Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Quarta-feira, 30 de Maio de 2007
Semelhanças preocupantes

Aqui fica uma notícia cujo teor deverá deixar extremamente preocupada toda a nossa comunidade educativa, tanto mais que as semelhanças com alguns dos elementos usados na construção de alguns edifícios escolares, como sucede com a EB 2,3 D.Manuel I, relativamente e em especial ás telhas de cobertura dos blocos, obriga a uma imediata reflexão e análise ao caso vertente.

 

AQUI FICA A NOTÍCIA PUBLICADA HOJE NO JORNAL " O RIBATEJO"

 

Número invulgar de doenças oncológicas deixa escola em alerta

O número invulgar de doenças do foro oncológico que têm sido detectadas em funcionários e docentes da Escola de Secundária do Cartaxo está a causar preocupação na comunidade escolar local.

Existem suspeitas de que possa haver uma relação causa - efeito com os materiais dos blocos e pavilhões escolares, feitos em fibrocimento e ricos em amianto.

A direcção da escola solicitou mesmo uma vistoria técnica à Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL), em 11 de Abril de 2006.

Em resposta, a DREL considerou que não seria necessário proceder à análise porque já tinha medido as fibras no ambiente de 10 outras escolas com maior concentração de fibrocimento que a secundária do Cartaxo, tendo concluído que os valores relativos à concentração de amianto eram insignificantes e muito menores que o valor limite da exposição (fixado pela directiva nº 2003/18/CE).

“Para já, não há nada de concreto, mas é óbvio que a situação está a deixar apreensivos os encarregados de educação e os responsáveis da escola”, afirmou ao jornal "O Ribatejo" o vereador Pedro Magalhães Ribeiro, sublinhando que não há ainda qualquer razão para alarme.

Mas, tendo em conta o número de casos assinalados nos últimos três anos, a Câmara Municipal do Cartaxo vai pagar uma vistoria técnica independente, que já foi solicitada ao Instituto Ricardo Jorge.

A análise deverá ocorrer na segunda quinzena de Junho, adiantou Pedro Magalhães Ribeiro, tendo em conta o elevado número de solicitações que estão a dar entrada naquele laboratório.

Para poder ser realizada, a vistoria já teve autorização por parte da DREL, e será acompanhada pela Delegação de Saúde do Cartaxo, visto existir o risco deste ser um problema de saúde pública.



Publicado por marquesarede às 22:04
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Programas do Ensino Secundário

O Grupo de Avaliação e Acompanhamento da Implementação da Reforma do Ensino Secundário divulga na sua página o documento “Análise do Processo de Elaboração, Avaliação e Implementação dos Programas do Ensino Secundário”.

 

Para saber tudo link:

 

Análise do Processo de Elaboração, Avaliação e Implementação dos Programas do Ensino Secundário



Publicado por marquesarede às 19:20
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CONFERENCIA

No período de 8 a 21 de Novembro, irá ter lugar em Lisboa, no Centro de Congressos de Lisboa - AIP - a XI Conferência Europeia e Regional sobre o Abuso e Negligência de Crianças, que resulta de uma parceria entre a Associação de Mulheres contra a Violência e a International Society for Prevention of Child Abuse and Neglect (ISPCAN).

 

Para saber mais link: 

 

XI Conferência Europeia e Regional sobre o Abuso e Negligência de Crianças



Publicado por marquesarede às 19:17
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DIÁLOGOS EM TORNO DA EDUCAÇÃO

No âmbito dos “Diálogos em Torno da Educação”, a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular irá proceder ao lançamento do CD-ROM, “31 Alerta - Imagens à Descoberta”, de Elisa Marques e Pedro Sousa.
A sessão terá lugar no espaço Noesis da Direcção-Geral supracitada, no próximo dia 5 de Junho, pelas 14h30.


Consultar programa. 



Publicado por marquesarede às 18:51
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AFEP um recurso

A AFEP é uma Associação de Utilidade Pública e Representatividade Genérica que se dedica à formação, intervenção e investigação no domínio da Educação Familiar e Parental. Privilegiando a intervenção precoce e preventiva, tem desenvolvido um trabalho com adultos e jovens ao longo da última década. É membro da Federação Internacional para a Educação de Pais e participa no Conselho Nacional da Família desde o seu início. A AFEP é um movimento de inspiração cristã que considera os pais (pai e mãe) suportes de relações afectivas estáveis com os filhos, e principais responsáveis pelo seu desenvolvimento. Ao longo da sua intervenção tem promovido vários projectos no âmbito dos Programas “Jovens para a Europa” (IPJ), “Ser Criança”(Ministério do Trabalho e Solidariedade), Programa- Quadro Prevenir II- Eixo de Intervenção: Prevenção na Família (IDT), “Intervenção na Família” do Departamento de Acção Social da Fundação C. Gulbenkian

 

A.F.E.P. - Associação para a Formação de Pais

(AFEP)
Avenida Luís Bivar, n.º 35 - 3.º andar
-
P-1050-141-LISBOA Lisboa

Tel:+351213527616
Fax:213533853
Email:afep@sapo.pt



Publicado por marquesarede às 18:22
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UM PROTOCOLO QUE CONVÉM RECORDAR
[PDF]

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

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execução do Programa Nacional de Saúde Escolar, tendo em vista a promoção da ... como: saúde mental, saúde oral, alimentação saudável, actividade física, ...


Publicado por marquesarede às 18:18
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Higiene Oral

Saúde Oral: Sorria sem medo



Nomes como cirurgias, pontes, cáries, aparelhos, tártaro, flúor, pastas, obturações, gengivites, infecções entre muitos outros fazem parte do nosso imaginário. Tentámos abordar todos eles para que fique a saber tudo o que precisa acerca da sua saúde oral e para ter um melhor sorriso.


«A Saúde Oral em Portugal não é brilhante, mas está a melhorar». Esta é a convicção do Dr. Pedro Santos, médico dentista há mais de onze anos e médico de clínica geral.

Os factores que levam a que a situação não seja melhor prendem-se com o facto de que só existe saúde oral em Portugal há cerca de 30 anos. Anteriormente eram apenas os estomatologistas que tinham a cargo esta área da saúde. Um outro motivo estava forçosamente interligado com a dificuldade de acesso à medicina dentária através do Serviço Nacional de Saúde. Pensar em ir ao dentista é sempre ficar com a ideia de clínicas privadas e custos altíssimos na cabeça.

O alheamento do Serviço Nacional de Saúde é, para muitos, um mistério, mas o dentista avança como possível justificação o facto de que «a medicina dentária é muito cara. Os materiais são muito caros, tanto mais que do pouco que se faz no serviço público, está apenas associado ao tratamento, descurando por completo a parte da prevenção e da reabilitação. Se alguém não tem dinheiro para ir a um privado, arrisca-se seriamente a ter uma saúde oral deficiente».

