Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

ALCOCHETADAS

Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.

ALCOCHETADAS

Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.

30
Mai07

Controversias á parte...


marquesarede

 

A Associação de Professores de Português considerou que a revisão curricular do Ensino Secundário, aprovada quinta-feira em Conselho de Ministros, assenta “num modelo pouco flexível”, que “dificilmente” dará resposta à heterogeneidade de alunos e às “tendências actuais”.

“Tal como a estrutura curricular em vigor, a nova estrutura também assenta, anacronicamente, num modelo pouco flexível de gestão do currículo, típico da deficiente tradição organizacional portuguesa. Dificilmente um modelo tão rígido dará conta da heterogeneidade crescente dos alunos do Secundário”, afirmou ontem a APP, em comunicado. O Governo aprovou quinta-feira, na generalidade, a revisão dos currículos dos cursos cientifico-humanísticos do Ensino Secundário, com o intuito de reforçar o ensino prático e experimental já a partir do próximo ano lectivo. A APP defende que apenas sejam obrigatórias as disciplinas de formação geral, cabendo aos alunos a escolha das disciplinas de formação específica, consoante a oferta da escola.”Dentro da mesma tradição própria da moribunda era industrial, propõe-se uma especialização disciplinar que nada tem a ver com as tendências actuais e de que é paradigmática a existência de três disciplinas exclusivamente dedicadas aos estudos literários, para além das disciplinas de Português e Línguas Estrangeiras”, acrescenta a Associação, referindo-se às cadeiras de Literatura Portuguesa, Literaturas de Língua Portuguesa e Clássicos da Literatura.
A Associação de Professores de Português lamenta ainda que o trabalho prático e experimental não esteja previsto para a aula de Português, exemplificando com os tempos lectivos extracurriculares criados em várias escolas para o desenvolvimento de oficinas de escrita ou oficinas gramaticais. Por outro lado, a APP congratula-se com a continuação da possibilidade dada aos estudantes do Secundário de iniciarem o estudo de uma terceira língua estrangeira e com a criação a partir do próximo ano lectivo do curso de Línguas e Humanidades, por junção dos de Ciências Humanas e Sociais e de Línguas e Literaturas. Para reforçar a componente prática e experimental no Ensino Secundário, o decreto-lei aprovado quinta-feira na generalidade prevê o aumento da carga horária, onde serão introduzidos, em média, mais dois ou três blocos de aulas de 90 minutos.

--------------------------

Ministério
Alterações...
De acordo com esta revisão do currículo, a área de Ciências é a que terá o maior aumento, com mais 45 minutos semanais de aulas nas disciplinas específicas de Física e Química A e Biologia e Geologia do 10º e 11º anos, o mesmo acontecendo nas cadeiras de Biologia, Física, Química e Geologia do 12º.

30
Mai07

Quotidianos...


marquesarede

Ministra admite reavaliar as provas de aferição



ÂNGELA MARQUES
 
Em bom português, vai haver avaliação. As provas de aferição do 4.º e 6.º anos, que estão envoltas na polémica da não penalização de erros ortográficos numa parte do exame, serão avaliadas pela tutela. A avaliação será "cuidadosa, tranquila, profissional", diz o ministério. Que ouviu ontem professores e sindicatos criticar o sistema de avaliação. Até o Presidente da República falou. Para contar que, numa conversa telefónica, a ministra afirmou que as provas podem "evoluir noutro sentido".

"A ministra da Educação, com quem falei há dias por telefone, disse-me que, no futuro, [as provas] poderão, com base nas conclusões [das deste ano], evoluir noutro sentido", disse Cavaco Silva aos jornalistas, na Amadora. "Não estou em condições de dizer se contar ou não contar os erros de português nesta fase será pedagogicamente o mais correcto."

O Presidente pode não estar, mas a Associação de Professores de Português está. E insiste: "Percebemos a intenção de avaliar separadamente a compreensão de texto e a expressão escrita, mas consideramos que é preciso escolher o melhor mecanismo para o fazer. E esse é, na nossa opinião, a escolha múltipla."

Opinião diferente terá o director do Gabinete de Avaliação Educacional, Carlos Pinto Ferreira, que, depois de o ministério ter desmentido que os alunos não são penalizados quando dão erros, justificou a não penalização, explicando que a prova testa tudo em separado para permitir aos serviços da tutela identificar as lacunas dos alunos em cada uma.

