ou via on-line, na escola ou no agrupamento de escolas de escolas da área de residência do aluno ou da actividade profissional dos pais ou encarregados de educação.

 

De acordo com as novas normas, as crianças que completem os seis anos de idade entre 16 de Setembro e 31 de Dezembro são autorizadas a efectuar a matrícula nesse ano lectivo, se tal for requerido pelo encarregado de educação.

No ensino secundário, o pedido de matrícula pode ser efectuado presencialmente ou via on-line, sendo dirigido à escola ou agrupamento de escolas onde o aluno concluiu o ensino básico, em prazo a definir pela escola, não podendo ultrapassar a data limite de 15 de Julho.

A renovação da matrícula tem lugar, nos anos lectivos subsequentes ao da matrícula até à conclusão do respectivo nível de ensino e para prosseguimentos de estudos, em prazo a definir pela escola, não podendo ultrapassar a data limite de 15 de Julho ou o terceiro dia útil seguinte à definição da situação escolar do aluno.

Para mais informações, consultar:

  • AQUI:  [PDF]


Publicado por marquesarede às 12:42
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ELEIÇÕES CONSELHO DAS ESCOLAS

ELEIÇõES A 28 de JUNHO

O Conselho das Escolas é um órgão consultivo do Ministério da Educação, constituído com o objectivo de contribuir para uma participação mais efectiva das escolas na definição da política educativa.

Este órgão consultivo, criado pela primeira vez, funciona como uma instância representativa dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

De acordo com a nova lei orgânica do Ministério da Educação, no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), o Conselho das Escolas tem como missão representar os estabelecimentos de educação e ensino junto do ME no que diz respeito à definição de políticas relevantes para os respectivos níveis de escolaridade.

Atribuições do Conselho das Escolas

  • Assegurar a representação das escolas;
  • Participar na definição da política educativa para a educação pré-escolar e os ensinos básico e secundário;
  • Pronunciar-se sobre os projectos de diplomas legislativos e regulamentares directamente respeitantes à educação pré-escolar e aos ensinos básico e secundário;
  • Elaborar propostas de legislação ou regulamentação;
  • Pronunciar-se sobre todas as demais questões, designadamente de natureza administrativa e financeira de relevância pública para atingir os objectivos definidos na Lei de Bases do Sistema Educativo;
  • Contribuir para o desenvolvimento do ensino e da cultura, bem como para a dignificação das funções da escola e do estatuto de todos os membros da comunidade educativa;
  • Pronunciar-se sobre a reestruturação da rede pública de estabelecimentos de educação, nomeadamente sobre a sua criação, integração, modificação ou extinção.

O Conselho das Escolas é composto por 60 presidentes dos conselhos executivos, eleitos por sufrágio directo dos presidentes dos conselhos executivos, de acordo com os círculos eleitorais, coincidentes com as áreas dos distritos administrativos do continente.

As eleições são marcadas com 60 dias de antecedência pelo membro do Governo responsável pela área da educação.

O Conselho das Escolas, cujos membros têm um mandato de três anos, é composto por um plenário e por um presidente eleito pelo plenário.

Periodicidade das sessões do plenário

O plenário reúne-se em sessões ordinárias e extraordinárias:

  • As sessões ordinárias são semestrais, a realizar em dia e hora a fixar pelo presidente;
  • As sessões extraordinárias podem ser convocadas em qualquer altura pelo membro do Governo responsável pela área da educação, pelo presidente do Conselho das Escolas ou, pelo menos, por um terço dos seus membros.

consultar aqui: Documentação de Referência.

cadernos eleitorais definitivos aqui: Setúbal [PDF]