Toda esta situação assume contornos ainda mais relevantes se atendermos ao nível de vida dos portugueses, pois, «sei de casos em que ficou mais barato irem ao Brasil fazer um tratamento completo, do que pagar só o custo do material cá em Portugal. São situações económicas muito diferentes. Creio mesmo que no nosso País a solução de futuro passará pelas seguradoras com os cartões de saúde», referiu o médico-dentista.

Actualmente, e graças a directrizes da Organização Mundial de Saúde, o Ministério da Saúde implementou um programa gratuito nas escolas que tem como propósito promover a educação oral nas crianças. Higienistas e dentistas deslocam-se às escolas e fazem rastreios, aplicam flúor, despistam cáries e ensinam a escovar como deve ser os dentes. É uma iniciativa com resultados a longo prazo, mas Pedro Santos acredita ser este o caminho, pois, «as crianças mais tarde vão ser pais e, se souberem como escovar os dentes como deve ser, como ter uma boa saúde oral, ensinarão isso aos seus filhos.

A saúde oral nas crianças e nos jovens

A cárie dentária é muito prevalecente na população infantil e jovem. Porém, a sua prevenção é fácil e para isso basta escovar os dentes com um dentífrico com flúor, todos os dias, desde o nascimento do primeiro dente.

Em Portugal, no ano 2000, apenas 33% das crianças até aos 6 anos estavam livres de cáries. Os professores e os pais têm um papel importante a desenvolver junto das crianças no que diz respeito à formação dos hábitos alimentares. Sabe-se que os alimentos ricos em açúcar – doces e bebidas açucaradas – aumentam o risco de desenvolvimento de cáries.

O Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral nas escolas tem sido fundamental para reduzir a prevalência de cáries nos mais pequeninos. Junto a um lavatório ou na sala de aula, eles podem escovar os dentes, no final da refeição, com a supervisão e o acompanhamento respectivo dos professores.

Sobre a promoção da saúde oral, nas crianças e nos mais jovens, saiba que:

Até aos 3 anos:

• A higiene oral inicia-se com a erupção do primeiro dente e deve ser feita com uma gaze, dedeira ou escova macia;

• Os pais devem utilizar uma pequeníssima quantidade de dentífrico fluoretado de 1000-1500 ppm (o rotulo do dentífrico contêm a dosagem de fluoreto)

Dos 3 aos 6 anos:

• A criança deve fazer a escovagem dos dentes, com supervisão, pelo menos duas vezes por dia, sendo uma delas obrigatoriamente antes de deitar;

• A escova deve ser macia e ter um tamanho adequado à boca da criança;

• O dentífrico fluoretado deve ter entre 1000-1500 ppm e a quantidade é idêntica ao tamanho da unha do quinto dedo (mindinho) da criança.

Mais de 6 anos:

• A escovagem dos dentes deve ser feita pelo menos duas vezes por dia, sendo uma delas obrigatoriamente antes de deitar;

• A escova deve ser macia ou média, de tamanho adequado à boca da criança;

• O dentífrico fluoretado deve ter entre 1000-1500 ppm, e a quantidade é de aproximadamente um centímetro.

Na adolescência:

• A higiene oral faz parte da construção e do reforço positivo da auto-imagem;

• As expectativas dos jovens acerca dos lábios, boca e dentes, nos planos estético e relacional, são de valorizar.

Doenças dentárias mais comuns

Placa bacteriana

É a acumulação de bactérias nos dentes devido à falta de higiene. Quando ficamos algumas horas sem lavar os dentes, com a própria língua, sentimos os dentes mais ásperos. Isso é placa bacteriana. A simples escovagem e uso de fio dental é suficiente para eliminar a placa bacteriana. Esta pode dar origem a cáries ou evoluir para tártaro.

Cáries

Normalmente, surgem na sequência de uma má higiene. As bactérias aderem ao dente, formando uma camada incolor, denominada placa bacteriana. O metabolismo dessas bactérias leva-as a produzirem ácidos que, em contacto com os dentes, irão causar uma desmineralização formando cavidades, ou buracos nos dentes. O principal sintoma da cárie é a dor e evita-se, acima de tudo, com uma boa higiene dentária, bem como na moderação na ingestão de açúcares.

Tártaro

O tártaro é uma evolução da placa bacteriana. Surge quando a placa bacteriana não é removida, acabando por calcificar, isto é, endurece e fica agarrada ao dente. Normalmente, o tártaro é visível sob a forma de uma camada amarela nos dentes, na linha da gengiva. Apenas o dentista pode remover o tártaro, pelo que convém manter uma boa higienização nunca deixando a placa bacteriana se tornar tártaro.

Gengivite

É uma inflamação das gengivas causada pela presença de placa bacteriana e tártaro nos dentes, próximo das gengivas. A gengiva fica avermelhada e inchada, quando a cor normal é rosa claro. Ocorre frequentemente o sangramento aquando da escovagem, da passagem com fio dental ou mesmo durante as refeições. Normalmente, o local que mais sangra é aquele que precisa de mais cuidados.

Mau hálito

O mau hálito é também conhecido por halitose e tem origem em diversas causas. Podemos dividir as causas em locais (má escovagem, feridas cirúrgicas, periodontites) e sistémicas (diabetes, prisão de ventre), mas a grande génese dos casos de mau hálito são bactérias que se alojam principalmente na língua e que produzem compostos à base de enxofre. Esta situação é perfeitamente normal ao acordar.

Fonte: Medicina & Saúde



Publicado por marquesarede às 18:10
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DIGA NÃO AO TABACO!

Dia Mundial sem Tabaco - 31 de Maio de 2007  

Informação

Comemora-se amanhã dia 31 de Maio, à semelhança de anos anteriores, o Dia Mundial sem Tabaco. A Organização Mundial de Saúde estabeleceu para a celebração deste dia o tema "Ambientes livres de Tabaco".

A chamada de atenção para este tema reside no facto alarmante de centenas de milhares de pessoas, que nunca fumaram, morrerem, em cada ano, em resultado de doenças provocadas pela exposição ao fumo do tabaco ambiental (fumo passivo).

Não há qualquer dúvida: a exposição ao fumo ambiental do tabaco é muito perigosa para a saúde das pessoas. Provoca cancro, assim como graves doenças dos foros respiratório e cardiovascular, em crianças e adultos, levando muitas vezes à morte. Não existe um nível seguro de exposição humana ao fumo do tabaco ambiental.

Estas são as conclusões inquestionáveis a que chegaram autoridades de saúde nacionais e internacionais, suportadas por resultados de investigação, rigorosamente revistos e publicados, ao longo de vários anos.