Ensino faz-de-conta?

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, também quis protestar. "Já sabíamos que as provas não contam para a avaliação do aluno, agora ficámos a saber que os erros de português numa prova de português não contam para a classificação", criticou. "Estamos num sistema de ensino faz-de-conta", diz, onde "o verbo estudar é disfarçado, o verbo examinar é disfarçado, o verbo passar é disfarçado, o verbo chumbar desapareceu e agora errar também é indiferente". |
22
Mai07

AGENDA


marquesarede

XIII Encontro Regional de Setúbal de Associações de Pais

Tema: Educação Sexual na Escola



26 de Maio - 14.30 horas - Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro (Rua da Bandeira)


Destinatários: Comunidade educativa

Entrada livre


Ver mais



22
Mai07

PARTICULARIDADES


marquesarede

Os portugueses têm cada vez menos filhos e, para a maioria daqueles que os têm não faz parte das prioridades poder ter mais tempo para lhes dedicar, segundo dados divulgados a semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Ou seja, mais individualistas, mais autocentrados - é uma tendência que já não é nova, mas que se tem vindo a consolidar. 

Surpreendentes, contudo, são estas percentagens extraídas do Inquérito ao Emprego de 2005, agora divulgadas: 83,7 por cento da população empregada, com pelo menos um filho ou dependente a quem prestem cuidados, diz que não deseja alterar a sua vida profissional para poder dedicar mais tempo a cuidar deles. Os que admitem desejar trabalhar menos para conseguir aquele objectivo representam apenas 13,4 por cento. A percentagem de mulheres nesta situação mais do que duplica a dos homens (18,8 por cento contra 8,1).

Nos estudos realizados por organismos da União Europeia ressalta o contrário, com a maioria dos europeus a manifestar-se insatisfeito no que respeita à conciliação entre trabalho e família. Esta insatisfação foi mesmo apresentada como uma espécie de "moeda comum" europeia.

No ano passado, ainda segundo os dados do INE, a percentagem de agregados constituídos por um casal com filhos desceu abaixo dos 50 por cento: representavam 46,8 por cento, quase empatando com os 46,6 por cento contabilizados pelos agregados familiares de uma pessoa só, casais sem filhos e agregados monoparentais. Estes três últimos têm vindo a subir; o primeiro tem estado a descer.

Na verdade, a sua proporção desceu 3,8 por cento em sete anos, o que é em parte justificado pelas quebras registadas nas famílias maiores e com este qualificativo já se abrange as de dois filhos. O contingente mais representativo continua a ser o das famílias com apenas um filho (32 por cento).

As casas podem ter menos gente, mas ganharam em conforto, revela um estudo da Marktest, também divulgado esta semana. Em todos os lares do continente há já um frigorífico ou combinado. Quase a fazer o pleno estão o fogão e a televisão. Popular é também a máquina de lavar a roupa. Está em 97,8 por cento das casas.

Os leitores de DVD já chegaram a 62,3 por cento dos lares. Ultrapassaram os computadores, mas a proporção de lares onde estes estão presentes mais que duplicou em seis anos: passou de 22 por cento em 2000 para 45,4 no ano passado.

Equipamentos minoritários são o ar condicionado e o aquecimento central. Estão presentes em 9,7 e 13,9 por cento dos lares, respectivamente. A par da má qualidade da construção em Portugal, esta escassez contribui para uma situação também já identificada em vários estudos da UE: entre os europeus, os portugueses são dos que mais sofrem de frio (ou calor) dentro de portas.

Público - 20.05.2007 - Clara Viana
21
Mai07

ENCERRAR


marquesarede

Nos dois últimos anos o número de escolas em Portugal baixou de 14 973 para 12 510, passando a haver menos 2463. O encerramento de escolas do 1.º Ciclo com poucos alunos (6355 em 2004, 4509 no início deste ano lectivo) é uma das razões apontadas pela Inspecção-Geral da Educação (IGE) para a quebra. Um relatório da IGE foi tornado público pela tutela.

“As acções da IGE são discretas mas não secretas”, disse José Maria Azevedo, inspector-geral. Quanto ao encerramento de escolas, a ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues voltou a frisar que é uma medida “positiva” e permitirá melhorar os resultados.