Publicado por marquesarede às 12:24
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PROVA DE PORTUGUÊS
No segundo dia de exames nacionais, o primeiro de exames do Ensino Básico, continuam as críticas ao ministério da Educação. A Associação de Professores de Português (APP) voltou  a reprovar a elaboração da prova realizada pelos alunos do 9.º ano, ao considerar que o exame de Língua Portuguesa do Ensino Básico incluía num dos grupos os tópicos de resposta.
Para a APP, os critérios de avaliação da última questão da prova são "pouco correctos". A associação refere-se ao grupo de desenvolvimento de escrita, onde era pedido aos alunos que elaborassem um texto e cujo enunciado pedia que as ideias estivessem organizadas, expostas correctamente e que o texto fosse revisto e corrigido.
Paulo Feytor Pinto, presidente da APP, considera inaceitável que os alunos recebam na pergunta tópicos da resposta.
“É incrível que estas indicações venham no enunciado, pois é precisamente para testar conhecimentos que os alunos fazem exame.” Feytor Pinto sublinha que este é um problema que se verifica há vários anos. E acrescentou que é por atitudes como esta que os alunos consideram o exame “foi fácil”.
A APP voltou, também, a criticar a falta de um exame de oralidade e considerou que os conhecimentos literários ficaram de fora da avaliação.
“O exame foi fácil, stôra”
De um modo geral e segundo análise das várias manifestações apuradas pela comunicação social á porta das escolas, o ambiente foi de boa disposição. No final do exame de Língua Portuguesa a maioria dos alunos estava optimista em relação à nota.
“O exame correu-me muito bem. Era fácil e tinha pouca gramática”, diz Pedro Ferreira, de 15 anos que foi a exame com três a Português (no Ensino Básico as classificações oscilam entre um e cinco valores).
A mesma opinião era partilhada por Nídia Pires que até se queixou de ter estudado demasiada matéria. “Estudámos os Lusíadas e Gil Vicente e depois não saiu nada.”
O optimismo era tanto que os alunos procuravam os professores para lhes dizer que a prova não tinha sido complicada. “O exame foi fácil, stôra”, foi uma das frases mais ouvidas.
Agora já só falta o exame de Matemática, amanhã de manhã, e começam oficialmente as férias para os alunos do 9.º ano.


Publicado por marquesarede às 11:29
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007
NOVAS OPORTUNIDADES

Governo reforça oferta de cursos profissionalizantes para diminuir abandono escolar

 

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje em Torres Novas um reforço substancial de cursos profissionalizantes para o ensino básico e secundário, numa aposta que visa combater o insucesso e abandono escolar.
Na apresentação dos cursos do programa «Novas Oportunidades» para o próximo ano lectivo, José Sócrates, citado pela «Lusa», explicou que o objectivo final do Governo é que metade dos alunos opte por este tipo de ensino, cumprindo as recomendações da OCDE nesta matéria.

 

Segundo primeiro-ministro, o aumento do número total de alunos nas escolas que se verificou no ano passado deve-se ao regresso de muitos jovens ao ensino através destes cursos, um resultado que inverte uma tendência de dez anos em que existiam cada vez menos jovens a estudar nestes escalões.

«São mudanças muito difíceis de aceitar», que não foram executadas pelos governos anteriores porque «só produzem resultados a longo prazo», disse José Sócrates, salientando que esta alteração é decisiva para o futuro de Portugal.

«Nenhum país pode competir na primeira linha da economia global se apenas tiver 30 por cento» da população com o 12º ano, afirmou.

Nesse sentido, é responsabilidade do Governo fazer a «promoção desses cursos profissionais e tecnológicos» de modo a que haja «procura» para a oferta agora apresentada.

«É muito importante que os jovens saibam que têm esta oportunidade», afirmou José Sócrates, instantes depois de ter entregue manuais com a oferta existente a finalistas do 9º ano.

Nos cursos profissionalizantes «a taxa de insucesso e abandono escolar é muito menor» porque os alunos sabem que saem da escola com uma certificação profissional que «os habilita para o mercado de trabalho», sublinhou o primeiro-ministro.



Publicado por marquesarede às 15:37
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Domingo, 17 de Junho de 2007
REFEIÇÕES,CÉREBRO E EXAMES

A partir de amanhã, há mais cerca de 280 mil estudantes do 9.º, 11.º e 12.º anos que vão entrar em época de exames. E como sempre leva os alunos a disparates: fazer directas, saltar refeições, dar umas dentadas à pressa, beber mais um café, encomendar uma pizza, comer um bolo, devorar apontamentos na véspera ou a caminho da prova.