Ambientes 100% livres de tabaco são a única resposta

A evidência científica exige uma resposta imediata e decisiva para proteger a saúde de todos os cidadãos, pelas seguintes razões:

• O fumo ambiental do tabaco mata e causa doenças graves.
• Ambientes 100% livres de tabaco protegem completamente os trabalhadores e o público dos efeitos nocivos do fumo do tabaco.
• O direito a um ar limpo, livre do fumo do tabaco, é um direito humano.
• A maioria das pessoas, em todo mundo, é não fumadora e tem o direito a não estar exposta ao fumo do tabaco.
• Os inquéritos realizados demonstram que a proibição de fumar, em locais fechados, é maioritariamente apoiada, quer por fumadores, quer por não fumadores.
• Os ambientes livres de tabaco favorecem as actividades comerciais, dado que as famílias com crianças, muitos não fumadores e até fumadores preferem, na maioria das vezes, frequentar espaços livres de tabaco.
• Os ambientes livres de tabaco permitem aos fumadores, que querem deixar de fumar, a redução do consumo ou mesmo a cessação do hábito tabágico.
• Os ambientes livres de tabaco ajudam a evitar que as pessoas – especialmente os jovens – comecem a fumar.
• Os ambientes livres de tabaco não têm custos e funcionam !

Para mais informações consultar:
http://www.who.int/tobacco/communications/events/wntd/2007/en/index.html

Visite também a área da Educação para a Saúde dedicada ao tabaco



Publicado por marquesarede às 17:40
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Consultar
[PDF]

PROGRAMA NACIONAL DE SAÚDE ESCOLAR



Publicado por marquesarede às 17:38
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Sugestões para praticar
 

50 Sugestões para a gestão dos 
Distúrbios Graves de Atenção (DGA) na sala de aula

Edward M. Hallowell, MD e John J. Ratey, MD - 1992
- in "Internet for Minnesota Schools Project"
Tradução de Jorge M.C. Santos

  1. Em primeiro lugar e antes de tudo certifique-se de que aquilo com que está a lidar são, efectivamente, Distúrbios Graves de Atenção. É verdade que, definitivamente, não compete ao professor diagnosticar os DGA, mas pode e deve certificar-se de algumas coisas. Concretamente, certifique-se que a criança fez, recentemente, exames auditivos e ópticos e que qualquer outro tipo de problemas de cariz médico está excluído. Assegure-se de que foi feita uma adequada avaliação. Faça todas as perguntas necessárias até estar seguro. A responsabilidade de todo o processo referido pertence aos pais, não aos professores, mas estes podem apoiá-los e aconselhá-los.

  2. Em segundo lugar, trate de assegurar os seus suportes pessoais. Ser professor de uma turma onde há duas ou três crianças com DGA pode ser extremamente desgastante. Certifique-se de que tem o suporte da Escola e dos Pais. Assegure-se de que há alguém por perto com quem se pode aconselhar quando tiver algum problema (um pedopsiquiatra, um psicólogo, uma assistente social, um professor especializado em educação especial, um pediatra... o grau académico da pessoa é irrelevante. O que interessa é que essa pessoa tenha bastantes conhecimentos sobre os DGA, já tenha visto bastantes crianças com DGA, saiba qual o papel que pode desempenhar junto da sua sala de aula e que fale honesta e francamente). Tenha a certeza de que os pais estão a trabalhar consigo. Assegure também o apoio dos seus colegas.

  3. Em terceiro lugar, conheça os seus limites. Não tenha medo de pedir ajuda. Não pode pressupor que, por ser professor, tem que ser perito em DGA. Tem que reconhecer que é muito agradável procurar ajuda quando sente que tem necessidade dela.

  4. Pergunte ao adolescente o que é que a pode ajudar. Todos os adolescentes são, muitas vezes, bastante intuitivas. São capazes de lhe dizer como podem aprender melhor, desde que lhes coloque a questão. Frequentemente são desconcertantes quando fazem sugestões de motu próprio já que estas podem ser bastante excêntricas. No entanto, tente sentar-se individualmente com o adolescente e perguntar-lhe como é que ele aprende melhor. Parta do princípio de que o melhor especialista sobre como é que uma adolescente aprende é ele mesmo. É simplesmente espantoso como as suas opiniões são sistematicamente ignoradas ou, quantas vezes, ninguém lhas pede. Além do que foi dito, e especialmente com os jovens, assegure-se de que eles percebem o que são os DGA. Isso poder-vos-á ajudar bastante a ambos.

  5. Lembre-se de que os jovens com DGA necessitam de rotinas educativas, de organização. Precisam de um envolvimento que estruture externamente aquilo eles que são incapazes de estruturar internamente, em si mesmas. Faça listas. Os jovens com DGA beneficiam bastante ao terem listas de tarefas onde possam verificar aquilo que fizeram, o que deviam ter feito, o que terão que fazer. Eles necessitam de memorandos. Necessitam de listas de tarefas a executar. Necessitam de repetições. Precisam de directrizes. Têm necessidade de limites. Precisam de organização.

  6. LEMBRE-SE DA COMPONENTE EMOCIONAL DA APRENDIZAGEM. Estes adolescentes precisam de uma ajuda especial para encontrar prazer nas sala de aula, formas de contrariar a tendência para o insucesso e para a frustração, estimulação em vez de tédio ou medo. É fundamental ter em atenção as emoções envolvidas no processo de ensino-aprendizagem.

  7. ESTABELEÇA REGRAS. Mantenha-as escritas numa lista sempre à vista. A criança sentir-se-á muito mais segura se souber o que se espera dela.

  8. Repita as directivas. Escreva-as. Refira-as em voz alta. As crianças com DGA precisam de ouvir as coisas mais do que uma vez.

  9. MANTENHA UM FREQUENTE CONTACTO OCULAR. Poderá fazer regressar à realidade uma criança com DGA. Faça-o com bastante frequência. Um olhar pode fazer voltar à realidade um aluno que está a "sonhar acordado", provocar uma pergunta que, doutra maneira, não seria feita ou, simplesmente, assegurar o silêncio quando for necessário.

  10. Sente a criança com DGA junto da sua secretária ou perto de qualquer outro sítio onde esteja a maior parte do tempo. Este tipo de ajuda poderá impedir que ela esteja com "a cabeça na lua" entrando em devaneios que acabam por as angustiar bastante.

  11. ESTABELEÇA LIMITES, MARGENS DE MANOBRA. Faça-o de uma forma construtiva, afectiva e não com um sentido punitivo. Faça-o consistentemente, de uma forma previsível, pontualmente e/ou de uma maneira planeada. Não se meta alhadas... Evite grandes discussões argumentativas sobre o sexo dos anjos. Elas tornam-se uma verdadeira diversão para este tipo de crianças. Contenha-se!

  12. FAÇA UM HORÁRIO DAS ACTIVIDADES DIÁRIAS. Afixe-o no quadro, na parede ou na carteira do aluno. Remeta-o frequentemente para ele. Se lhe vai introduzir algumas alterações, como costumam fazer os professores verdadeiramente interessantes, avise a criança bastantes vezes e prepare-a. Transições inesperadas ou quebras bruscas da rotina são verdadeiros "bicos de obra" para estas crianças. Ficam perfeitamente desorientadas... Tenha cuidados muito especiais em prepará-la antecipadamente para toda e qualquer transição inesperada. Anuncie-lhe o que vai acontecer e vá-a avisando repetidamente à medida que a hora se aproxima. Tente ajudar a criança a fazer UM HORÁRIO PARA AS tarefas QUE TEM QUE REALIZAR depois da escola, numa tentativa de evitar um dos estereotipos das crianças com DGA: O protelar as tarefas que têm que realizar.