O relatório ‘Organização do Ano Lectivo 2006-07’ analisa e compara vários indicadores de uma amostra de 312 agrupamentos de escolas públicas, representativa de um quarto do universo de escolas, alunos e professores. Indica vários constrangimentos encontrados pelos inspectores nas visitas às escolas: 22 por cento dos jardins-de-infância ainda não asseguram o funcionamento até às 17h30 e a rede de cobertura da Educação Pré-Escolar é insuficiente. Há um “número significativo” de crianças com três anos que não são admitidas nos jardins-de-infância, nomeadamente em Lisboa e Algarve.

Na análise do 1.º Ciclo a IGE aponta a existência de muitas escolas (18 por cento) em regime de horário duplo “devido à escassez de instalações”, o que tem consequências na capacidade de oferta de Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC). No entanto, o relatório diz que 90 por cento das escolas primárias oferecem AEC aos seus alunos. Algumas escolas ainda têm uma oferta insuficiente de serviço de almoço, sobretudo em Lisboa, mas no global a percentagem de estabelecimentos que oferecem serviço de refeições subiu de 47 por cento em 2005 para 79 por cento em 2006.

Em relação ao 2.º Ciclo, continua a observar-se “confusão entre alunos com necessidades educativas especiais e alunos com dificuldades de aprendizagem”. No 3.º Ciclo, o principal problema reside na “distribuição desequilibrada das actividades lectivas pelos dias da semana”, havendo dias com oito ou mais horas e outros com cinco ou menos. A deficiente organização da rede de transportes escolares estará na génese do constrangimento. A IGE aponta ainda o dedo aos professores: nos 2.º e 3.º Ciclos e Secundário regista-se uma “utilização menos eficiente das horas da componente não lectiva dos docentes no desenvolvimento de projectos pedagógicos destinados a promover o sucesso educativo”.

Para a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, as mudanças, especialmente as verificadas no 1.º Ciclo, “são impressionantes e alimentam o nosso optimismo. O horário alargado, as actividades, as melhores condições de trabalho e as refeições quentes vão permitir melhorar os resultados num espaço de tempo mais curto do que alguma vez pudemos imaginar”.

906 MIL EUROS INJUSTIFICADOS

Entre as várias situações de incumprimento detectadas pelos inspectores da Educação, estão horas evitáveis, horas extraordinárias irregulares e horários indevidamente ocupados por destacamento por condições específicas ou contratação de professores. Segundo a estimativa da IGE, o custo anual das horas evitáveis ronda os 192 820 euros, enquanto o pagamento de horas extraordinárias indevidas custa 44 353 euros. O custo dos destacamentos irregulares custa 338 341 euros e os horários indevidamente ocupados por contratação custa 330 939 euros. Outro incumprimento diz respeito a turmas com aulas de Educação Física, que não respeitavam o intervalo de uma hora após o almoço, sendo detectadas 103 turmas nesta situação, de um total de 7317 turmas. Foram também registadas 306 turmas que não respeitavam o intervalo para o almoço.

SAIBA MAIS

202 inspectores ao serviço da Inspecção-Geral da Educação, num total de 310 funcionários.

1771 foi o primeiro ano em que se realizaram inspecções escolares: a Real Mesa Censória, a pedido do Marquês de Pombal, ministro de D. José I, inspeccionou as escolas menores, com a finalidade de iniciar a construção do sistema educativo nacional.

O que faz a IGE: Acompanhamento, controlo, auditoria, avaliação, provedoria e acção disciplinar – estas são as áreas de actuação da Inspecção-Geral da Educação, que também organiza e participa em actividades nacionais e internacionais.

Rede Pública: A Lei-quadro da Educação Pré-escolar, de 1997, estipula que “incumbe ao Estado criar uma rede pública de Educação Pré-Escolar, generalizando a oferta dos respectivos serviços”.

EDUCAÇÃO À LUPA

169 291 professores e educadores de infância no início do ano lectivo, menos 8239 do que em 2005.

1 669 470 alunos matriculados nas escolas públicas no início do ano lectivo, mais 21 192 que em 2005.

312 unidades de gestão analisadas, que representam cerca de um quarto do universo de escolas, alunos e professores.