Quase tudo o que os estudantes sempre fizeram e continuam a fazer quando se trata de estudar para as provas finais constitui um atentado ao cérebro, uma lista completa de maus tratos precisamente na altura em que este mais precisa de ser mimado. Os especialistas  ajudam, contudo, a encontrar caminhos alternativos e explicam por que é que algumas coisas podem fazer bem e outras fazem tão mal.

"Definitivamente "somos o que comemos" e uma alimentação saudável e adequada a cada caso também melhora significativamente o rendimento intelectual", afirma Eduarda Alves, dietista no Hospital São Francisco Xavier e mentora do site www.nutricaodietetica.com.
A clínica refere que "quem faz uma alimentação pobre em ácidos gordos Ómega 3 corre um risco maior de ter dificuldades de memória, de raciocínio e de aprendizagem", sendo vários os estudos onde se observou um aumento do QI por via de uma alimentação rica naquelas substâncias. Aqueles ácidos tornam mais fluidas "as membrana celulares, contribuindo para melhorar as sinapses entre os neurónios", explica. Por isso são facilitadores da comunicação entre as células do cérebro.

Os peixes, especialmente os gordos, são ricos nestas substâncias. São também um dos "ódios de estimação" de adolescentes e jovens, o que constitui um problema. Até porque Eduarda Alves refere que se deve consumi-los, no mínimo, cinco vezes por semana. As algas também são ricas no milagroso Ómega 3. Bastam pequenas quantidades e na sopa passam quase sem se dar por elas.

Pequeno-almoço sagrado

O cérebro usa energia para pensar. É por isso que uma das regras-base em épocas de avaliação deve ser a de nunca se sair de casa sem tomar o pequeno-almoço. Outra regra de base prende-se com a substituição das fontes de energia. Os açúcares simples fornecem-na, mas, ao contrário dos cereais integrais, por exemplo, não a asseguram de uma forma constante.

Francisco Varatojo, director do Instituto Macrobiótico de Portugal, explica o que acontece: "É especialmente importante evitar tudo o que sejam açúcares simples e refinados (bolachas, bolos, gelados, refrigerantes, chocolates, etc.), substituindo-os por hidratos de carbono complexos, tais como cereais integrais (arroz, cevada, aveia, millet, etc.) e leguminosas (feijão, grão, lentilhas, etc.). Os açúcares simples são absorvidos muito depressa pela corrente sanguínea, provocando um desequilíbrio químico que irá afectar duas capacidades cognitivas essenciais em alturas de avaliação: a memória e a concentração."

Estar focado numa só actividade é algo que hoje, para os adolescentes e jovens, parece quase impossível. Nas empresas a possibilidade de realizar várias tarefas ao mesmo tempo tende a ser valorizada, mas como os estudos e os exames continuam a ser o que sempre foram, Ricardo Carvalho, coordenador do Gabinete de Apoio ao Aluno do ISCAL, e Teresa Martins, psicóloga clínica e vocacional, insistem na necessidade de se "criar um ambiente favorável" ao estudo, o que pressupõe excluir televisão, rádio ou o MSN.

"As actividades paralelas retiram a concentração necessária", sublinha o docente do ISLA. Um hábito útil: "Deve-se aproveitar o tempo de estudo para treinar a expressão escrita. Por vezes, o motivo principal para uma deficiente nota é uma resposta mal construída, sem princípio, meio e fim, com frases muito longas e má utilização das palavras."

Teresa Martins sublinha que pais e professores devem abster-se de fomentar a ansiedade, o que sucede com muita frequência. A psicóloga realça também a importância de o aluno "definir objectivos a atingir por dia" e sublinha que existe uma componente "muito pessoal" em todo este trajecto. Isto seja no que respeita ao tempo de estudo útil, ao modo como melhor se apreende a matéria (há quem tenha uma boa memória visual, outros só conseguem reter/organizar informação lendo em voz alta) ou a como se consegue relaxar.