  13.  
  14. Elimine ou reduza consideravelmente a frequência dos testes realizados em tempo limitado. Eles não demonstram grande valor do ponto de vista educacional e, definitivamente, não ajudam nada as crianças com DGA a mostrar o que sabem.

  15. ARRANJE "válvulas de escape" como, por exemplo, autorizar a criança a sair da sala de aula por alguns momentos. Se isso puder ser introduzido nas regras instituídas para a turma, permitirá que o aluno abandone a sala por um momento antes de "se perder", servindo, simultaneamente, para lhe desenvolver qualidades importantes como a auto-observação e o autocontrole.

  16. PROCURE MARCAR TRABALHOS DE CASA QUE PRIMEM PELA QUALIDADE E NÃO PELA QUANTIDADE. As crianças com DGA necessitam frequentemente de "carga reduzida"! Tem que ter este facto em conta à medida que ela vai progredindo nas aprendizagens. Ela terá tanta dificuldade em concentrar-se a fazer os trabalhos de casa como para estudar as matérias.

  17. AVALIE FREQUENTEMENTE OS PROGRESSOS. As crianças com DGA beneficiam bastante se lhes for dado um feedback quase constante. Ajuda-as a manterem-se no caminho traçado, mantem-nas informadas sobre aquilo que se espera delas e se estão ou não a atingir os objectivos estipulados. Esta constância de informação pode ser bastante encorajadora para estes alunos.

  18. Divida as tarefas mais complexas em pequenos passos. Este é, tecnicamente, um dos pontos cruciais no ensino destas crianças. As tarefas muito longas ou muito complexas rapidamente desmoralizam o aluno e provocarão o emocional e inevitável "não sou capaz...". Ao dividir a tarefa em pequenos passos, que serão sempre menos complexos e de desempenho mais rápido, cada uma dessas pequenas tarefas resultantes parecerão à criança fáceis de executar e dar-lhe-ão a emoção positiva do sucesso. Em geral, estas crianças conseguem fazer sempre um pouco mais do que aquilo que pensam que serão capazes. Ao dividir as tarefas, o professor ajuda-a a provar isso a si mesma. Com as crianças mais pequenas isto torna-se ainda mais importante já que funciona numa perspectiva de prevenir precocemente futuros estados de frustração antecipada. Com as crianças mais velhas ajuda-as a corrigir a atitude fatalista e desmotivante que, tantas vezes, aparece no seu caminho. Este procedimento ajuda-as de muitas outras formas que não interessa estar aqui a enumerar. FAÇA-O SEMPRE.

  19. SEJA LÚDICO, DIVERTIDO, POUCO CONVENCIONAL, APARATOSO. Introduza a inovação na rotina diária. As pessoas com DGA adoram a inovação e reagem com entusiasmo. Ajuda-as a estar atentas - a elas e a si... . Lembre-se que as crianças são pessoas cheias de vida e adoram brincar. Acima de tudo, detestam coisas maçadoras. Grande parte da intervenção que temos com elas envolve coisas potencialmente "chatas": A rotina educativa, as listas de tarefas, os horários e as regras a cumprir. Tem que mostrar à criança que, só por ter de a fazer cumprir estas coisas, não é um professor "chato", não é uma pessoa entediante e a escola não tem que ser, obrigatoriamente, aborrecida. Serviço é serviço, cognac é cognac e cada coisa tem o seu lugar: Se você, de vez em quando, conseguir ser um pouco louco, ajudará bastante...

  20. EVITE A ESTIMULAÇÃO EXAGERADA. Lembre-se que, se a panela estiver tempo demais ao lume, a comida esturra. Assim pode acontecer às crianças com DGA quando são superestimuladas. Tem que aprender a reduzir a chama rapidamente antes que lhe cheire a queimado...aí já é tarde! A melhor maneira de lidar com o caos na sala de aula é preveni-lo antes que aconteça.

  21. EXPLORE E VALORIZE O SUCESSO O MAIS POSSÍVEL. Estas crianças vivem com o insucesso de uma forma tão permanente que precisam de todos os reforços positivos que puderem receber. ESTE ASPECTO NÃO PODE SER DESVALORIZADO: Estas crianças precisam de elogios e beneficiam deles. Adoram ser elogiadas. Bebem os encorajamentos e crescem à conta deles! Sem eles, definham e secam. O aspecto mais devastador dos DGA não são os próprios DGA, mas os efeitos secundários que têm na auto-estima das crianças. Regue bem estas crianças com encorajamento e elogios q.b. .

  22. UM DOS PROBLEMAS DESTAS CRIANÇAS É A FALTA DE MEMÓRIA. Ensine-lhes alguns truques como mnemónicas, spots, etc. Elas têm, frequentemente, problemas graves na memória a "curto prazo". Ajude-os com rimas, dê-lhes deixas, associe acontecimentos a canções conhecidas, etc., etc. São pequenos truques que podem dar uma grande ajuda à "educação" da sua memória.

  23. USE SÍNTESES, ESBOÇOS. ENSINE ATRAVÉS DE RESUMOS. ENSINE REALÇANDO AS COISAS REALMENTE IMPORTANTES. Não é fácil chegar rapidamente à criança com DGA com este tipo de técnica mas, a partir do momento em que ela a compreende, ajudá-la-á bastante a estruturar e dar forma ao que foi aprendido e ao que está a aprender.
    Éum tipo de ajuda que auxiliará a criança a distinguir o que é IMPORTANTE do que é ACESSÓRIO durante o processo de aprendizagem. É durante este processo que ela necessita de argumentos para lutar contra o rol enorme de futilidades a que, geralmente, dá importância.

  24. ANUNCIE, ANTECIPADAMENTE, O QUE VAI DIZER. Depois, diga-o. Depois, diga o que acabou de dizer. A maioria das crianças com DGA, tal como todas as outras, aprende melhor o que vê do que o que ouve. Portanto, sempre que puder, escreva o que vai dizer lendo alto à medida que vai escrevendo. Este simples acto pode ser de grande ajuda. É uma técnica que ajuda bastante a colocar as ideias no seu lugar.

  25. SIMPLIFIQUE AS INSTRUÇÕES. Simplifique as escolhas. Simplifique os horários. E, quanto mais simplificada for a sua linguagem, mais facilmente será compreendida. Ser "palrapatecas" só complica! E use uma linguagem colorida. Tal como os anúncios coloridos, também a linguagem colorida atrai a atenção.