596 507 alunos matriculados nas escolas da amostra, dos quais 104 933 do 1.º Ciclo e 72 268 do 3.º Ciclo.

33 603 professores e educadores de infância em funções nas unidades de gestão seleccionadas.

60 por cento das crianças com três anos não admitidas nos jardins-de-infância no Algarve.

502 079 horas de serviço docente para distribuir; 373 143 efectivamente lectivas. Elaborados 22 809 horários.
21
Mai07

INDICADORES


marquesarede

Cada professor ou educador de infância reforma-se com uma média de 2364 euros. Nos últimos 13 meses passaram à reforma 4632 docentes. No entanto, o ritmo de saídas tem vindo a abrandar desde Dezembro do ano passado: de 567 que começaram a receber a pensão em 1 de Dezembro, passaram a 222 em 1 de Maio.

Apesar de haver carreiras mais bem pagas na Função Pública, a maior parte dos professores consegue reformas superiores à de agentes principais da PSP ou sargentos-mor do Exército, entre outros.

Para pagar a primeira prestação dos 222 novos aposentados de Maio, a Caixa Geral de Aposentações (CGA) despendeu mais de 512 mil euros. Nos últimos 13 meses, só para pagar o primeiro mês de pensão de cada professor que passou à reforma foram necessários 10,95 milhões de euros (ver tabela).

Entre os milhares de professores e educadores de infância ao serviço do Ministério da Educação que passaram à reforma no último ano alguns destacam-se devido ao valor da pensão que passaram a auferir. Assim, a professora com a reforma mais alta é Maria Cristina Maldonado, do agrupamento de Escolas de Santa Maria dos Olivais (em Lisboa): reformou-se em Dezembro, com uma pensão de 3863,70 euros. Também nesse mês, a professora Nazaré Correia, que deu aulas na Secundária Pedro Alexandrino (Póvoa de Santo Adrião, Odivelas), começou a receber uma pensão de reforma no valor de 3584,68 euros.

Nas listas da CGA surgem ainda três docentes com mais de três mil euros de reforma: Maria Judite Preto (Escolas Rio Tinto 2, com 3013,31 euros), Maria Carmo Dinis Cabral (EB 23 Eugénio de Castro, Coimbra, com 3062,82 euros) e Maria José Duarte (agrupamento D. Afonso Henriques, Guimarães, a auferir 3062,05 euros).

Com vencimentos – e reformas – bem mais gordos encontram-se os professores catedráticos universitários. A título de exemplo, em Maio passaram à reforma Manuel Maria Godinho (Universidade de Coimbra, 4627,20 euros), Rogério Martins (Universidade do Porto, 4572,48 euros) e Maria Clara Meneses (Universidade de Évora, 4295,08 euros).

'CONTÍNUAS' DAS ESCOLAS MUITO ABAIXO

As pensões na Administração Pública podem atingir os vários milhares de euros, dependendo da carreira e dos anos de descontos.

A média das reformas dos professores ronda os 2364 euros. Na folha dos aposentados a 1 de Maio é possível encontrar outros profissionais com valores bastante inferiores: soldado da GNR (997,34 euros), agente principal da PSP (1391,41), guarda florestal (850,57) ou carteiro (1332,34).

Mas também há algumas reformas superiores: coronel da GNR (3013,91), capitão de fragata da Armada (2439,59), tenente-coronel do Exército (2498,45), major da Força Aérea (2386,57), juiz conselheiro do Conselho Superior da Magistratura (5834,70), enfermeiro especialista (3169,89), chefe de serviço de medicina interna (4904,37), professor catedrático universitário (4627,20) ou controlador de tráfego aéreo (4902,37). Já as auxiliares de acção educativa (vulgarmente conhecidas por ‘contínuas’ das escolas) auferem muito menos do que os docentes – a pensão máxima em Maio foi de 880,87 euros.

SAIBA MAIS

2439 professoras e educadoras de infância reformadas pela Caixa Geral de Aposentações desde Maio de 2006 que têm Maria como nome próprio.

1318 novos pensionistas da Administração Pública desde 1 de Maio. Pelo Ministério da Educação são 354, pelo da Saúde 221, e pelo do Ambiente 208.