Publicado por marquesarede às 09:44
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Sábado, 16 de Junho de 2007
E DEPOIS DO 9º???
Os estudantes do 9.º ano aproximam-se, a passos largos, de uma importante tomada de decisão: o que fazer depois? Alguns optarão, de imediato, pelo mundo do trabalho. Outros decidirão continuar a estudar. Esta última opção implica outras decisões: o que estudar e onde? A necessidade destas escolhas acarreta, em muitos casos, grandes angústias para os estudantes e para os seus pais. Neste artigo, pretendo partilhar algumas dessas angústias (também tenho um filho no 9.º ano) e avançar com algumas sugestões, na certeza de que os pais podem ajudar muito os seus filhos neste processo. É fundamental, contudo, alertá-los para resistirem à tentação de incentivarem (quase forçando) os jovens a tomar uma opção que corresponda aos seus próprios sonhos pessoais (continuar a profissão tradicional na família; aproveitar o facto de se ser bom aluno e concorrer para Medicina ou Arquitectura: "seria uma peninha não aproveitar as notas tão altas para enveredar por uma profissão com tanto prestígio social e futuro").

Muitos estudantes puderam beneficiar de apoio dos serviços de psicologia e orientação para a realização de actividades para melhor se conhecerem e para tomarem uma decisão mais informada e mais adequada. E nas muitas escolas em que esses serviços não existem?

Alguns estudantes têm opções bem definidas, desde bastante cedo. Outros continuam, ainda nesta altura, a confrontar-se com muitas dúvidas, sentindo ainda não ter descoberto aquilo que querem fazer no futuro. Para os primeiros, a (continuação da) realização de actividades de exploração só poderá trazer vantagens, para a confirmação dessa opção ou para a descoberta de novos caminhos. Para os segundos, esse tipo de actividades torna-se um precioso auxiliar. Entre elas contam-se conversas/entrevistas com diversos profissionais e estudantes das respectivas áreas; visitas a locais de trabalho; experiências de trabalho (as casas da juventude são algumas das entidades que organizam tarefas de voluntariado); frequência de actividades organizadas por diversas universidades de todo o país, destinadas a alunos do 9.º ano, para que eles possam conhecer melhor um ou vários cursos disponíveis e experimentar actividades práticas no seu âmbito. Estas ofertas das universidades (talvez já esgotadas, em muitos casos) podem ser conhecidas por contacto directo com essas instituições, por cartazes existentes nas escolas, por pesquisas na Internet, entre outras vias.

Considero ser muito importante o conhecimento das várias possibilidades de continuação de estudos, cuja exposição não cabe neste artigo. Umas são mais vocacionadas para o prosseguimento de estudos universitários, como é o caso dos Cursos Científico-Humanísticos. Outras, embora não fechem essa possibilidade, visam mais a preparação dos estudantes para a entrada no mundo do trabalho: Cursos Tecnológicos (quase em vias de extinção), Cursos Artísticos Especializados, Cursos Profissionais, Cursos de Aprendizagem e Cursos de Educação e Formação.

Depois de analisada a oferta e pensada numa primeira opção, se esta recai sobre os Cursos Científico-Humanísticos, há várias condicionantes ainda, de que passo a apresentar algumas:

- O estudante gostaria de escolher, por exemplo, um curso na área da Engenharia ou da Economia. Acontece que a Matemática nunca foi o seu "forte" e ela é uma disciplina fundamental para essa área. O que fazer? Pensar noutra opção ou encontrar medidas de remediação sérias, durante as férias, para que ele chegue preparado ao Ensino Secundário?

- Nem todas as escolas oferecem todas as opções. O que fazer? Escolher em função da escola ou dos interesses do aluno? E deve este optar pela via com que se identifica mais ou escolher uma que exista na escola para onde vão os seus amigos? Não são decisões fáceis de tomar, mas, possivelmente, um contacto com a(s) escola(s) poderá ajudar a esclarecer as possibilidades que ela(s) oferece(m) e a (não) adequação aos projectos do aluno, às suas dúvidas, à facilidade de possibilitar diversas opções no 11.º ano. Quanto à escolha pelo jovem, condicionada apenas aos amigos, pode ser perigosa. Afinal, essas amizades podem ser mantidas e, à dificuldade inicial do estabelecimento de novas amizades, seguir-se-á a vantagem de possuir novos amigos, talvez até com interesses mais parecidos.