  26. Use o feedback necessário para ajudar a criança a ser auto-observadora. As crianças com DGA tendem a ser fracas observadoras de si mesmas. Frequentemente não fazem ideia nenhuma de como chegaram a determinado ponto ou de como se estão a comportar. Procure dar-lhes essa informação de uma forma construtiva. Faça-lhe perguntas do género: "Sabes o que é que acabaste de fazer?" ou "Como é que achas que podias ter feito isso de outra maneira?" ou "O que é que te parece que aquela menina sentiu quando tu disseste aquilo que acabaste de dizer?". Faça perguntas que ajudem a desenvolver a sua auto-observação.

  27. PONHA SEMPRE POR CLARO O QUE ESPERA DO ALUNO.

  28. Um sistema de prémios é uma possibilidade a considerar como parte de um programa de modificação de comportamento. As crianças com DGA respondem muito bem a incentivos e recompensas. Muitos deles são pequenos empresários...

  29. Se a criança parece ter problemas em perceber indicações de carácter social - linguagem corporal (analógica), tom de voz, etc. - tente, de uma forma discreta, dar-lhe alguns conselhos numa espécie de treino social. Por exemplo, diga-lhe: "Antes de contares a tua história, ouve primeiro o que os outros estão a dizer!" ou "Deves olhar para quem está a falar contigo!". Muitas crianças com DGA são consideradas como sendo indiferentes a tudo ou metidas consigo mesmo quando, de facto, ninguém as ensinou a interagir. Esta competência não aparece naturalmente em todas as crianças, mas pode ser ensinada e treinada.

  30. Ensine-lhes competências que lhes permitam testar a sua atracção pessoal.

  31. Aproveite os mais variados pretextos para pôr um jogo em acção. A motivação é fundamental para lidar com crianças com DGA.

  32. Separe os companheiros de carteira, desfaça mesmo grupos se não funcionam bem em conjunto. Terá que tentar novos agrupamentos até encontrar um que funcione.

  33. Preste muita atenção às pessoas ou actividades a que a criança se prende mais. Estas crianças têm necessidade de se sentir ligadas a qualquer coisa, envolvidas. Quanto mais tempo se mantiverem envolvidas com alguém ou alguma coisa mais motivadas estarão e não será tão fácil "desligarem" e sintonizarem outro tipo de coisas.

  34. Sempre que possível, responsabilize a criança com DGA por qualquer coisa.

  35. Tente pôr em prática um livro de recados escola-casa / casa-escola. Pode ajudar bastante na comunicação entre o professor e os pais e evitar mal-entendidos e crises. Também ajudará bastante a que todos possam dar o feedback que a criança necessita.

  36. Tente usar um "diário de bordo" onde anote os progressos diários do aluno.

  37. ENCORAJE a criança a organizar-se para se auto-responsabilizar por algumas coisas. Breves trocas de impressões no fim das aulas podem ajudar. Se necessário considere a hipótese de ter que usar despertadores, campainhas, etc.

  38. Prepare a criança para o tempo não organizado, quando não existe a estrutura mais ou menos rígida de uma aula, que transmite alguma segurança. Estas crianças precisam de saber, antecipadamente, o que vai acontecer para se prepararem internamente. Se se encontrarem subitamente, de surpresa, em actividades não estruturadas, estas poderão ter o efeito de uma super-estimulação.

  39. Estimule, acaricie, aprove, ENCORAJE, alimente.

  40. Com alunos mais velhos, estimule-os a escreverem as suas notas sobre as questões que se lhes põem durante as aulas. Essencialmente escreverão não só aquilo que lhes é dito mas também a opinião que têm sobre esses mesmos assuntos. Esta técnica ajudá-los-á a ouvir melhor.

  41. Nos testes e exames a escrita manual torna-se extremamente difícil para as crianças com DGA. Considere hipóteses alternativas. Ensine-as a usar um computador ou uma máquina de escrever. Aceite que elas ditem o seu teste a um colega ou ao professor. Permita-lhes fazer os testes oralmente.

  42. Tente ser uma espécie de maestro na execução de uma sinfonia. Antes de começar atraia a atenção da orquestra. Pode usar o silêncio ou algumas pancadas na mesa com a batuta. Mantenha a turma com alguma harmonia apontando para diferentes partes da sala consoante necessitar da ajuda desse sector.

  43. Sempre que possível, encontre para cada aluno um companheiro de estudos em cada uma das disciplinas. Não esquecer de escrever o respectivo número de telefone.

  44. Generalize e normalize a forma de tratamento que dá ao aluno com DGA por forma a atenuar o estigma.

  45. Encontre-se frequentemente com os pais. Este facto evita que os encontros sejam sinónimo de problemas ou crises.

  46. ENCORAJE o aluno a ler alto em casa. Sempre que possível utilize a leitura em voz alta na sala de aula. Use o contar e recontar de histórias. Ajude a criança a desenvolver a capacidade de se centrar num só tópico.

  47. REPITA. REPITA. REPITA.

  48. EXERCÍCIO! Um dos mais eficazes tratamentos dos DGA é o exercício em conjunto da criança e do adulto. De preferência exercícios vigorosos. O exercício contribui para gastar a energia em excesso, ajuda a focalizar a atenção, estimula a produção de algumas hormonas e neuroquímicos que são benéficos e, além disto, é divertido. Assegure-se de que o exercício é divertido e pode ter a certeza que a criança continuará a fazê-lo até ao fim da sua vida.

  49. Com alunos mais velhos, dê ênfase à preparação antes de entrar para a aula. Quanto mais completa for a ideia que o jovem tem do que se vai tratar na aula, melhor será o seu domínio sobre as matérias tratadas.

  50. Esteja sempre atento a um momento de lampejo, de cintilação. Estas crianças são, normalmente, mais talentosas e dotadas do que parecem. Estão cheias de criatividade, espírito lúdico, espontaneidade e boa disposição. Têm tendência para ser um pouco convencidas e gabarolas mas também a ter um espírito generoso, sempre prontas e alegres por ajudar os outros. Têm, normalmente "qualquer coisa especial" que os faz salientar onde quer que estejam. Lembre-se que existe uma melodia dentro de toda esta cacofonia, existe uma sinfonia que espera ser escrita.

Os professores sabem aquilo que muitos outros profissionais ignoram: Não existe um sindroma de Distúrbios Graves de Atenção, mas sim muitos. Os DGA raramente aparecem na sua forma "pura" ; frequentemente, surgem associados a outros problemas como as dificuldades de aprendizagem ou os distúrbios emocionais. É comum dizer-se que os DGA mudam como o vento, inconstante e imprevisível. Da mesma forma podemos dizer, apesar do que nos é serenamente explicado em muitos textos, que o tratamento dos DGA é uma tarefa árdua e que exige grande empenhamento.Não há soluções fáceis para a gestão dos DGA na sala de aula ou em casa. Resumindo tudo o que já foi dito e feito até hoje, a efectividade de qualquer tipo de intervenção reeducativa neste problema depende, essencialmente, da bagagem pedagógica e da persistência da Escola de uma forma geral e, individualmente, do professor.Aqui fica uma série de alvitres para a gestão dos DGA na Escola. As sugestões que se seguem destinam-se aos professores de crianças de todas as idades. Algumas delas serão, obviamente, mais apropriadas para crianças mais novas, outras para jovens, mas os princípios educativos, a estrutura interventiva e os esquemas de encorajamento são válidos para todos.