ÍNDICE 100

É o indicador base da escala salarial dos funcionários públicos. Para este ano o valor do índice 100 do Regime Geral é de 326,75 euros. Em 1990, o índice 100 era de 35 392 escudos (176,53 euros).

CORPOS ESPECIAIS

Existem 26 corpos especiais na Administração Pública, cujos valores de índice 100 diferem do regime geral. Bombeiros municipais, diplomatas, docentes, médicos, enfermeiros, investigadores, elementos da GNR, PSP e Polícia Judiciária ou militares das Forças Armadas estão entre as várias carreiras especiais.

AS REFORMAS DOS PROFESSORES

MAIO 2006: 236 reformados / 539.769,25 euros / 2.287,15 euros (valor médio)

MAIO 2006: 236 reformados / 539.769,25 euros / 2.287,15 euros (valor médio)

JUNHO 2006: 167 reformados / 384. 460,45 euros / 2.302,15 euros (valor médio)

JULHO 2006: 6 reformados / 11.806,52 euros / 1.967,75 euros (valor médio)

AGOSTO 2006: 584 reformados / 1.411.016,96 euros / 2.416,12 euros (valor médio)

SETEMBRO 2006: 507 reformados / 1.206.642,05 euros / 2.379,96 euros (valor médio)

OUTUBRO 2006: 452 reformados / 1.102.872,07 euros / 2.439,98 euros (valor médio)

NOVEMBRO 2006: 464 reformados / 1.105.586,95 euros / 2.382,73 euros (valor médio)

DEZEMBRO 2006: 567 reformados / 1.246.971,52 euros / 2.199,24 euros (valor médio)

JANEIRO 2007: 458 reformados / 1.093.958,26 euros / 2.388,55 euros (valor médio)

FEVEREIRO 2007: 349 reformados / 847.362,72 euros / 2.427,97 euros (valor médio)

MARÇO 2007: 347 reformados / 835.232,37 euros / 2.407,00 euros (valor médio)

ABRIL 2007: 273 reformados / 656.528,84 euros / 2.404,86 euros (valor médio)

MAIO 2007: 222 reformados / 512.271,26 euros / 2.307,52 euros (valor médio)

TOTAL: 4.632 reformados / 10.954.479,22 euros / 2.364,95 euros (valor médio)

21
Mai07

VENCER NOS EXAMES


marquesarede

João, Diana, Pedro, Joana, Gonçalo, Ana, Liliana, Miguel e Filipe. Todos são jovens estudantes e partilham o entusiasmo típico da geração dos verdes anos, pronta a conquistar o mundo. Espera-os, agora, um grande desafio: a época de exames. Com ela, chegam também a ansiedade, a culpa e o medo. Os nervos à flor da pele e as dúvidas sobre o valor próprio são uma inevitabilidade, uma etapa crítica. Garantir o sucesso equivale a procurar todas as ajudas possíveis.

Aos mais competitivos – para quem é obrigatório ter melhores notas que o vizinho – convém lembrar que a estrada do tão almejado sucesso nem sempre se revela linear. Newton chumbou, na primária, Einstein só começou a ler depois dos 7 anos. Os mais confiantes na inspiração ou no acaso também devem saber que Picasso atribuía a sua fama artística a 99% de transpiração.

Leia aqui: Como vencer nos exames
16
Mai07

Domingos em Família


marquesarede

 

 

 

Aos Domingos no Jardim Botânico... um passeio especial em família!

20 de Maio "Tesouros feitos de Cereais"

 
Consulte as datas mensais do evento
  
Marcação prévia através dos contactos:

Jardim Botânico

Rua da Escola Politécnica, 58
1269-102 Lisboa


Telefone
  • | +351 213 921 830
Correio Electrónico

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Links

ASSOCIAÇÕES

PESQUISAS

MAPAS

OUTROS PAISES

DESANUVIAR

ECOLOGIA

EDUCAÇÃO

ÚTEIS

MEDICINA E SAUDE

LEGISLAÇÃO

INSTITUIÇÕES

OUTROS BLOGS

METEOROLOGIA

ORGANISMOS OFICIAIS

MOTORES BUSCA

COMUNICAÇÃO SOCIAL

TRADUTORES

ALCOCHETE

SECOND LIFE

Arquivo

    1. 2008
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2007
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2006
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2005
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D