Se todos estes problemas e estas sugestões apenas o(a) confundiram e angustiaram mais, lamento, pois não era esse o meu objectivo. Redimo-me, contudo, com uma sugestão: convença-se (e convença o seu/sua filho(a)) de que, se a escolha feita não for a melhor, é sempre possível modificá-la no ano seguinte; atrasar os estudos um ano por essa razão não é uma tragédia, pode ser antes um enriquecimento e um amadurecimento pessoais importantes. As actividades de exploração que sugeri antes podem e devem continuar a ser feitas ao longo do Ensino Secundário, sendo de ter em conta que a maturidade dos jovens vai aumentando e as suas opções se vão tornando, assim, mais conscientes. Para completar a minha redenção, sugiro a leitura do livro indicado na bibliografia, que considero muito útil, pela sua clareza e rigor na informação, e no qual baseei grande parte deste artigo. No entanto, ressalvo que há que ter em conta que, recentemente, se verificaram algumas alterações à legislação lá exposta, que as escolas poderão esclarecer.

Bibliografia: Monteiro, M. M.; Campos, A. (2005). E depois do 9.º ano?. Porto: Porto Editora.

ARMANDA ZENHAS Mestre em Educação, área de especialização em Formação Psicológica de Professores, pela Universidade do Minho. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, nas variantes de Estudos Portugueses e Ingleses e de Estudos Ingleses e Alemães, e concluiu o curso do Magistério Primário (Porto). É PQND do 3.º grupo da Escola EB 2,3 de Leça da Palmeira e autora de livros na área da educação. É também mãe de dois filhos.

2007-06-06 Educare.pt


Publicado por marquesarede às 09:39
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007
INTERROGAÇÕES...
Percursos Educativos e Formativos


 

 

Quais os percursos que o sistema educativo/formativo pode oferecer ao seu filho/educando se já tem 15 anos e ainda não completou o 9º ano de escolaridade?

- Cursos de Educação e Formação (Tipo 1, 2 ou 3);
- Cursos do Ensino Básico Recorrente.

Pode ainda optar pelos Cursos de Aprendizagem, da responsabilidade do Instituto do Emprego e Formação Profissional, em funcionamento nos Centros de Formação Profissional e em entidades acreditadas.


Quais os percursos que o sistema educativo/formativo pode oferecer ao seu filho/educando se concluiu o 9º ano de escolaridade ou formação equivalente?

- Cursos Profissionais;
- Cursos Tecnológicos;
- Cursos de Educação e Formação (Tipos 5, 6 e 7)
- Cursos Artísticos Especializados;
- Cursos Científico-Humanísticos.

 Que percursos existem após o 12º ano?

- Cursos de Especialização Tecnológica;
- Cursos do Ensino Superior.

Onde pode o seu filho/educando obter apoio para a tomada de decisão?

- Nos Serviços de Psicologia e Orientação das escolas públicas;
- Nos Centros de Emprego do IEFP.


Publicado por marquesarede às 21:30
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OFENDER E SER OFENDIDO

Com a devida vénia, aqui dou por inteiramente reproduzido o presente texto, pela importância e contributo ao tema em epigrafe.extraído do blog do autor:

http://www.comunicacaonaoviolenta.blogspot.com/

CONFERÊNCIA

dia 21 de Junho, entre as 16.15 h e as 18.15h, na Universidade de Aveiro:

Parece-nos importante distinguir o conceito de violência do de conflito. O Conflito, em si, não é violento. A forma de resolver o conflito é, ela sim, muitas vezes, violenta. A violência é uma consequência da rivalidade, da tensão, do desacordo entre as pessoas.

A escola é um espaço complexo, onde as relações interpessoais possuem um lugar fundamental, porque nele interagem professores, alunos, pessoal não docente, pais e encarregados de educação, entre outros elementos representantes da comunidade local. Por isso, tentaremos analisar a problemática do conflito e da pertinência da aplicação de técnicas de comunicação interpessoal neste sistema.

Tentaremos propor, também, pistas ou orientações possíveis para uma melhor convivência no seio da comunidade escolar.

Como pedagogos, sejamos pais, educadores ou professores, devemos esforçar-nos por favorecer a responsabilidade e não a disciplina, a solidariedade em vez da rivalidade, a empatia em detrimento da indiferença e do desprezo, a autonomia ao invés da submissão.