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Controversias á parte...

 

A Associação de Professores de Português considerou que a revisão curricular do Ensino Secundário, aprovada quinta-feira em Conselho de Ministros, assenta “num modelo pouco flexível”, que “dificilmente” dará resposta à heterogeneidade de alunos e às “tendências actuais”.

“Tal como a estrutura curricular em vigor, a nova estrutura também assenta, anacronicamente, num modelo pouco flexível de gestão do currículo, típico da deficiente tradição organizacional portuguesa. Dificilmente um modelo tão rígido dará conta da heterogeneidade crescente dos alunos do Secundário”, afirmou ontem a APP, em comunicado. O Governo aprovou quinta-feira, na generalidade, a revisão dos currículos dos cursos cientifico-humanísticos do Ensino Secundário, com o intuito de reforçar o ensino prático e experimental já a partir do próximo ano lectivo. A APP defende que apenas sejam obrigatórias as disciplinas de formação geral, cabendo aos alunos a escolha das disciplinas de formação específica, consoante a oferta da escola.”Dentro da mesma tradição própria da moribunda era industrial, propõe-se uma especialização disciplinar que nada tem a ver com as tendências actuais e de que é paradigmática a existência de três disciplinas exclusivamente dedicadas aos estudos literários, para além das disciplinas de Português e Línguas Estrangeiras”, acrescenta a Associação, referindo-se às cadeiras de Literatura Portuguesa, Literaturas de Língua Portuguesa e Clássicos da Literatura.
A Associação de Professores de Português lamenta ainda que o trabalho prático e experimental não esteja previsto para a aula de Português, exemplificando com os tempos lectivos extracurriculares criados em várias escolas para o desenvolvimento de oficinas de escrita ou oficinas gramaticais. Por outro lado, a APP congratula-se com a continuação da possibilidade dada aos estudantes do Secundário de iniciarem o estudo de uma terceira língua estrangeira e com a criação a partir do próximo ano lectivo do curso de Línguas e Humanidades, por junção dos de Ciências Humanas e Sociais e de Línguas e Literaturas. Para reforçar a componente prática e experimental no Ensino Secundário, o decreto-lei aprovado quinta-feira na generalidade prevê o aumento da carga horária, onde serão introduzidos, em média, mais dois ou três blocos de aulas de 90 minutos.

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Ministério
Alterações...
De acordo com esta revisão do currículo, a área de Ciências é a que terá o maior aumento, com mais 45 minutos semanais de aulas nas disciplinas específicas de Física e Química A e Biologia e Geologia do 10º e 11º anos, o mesmo acontecendo nas cadeiras de Biologia, Física, Química e Geologia do 12º.



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Quotidianos...

Ministra admite reavaliar as provas de aferição



ÂNGELA MARQUES
 
Em bom português, vai haver avaliação. As provas de aferição do 4.º e 6.º anos, que estão envoltas na polémica da não penalização de erros ortográficos numa parte do exame, serão avaliadas pela tutela. A avaliação será "cuidadosa, tranquila, profissional", diz o ministério. Que ouviu ontem professores e sindicatos criticar o sistema de avaliação. Até o Presidente da República falou. Para contar que, numa conversa telefónica, a ministra afirmou que as provas podem "evoluir noutro sentido".

"A ministra da Educação, com quem falei há dias por telefone, disse-me que, no futuro, [as provas] poderão, com base nas conclusões [das deste ano], evoluir noutro sentido", disse Cavaco Silva aos jornalistas, na Amadora. "Não estou em condições de dizer se contar ou não contar os erros de português nesta fase será pedagogicamente o mais correcto."

O Presidente pode não estar, mas a Associação de Professores de Português está. E insiste: "Percebemos a intenção de avaliar separadamente a compreensão de texto e a expressão escrita, mas consideramos que é preciso escolher o melhor mecanismo para o fazer. E esse é, na nossa opinião, a escolha múltipla."

Opinião diferente terá o director do Gabinete de Avaliação Educacional, Carlos Pinto Ferreira, que, depois de o ministério ter desmentido que os alunos não são penalizados quando dão erros, justificou a não penalização, explicando que a prova testa tudo em separado para permitir aos serviços da tutela identificar as lacunas dos alunos em cada uma.

Ensino faz-de-conta?

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, também quis protestar. "Já sabíamos que as provas não contam para a avaliação do aluno, agora ficámos a saber que os erros de português numa prova de português não contam para a classificação", criticou. "Estamos num sistema de ensino faz-de-conta", diz, onde "o verbo estudar é disfarçado, o verbo examinar é disfarçado, o verbo passar é disfarçado, o verbo chumbar desapareceu e agora errar também é indiferente". |


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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007
Pensa bem antes de postar!

http://www.youtube.com/watch?v=CKROTxQenW0



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Terça-feira, 22 de Maio de 2007
AGENDA
XIII Encontro Regional de Setúbal de Associações de Pais

Tema: Educação Sexual na Escola



26 de Maio - 14.30 horas - Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro (Rua da Bandeira)


Destinatários: Comunidade educativa

Entrada livre


Ver mais





Publicado por marquesarede às 08:43
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PARTICULARIDADES
Os portugueses têm cada vez menos filhos e, para a maioria daqueles que os têm não faz parte das prioridades poder ter mais tempo para lhes dedicar, segundo dados divulgados a semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Ou seja, mais individualistas, mais autocentrados - é uma tendência que já não é nova, mas que se tem vindo a consolidar. 

Surpreendentes, contudo, são estas percentagens extraídas do Inquérito ao Emprego de 2005, agora divulgadas: 83,7 por cento da população empregada, com pelo menos um filho ou dependente a quem prestem cuidados, diz que não deseja alterar a sua vida profissional para poder dedicar mais tempo a cuidar deles. Os que admitem desejar trabalhar menos para conseguir aquele objectivo representam apenas 13,4 por cento. A percentagem de mulheres nesta situação mais do que duplica a dos homens (18,8 por cento contra 8,1).

Nos estudos realizados por organismos da União Europeia ressalta o contrário, com a maioria dos europeus a manifestar-se insatisfeito no que respeita à conciliação entre trabalho e família. Esta insatisfação foi mesmo apresentada como uma espécie de "moeda comum" europeia.

No ano passado, ainda segundo os dados do INE, a percentagem de agregados constituídos por um casal com filhos desceu abaixo dos 50 por cento: representavam 46,8 por cento, quase empatando com os 46,6 por cento contabilizados pelos agregados familiares de uma pessoa só, casais sem filhos e agregados monoparentais. Estes três últimos têm vindo a subir; o primeiro tem estado a descer.

Na verdade, a sua proporção desceu 3,8 por cento em sete anos, o que é em parte justificado pelas quebras registadas nas famílias maiores e com este qualificativo já se abrange as de dois filhos. O contingente mais representativo continua a ser o das famílias com apenas um filho (32 por cento).

As casas podem ter menos gente, mas ganharam em conforto, revela um estudo da Marktest, também divulgado esta semana. Em todos os lares do continente há já um frigorífico ou combinado. Quase a fazer o pleno estão o fogão e a televisão. Popular é também a máquina de lavar a roupa. Está em 97,8 por cento das casas.

Os leitores de DVD já chegaram a 62,3 por cento dos lares. Ultrapassaram os computadores, mas a proporção de lares onde estes estão presentes mais que duplicou em seis anos: passou de 22 por cento em 2000 para 45,4 no ano passado.

Equipamentos minoritários são o ar condicionado e o aquecimento central. Estão presentes em 9,7 e 13,9 por cento dos lares, respectivamente. A par da má qualidade da construção em Portugal, esta escassez contribui para uma situação também já identificada em vários estudos da UE: entre os europeus, os portugueses são dos que mais sofrem de frio (ou calor) dentro de portas.

Público - 20.05.2007 - Clara Viana


Publicado por marquesarede às 08:41
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007
ENCERRAR
Nos dois últimos anos o número de escolas em Portugal baixou de 14 973 para 12 510, passando a haver menos 2463. O encerramento de escolas do 1.º Ciclo com poucos alunos (6355 em 2004, 4509 no início deste ano lectivo) é uma das razões apontadas pela Inspecção-Geral da Educação (IGE) para a quebra. Um relatório da IGE foi tornado público pela tutela.

“As acções da IGE são discretas mas não secretas”, disse José Maria Azevedo, inspector-geral. Quanto ao encerramento de escolas, a ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues voltou a frisar que é uma medida “positiva” e permitirá melhorar os resultados.

O relatório ‘Organização do Ano Lectivo 2006-07’ analisa e compara vários indicadores de uma amostra de 312 agrupamentos de escolas públicas, representativa de um quarto do universo de escolas, alunos e professores. Indica vários constrangimentos encontrados pelos inspectores nas visitas às escolas: 22 por cento dos jardins-de-infância ainda não asseguram o funcionamento até às 17h30 e a rede de cobertura da Educação Pré-Escolar é insuficiente. Há um “número significativo” de crianças com três anos que não são admitidas nos jardins-de-infância, nomeadamente em Lisboa e Algarve.

Na análise do 1.º Ciclo a IGE aponta a existência de muitas escolas (18 por cento) em regime de horário duplo “devido à escassez de instalações”, o que tem consequências na capacidade de oferta de Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC). No entanto, o relatório diz que 90 por cento das escolas primárias oferecem AEC aos seus alunos. Algumas escolas ainda têm uma oferta insuficiente de serviço de almoço, sobretudo em Lisboa, mas no global a percentagem de estabelecimentos que oferecem serviço de refeições subiu de 47 por cento em 2005 para 79 por cento em 2006.

Em relação ao 2.º Ciclo, continua a observar-se “confusão entre alunos com necessidades educativas especiais e alunos com dificuldades de aprendizagem”. No 3.º Ciclo, o principal problema reside na “distribuição desequilibrada das actividades lectivas pelos dias da semana”, havendo dias com oito ou mais horas e outros com cinco ou menos. A deficiente organização da rede de transportes escolares estará na génese do constrangimento. A IGE aponta ainda o dedo aos professores: nos 2.º e 3.º Ciclos e Secundário regista-se uma “utilização menos eficiente das horas da componente não lectiva dos docentes no desenvolvimento de projectos pedagógicos destinados a promover o sucesso educativo”.

Para a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, as mudanças, especialmente as verificadas no 1.º Ciclo, “são impressionantes e alimentam o nosso optimismo. O horário alargado, as actividades, as melhores condições de trabalho e as refeições quentes vão permitir melhorar os resultados num espaço de tempo mais curto do que alguma vez pudemos imaginar”.

906 MIL EUROS INJUSTIFICADOS

Entre as várias situações de incumprimento detectadas pelos inspectores da Educação, estão horas evitáveis, horas extraordinárias irregulares e horários indevidamente ocupados por destacamento por condições específicas ou contratação de professores. Segundo a estimativa da IGE, o custo anual das horas evitáveis ronda os 192 820 euros, enquanto o pagamento de horas extraordinárias indevidas custa 44 353 euros. O custo dos destacamentos irregulares custa 338 341 euros e os horários indevidamente ocupados por contratação custa 330 939 euros. Outro incumprimento diz respeito a turmas com aulas de Educação Física, que não respeitavam o intervalo de uma hora após o almoço, sendo detectadas 103 turmas nesta situação, de um total de 7317 turmas. Foram também registadas 306 turmas que não respeitavam o intervalo para o almoço.

SAIBA MAIS

202 inspectores ao serviço da Inspecção-Geral da Educação, num total de 310 funcionários.

1771 foi o primeiro ano em que se realizaram inspecções escolares: a Real Mesa Censória, a pedido do Marquês de Pombal, ministro de D. José I, inspeccionou as escolas menores, com a finalidade de iniciar a construção do sistema educativo nacional.

O que faz a IGE: Acompanhamento, controlo, auditoria, avaliação, provedoria e acção disciplinar – estas são as áreas de actuação da Inspecção-Geral da Educação, que também organiza e participa em actividades nacionais e internacionais.

Rede Pública: A Lei-quadro da Educação Pré-escolar, de 1997, estipula que “incumbe ao Estado criar uma rede pública de Educação Pré-Escolar, generalizando a oferta dos respectivos serviços”.

EDUCAÇÃO À LUPA

169 291 professores e educadores de infância no início do ano lectivo, menos 8239 do que em 2005.

1 669 470 alunos matriculados nas escolas públicas no início do ano lectivo, mais 21 192 que em 2005.

312 unidades de gestão analisadas, que representam cerca de um quarto do universo de escolas, alunos e professores.

596 507 alunos matriculados nas escolas da amostra, dos quais 104 933 do 1.º Ciclo e 72 268 do 3.º Ciclo.

33 603 professores e educadores de infância em funções nas unidades de gestão seleccionadas.

60 por cento das crianças com três anos não admitidas nos jardins-de-infância no Algarve.

502 079 horas de serviço docente para distribuir; 373 143 efectivamente lectivas. Elaborados 22 809 horários.


Publicado por marquesarede às 19:40
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INDICADORES
Cada professor ou educador de infância reforma-se com uma média de 2364 euros. Nos últimos 13 meses passaram à reforma 4632 docentes. No entanto, o ritmo de saídas tem vindo a abrandar desde Dezembro do ano passado: de 567 que começaram a receber a pensão em 1 de Dezembro, passaram a 222 em 1 de Maio.