Nesta cultura da competição, onde uns mandam e outros obedecem, onde uns perdem e outros ganham, devemos eleger a partilha e a cooperação como forças capazes de mudar esta crescente tendência ameaçadora para as actuais gerações e as vindouras.

Com esforço e persistência, auxiliando-nos de métodos e técnicas de comunicação adequadas, tomaremos consciência da nossa forma de pensar e de agir e regularemos a nossa postura perante nós próprios e os outros.

Daremos especial atenção aos sentimentos e às necessidades das pessoas envolvidas na comunicação, à escuta activa, à empatia, à não-violência e à cultura da paz.

José Paulo Rodrigues dos Santos

mediadornaescola@gmail.com

Licenciatura em Português e Francês (Universidade de Aveiro)
Gestor de Projectos no Centro de Formação de Entre Paiva e Caima
Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar
Co-autor do blogue “CNV Comunicação Não-violenta”
http://comunicacaonaoviolenta.blogspot.com


Publicado por marquesarede às 19:44
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PAIS OU PATRÕES ???

Já não estão em fábricas, com horários exagerados e sob as ordens de um patrão aos gritos. As crianças que hoje trabalham em Portugal fazem-no, na sua maioria, para os pais ou com o seu incentivo. Ajudam a tratar das terras da família. Dão uma mãozinha na oficina do pai. Saem da escola para ir para casa ajudar a mãe no seu trabalho domiciliário - por exemplo, a coser sapatos de uma qualquer marca conhecida. São levadas pelos pais aos treinos dos grandes clubes de futebol ou aos castings para telenovelas. São os pais que metem folga no seu trabalho para os acompanhar nas horas de gravações. Em todos estes casos, é à família, e não à empresa, que prestam contas.

 

Ler noticia aqui em Diário de Noticias, de 11-06-2007.



Publicado por marquesarede às 12:42
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007
INFLUÊNCIAS

 

 

Os filhos de pais fumadores têm mais probabilidades de virem a fumar, sendo que a actuação da mãe tem maior impacte que a do pai no comportamento das crianças. É a conclusão de um estudo realizado pela Universidade do Minho, que analisou o comportamento de 1141 alunos de sete escolas básicas dos segundo e terceiro ciclos de Braga.
Nas conclusões apresentadas, verificou-se que o número de fumadores diários é maior nos que têm pais fumadores (5,2 %) do que no grupo de pais não fumadores (3,3 %).

O dado mais importante, porém, surge no grupo dos fumadores diários cujas mães são, igualmente, fumadoras. A percentagem de alunos fumadores diários (8,7%) é maior no grupo de alunos cujas mães fumam, contra os 3,1 % nos estudantes cujas mães não fumam.

A percentagem maior de alunos fumadores surge, no entanto, no grupo daqueles cujos pais fumam dentro de casa. Entre nove e dez por cento dos jovens fumadores afirmaram que os pais têm por hábito fumar em casa.



Publicado por marquesarede às 15:11
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NUTRICIONISMO

Apenas uma em 27.500 crianças dos seis aos 10 anos consome alimentos sem açúcar ao pequeno-almoço, segundo um estudo realizado no âmbito do Projecto Bom Dia Planta.

O estudo, feito em parceria com o Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, tem como base inquéritos realizados a cerca de 27.500 alunos do ensino básico, na faixa etária dos 06 aos 10 anos, sobre os seus hábitos alimentares relativamente à primeira refeição do dia.

De acordo com nutricionistas, o pequeno-almoço deve conter alimentos como o leite ou iogurte, pão de mistura rico em fibras barrado com margarina ou creme vegetal e uma peça de fruta.

Os resultados do estudo indicam apenas uma criança em 27.500 não consome alimentos contendo açúcar ao seu pequeno-almoço.

Com base neste estudo, coloco a questão:

 

«E O SEU FILHO, O QUE COME AO PEQUENO ALMOÇO»???



Publicado por marquesarede às 14:54
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Terça-feira, 12 de Junho de 2007
Realidades

14% dos Portugueses nunca foram á escola 

Segundo um estudo demográfico publicado recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), 14% da população portuguesa não tem qualquer grau de instrução. São 12,2% dos homens e 16,2% das mulheres. Claro que são as gerações mais velhas que explicam estes números já que entre os jovens o analfabetismo é residual. E o facto de uma em cada duas mulheres com mais de 75 anos nunca ter ido à escola é bem elucidativo do legado que o Estado-Novo deixou no nosso País.



Publicado por marquesarede às 13:24
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Prevenção da violência

UMA PREOCUPAÇÃO GLOBAL

Les mardis de l’Université de Paix à Namur, le 12 juin 2007

L’Université de Paix accueille, ce mardi 12 juin 2007 à 20 heures, Michel Sasseville (Canada)pour une conférence : "Prévention de la violence et pratique de la philosophie avec les enfants".
Invité : Michel SASSEVILLE (Canada) - Professeur, Responsable des programmes de formation en philosophie pour les enfants, Université de Laval - Québec

La pratique de la philosophie avec les enfants vise la libération de ces derniers en leur donnant la possibilité, bien concrète, d’apprendre à penser par et pour eux-mêmes. Ce faisant, elle permet le développement d’un jugement raisonnable où pensée critique, créative et attentive sont en constant dialogue. C’est dire que cette pratique travaille à la racine même de ce qui constitue un être humain : sa capacité de penser et d’agir avec lucidité. Pour ce faire, il s’agit de transformer le lieu d’éducation en une communauté de recherche philosophique. En retour, une telle pratique permet le développement d’un citoyen qui a plaisir à vivre dans une démocratie où la liberté de chacun trouve son fondement dans une parole partagée, structurée, argumentée et allégée des préjugés qui la destinent à la violence.


universite.de.paix@skynet.be



Publicado por marquesarede às 09:22
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A Finlândia acelera o reconhecimento de aprendizagens prévias
Uma melhor orientação educacional e um sistema claro para reconhecer aprendizagens anteriores promoveriam uma participação mais alargada em actividades educativas por parte dos adultos. Na Finlândia, que ocupa com orgulho um dos lugares cimeiros nas estatísticas europeias de educação de adultos, a participação em educação e formação tende a favorecer excessivamente as pessoas que já possuem maiores qualificações.

A educação de adultos finlandesa caracteriza-se por um leque diversificado de cursos, que são oferecidos pelo país inteiro e que recebem um significativo apoio estatal, tanto para a educação de adultos de base profissional como para a educação de adultos não-formal. Dado que as atitudes relativamente à educação são neste país, de uma maneira geral, positivas, o resultado tem sido uma participação entusiasta. De acordo com Eurostat, em 2003, mais de 40% dos adultos finlandeses entre os 25 e os 64 anos participaram em actividades de educação ou formação. No entanto, um exame mais atento revela que esta participação é desequilibrada: a participação em educação é maior por parte dos homens e mulheres que são já mais qualificados, enquanto a maioria dos que estudam nos seus tempos livres são mulheres de meia-idade.
Em anos recentes, o Ministério da Educação da Finlândia, juntamente com o Ministério do Trabalho e organizações do mercado de emprego, envidaram esforços no sentido de elevar o nível educacional dos activos que possuem apenas o ensino básico. “Noste”, um programa especificamente concebido, oferece formação gratuita, tanto para os empregados como para os empregadores. E, todos os anos, este programa tem atraído milhares de adultos como estudantes. Constatam-se resultados idênticos com o sistema de qualificações baseado em competências, através do qual os adultos conseguem obter um certificado pelas competências profissionais que adquiriram no trabalho.
Uma participação mais alargada na educação contínua seria também estimulada caso se garantisse o reconhecimento do que se aprendeu de forma não oficial na educação não-formal de adultos e na vida quotidiana.

Modos de validar as aprendizagens
Os objectivos de desenvolvimento acima descritos encontram-se também inseridos na recente Comunicação da Comissão Europeia, Adult Learning: It is never too late to learn. Eeva-Inkeri Sirelius, Directora da organização federativa que representa a educação não-formal de adultos na Finlândia, e igualmente Vice-Presidente da Associação Europeia de Educação de Adultos (EAEA), considera esta Comunicação muito importante, dado que considera a educação de adultos como uma área independente da educação e que nela a CE indica pistas importantes para futuros desenvolvimentos. De entre as cinco mensagens dirigidas pela Comissão aos seus Estados-Membros, a Srª Sirelius considera a directiva sobre o reconhecimento dos resultados das aprendizagens não-formais e informais como particularmente relevante do ponto de vista do seu país. “O que é importante é elevar o perfil da educação de adultos não-formal. Ao mesmo tempo, precisamos de considerar o tipo de meios – uso de documentação, descrição de cursos e portfolios – que poderemos adoptar para descrever tais aprendizagens. Precisamos ainda de desenvolver as competências dos estudantes para avaliarem a sua própria aprendizagem,” afirmou a Srª Sirelius.
Vários trabalhos estão a ser efectuados relativamente ao reconhecimento das aprendizagens prévias, por exemplo no âmbito do projecto europeu REFINE
www.eucen.org/refine.html.
Segundo a investigação que tem sido realizada, o reconhecimento das aprendizagens feitas na educação de adultos não-formal é ainda raro e inconsistente, tanto no âmbito do ensino formal como do mundo do trabalho. O problema reside nas atitudes, pois nem sempre se confia na qualidade da educação de adultos não-formal.

Enfoque nos imigrantes e cidadãos seniores
A segunda mensagem da Comissão, para a qual a Srª Sirelius chama a nossa atenção, tem a ver com medidas que facilitem a participação por parte de imigrantes e de pessoas mais idosas.
“Na Finlândia, falamos em aumentar a educação e formação disponível para imigrantes. Por outro lado, os cidadãos seniores não receberam até hoje qualquer prioridade ou orientação especial. Espero que se façam a partir de agora esforços nestes dois sentidos.”
Na opinião da Srª Sirelius, a educação não-formal de adultos na Finlândia, dada a sua vasta cobertura, pode oferecer uma via fácil e segura para que cada pessoa encontre o seu próprio itinerário de aprendizagem ao longo da vida.
“Estamos conscientes do actual fenómeno de desequilíbrio na educação e nas aprendizagens e, por isso, temos que encorajar as pessoas com maior tendência para a passividade ou para o isolamento a participarem em actividades de formação e de educação. Isto exige que se promovam acções de aconselhamento, orientação e motivação pró-activa (“outreach”).

Boas práticas como instrumentos de aprendizagem
A Srª Sirelius pensa que as mensagens da Comissão Europeia sobre educação de adultos deverão ser inscritas no Plano de Desenvolvimento do Ministério da Educação finlandês para 2007-2012. A política educacional da UE é, de facto, congruente com a da Finlândia e a UE tem aqui um forte impacto, apesar das fortes tradições que já existem no nosso país neste domínio. Têm aumentado os programas de formação europeus, acima de tudo, os de mobilidade entre estudantes universitários. Na formação profissional, também se vislumbram possibilidades de programas de intercâmbios visando ganhar experiência de trabalho ou estudar noutro país da UE.
“As verbas europeias atribuídas à educação de adultos têm sido pequenas e em princípio destinadas a projectos que envolvem sobretudo peritos nas áreas da educação”, diz a Srª Sirelius. No entanto, o novo programa integrado (“Lifelong Learning Programme”) vem disponibilizar fundos para a mobilidade dos estudantes adultos.
A Comunicação da Comissão dá uma importância particular à disseminação das boas práticas. Com que prática finlandesa poderiam aprender os demais países europeus?
“A educação de adultos não-formal requer financiamento público, a fim de se garantir a igualdade no campo da educação e o acesso aos serviços. A autonomia da educação de adultos não-formal é também algo que outros países poderão querer adoptar. A autonomia salvaguarda a liberdade de pensamento e encoraja uma atitude crítica. Resulta da sabedoria dos ousados”, explica Eeva-Inkeri Sirelius.

In:
http://www.eaea.org/news


Publicado por marquesarede às 09:17
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Documentação

Um documento importante

Para vêr aqui:

 

Desenvolvimento de competências e tendências mundiais comtemporâneas nos currículos escolares.



Publicado por marquesarede às 09:03
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