Apesar de haver carreiras mais bem pagas na Função Pública, a maior parte dos professores consegue reformas superiores à de agentes principais da PSP ou sargentos-mor do Exército, entre outros.

Para pagar a primeira prestação dos 222 novos aposentados de Maio, a Caixa Geral de Aposentações (CGA) despendeu mais de 512 mil euros. Nos últimos 13 meses, só para pagar o primeiro mês de pensão de cada professor que passou à reforma foram necessários 10,95 milhões de euros (ver tabela).

Entre os milhares de professores e educadores de infância ao serviço do Ministério da Educação que passaram à reforma no último ano alguns destacam-se devido ao valor da pensão que passaram a auferir. Assim, a professora com a reforma mais alta é Maria Cristina Maldonado, do agrupamento de Escolas de Santa Maria dos Olivais (em Lisboa): reformou-se em Dezembro, com uma pensão de 3863,70 euros. Também nesse mês, a professora Nazaré Correia, que deu aulas na Secundária Pedro Alexandrino (Póvoa de Santo Adrião, Odivelas), começou a receber uma pensão de reforma no valor de 3584,68 euros.

Nas listas da CGA surgem ainda três docentes com mais de três mil euros de reforma: Maria Judite Preto (Escolas Rio Tinto 2, com 3013,31 euros), Maria Carmo Dinis Cabral (EB 23 Eugénio de Castro, Coimbra, com 3062,82 euros) e Maria José Duarte (agrupamento D. Afonso Henriques, Guimarães, a auferir 3062,05 euros).

Com vencimentos – e reformas – bem mais gordos encontram-se os professores catedráticos universitários. A título de exemplo, em Maio passaram à reforma Manuel Maria Godinho (Universidade de Coimbra, 4627,20 euros), Rogério Martins (Universidade do Porto, 4572,48 euros) e Maria Clara Meneses (Universidade de Évora, 4295,08 euros).

'CONTÍNUAS' DAS ESCOLAS MUITO ABAIXO

As pensões na Administração Pública podem atingir os vários milhares de euros, dependendo da carreira e dos anos de descontos.

A média das reformas dos professores ronda os 2364 euros. Na folha dos aposentados a 1 de Maio é possível encontrar outros profissionais com valores bastante inferiores: soldado da GNR (997,34 euros), agente principal da PSP (1391,41), guarda florestal (850,57) ou carteiro (1332,34).

Mas também há algumas reformas superiores: coronel da GNR (3013,91), capitão de fragata da Armada (2439,59), tenente-coronel do Exército (2498,45), major da Força Aérea (2386,57), juiz conselheiro do Conselho Superior da Magistratura (5834,70), enfermeiro especialista (3169,89), chefe de serviço de medicina interna (4904,37), professor catedrático universitário (4627,20) ou controlador de tráfego aéreo (4902,37). Já as auxiliares de acção educativa (vulgarmente conhecidas por ‘contínuas’ das escolas) auferem muito menos do que os docentes – a pensão máxima em Maio foi de 880,87 euros.

SAIBA MAIS

2439 professoras e educadoras de infância reformadas pela Caixa Geral de Aposentações desde Maio de 2006 que têm Maria como nome próprio.

1318 novos pensionistas da Administração Pública desde 1 de Maio. Pelo Ministério da Educação são 354, pelo da Saúde 221, e pelo do Ambiente 208.

ÍNDICE 100

É o indicador base da escala salarial dos funcionários públicos. Para este ano o valor do índice 100 do Regime Geral é de 326,75 euros. Em 1990, o índice 100 era de 35 392 escudos (176,53 euros).

CORPOS ESPECIAIS

Existem 26 corpos especiais na Administração Pública, cujos valores de índice 100 diferem do regime geral. Bombeiros municipais, diplomatas, docentes, médicos, enfermeiros, investigadores, elementos da GNR, PSP e Polícia Judiciária ou militares das Forças Armadas estão entre as várias carreiras especiais.

AS REFORMAS DOS PROFESSORES

MAIO 2006: 236 reformados / 539.769,25 euros / 2.287,15 euros (valor médio)

MAIO 2006: 236 reformados / 539.769,25 euros / 2.287,15 euros (valor médio)

JUNHO 2006: 167 reformados / 384. 460,45 euros / 2.302,15 euros (valor médio)

JULHO 2006: 6 reformados / 11.806,52 euros / 1.967,75 euros (valor médio)

AGOSTO 2006: 584 reformados / 1.411.016,96 euros / 2.416,12 euros (valor médio)

SETEMBRO 2006: 507 reformados / 1.206.642,05 euros / 2.379,96 euros (valor médio)

OUTUBRO 2006: 452 reformados / 1.102.872,07 euros / 2.439,98 euros (valor médio)

NOVEMBRO 2006: 464 reformados / 1.105.586,95 euros / 2.382,73 euros (valor médio)

DEZEMBRO 2006: 567 reformados / 1.246.971,52 euros / 2.199,24 euros (valor médio)

JANEIRO 2007: 458 reformados / 1.093.958,26 euros / 2.388,55 euros (valor médio)

FEVEREIRO 2007: 349 reformados / 847.362,72 euros / 2.427,97 euros (valor médio)

MARÇO 2007: 347 reformados / 835.232,37 euros / 2.407,00 euros (valor médio)

ABRIL 2007: 273 reformados / 656.528,84 euros / 2.404,86 euros (valor médio)

MAIO 2007: 222 reformados / 512.271,26 euros / 2.307,52 euros (valor médio)

TOTAL: 4.632 reformados / 10.954.479,22 euros / 2.364,95 euros (valor médio)



Publicado por marquesarede às 19:35
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VENCER NOS EXAMES
João, Diana, Pedro, Joana, Gonçalo, Ana, Liliana, Miguel e Filipe. Todos são jovens estudantes e partilham o entusiasmo típico da geração dos verdes anos, pronta a conquistar o mundo. Espera-os, agora, um grande desafio: a época de exames. Com ela, chegam também a ansiedade, a culpa e o medo. Os nervos à flor da pele e as dúvidas sobre o valor próprio são uma inevitabilidade, uma etapa crítica. Garantir o sucesso equivale a procurar todas as ajudas possíveis.

Aos mais competitivos – para quem é obrigatório ter melhores notas que o vizinho – convém lembrar que a estrada do tão almejado sucesso nem sempre se revela linear. Newton chumbou, na primária, Einstein só começou a ler depois dos 7 anos. Os mais confiantes na inspiração ou no acaso também devem saber que Picasso atribuía a sua fama artística a 99% de transpiração.

Leia aqui: Como vencer nos exames


Publicado por marquesarede às 19:10
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Sexta-feira, 18 de Maio de 2007
BUFETE NA ESCOLA


Tendo em vista a preparação do ano lectivo 2007/2008,  foi enviada a todas as escolas a Circular Nº 11/DGIDC/2007, de 15 de Maio, que tem por objectivo contribuir para uma educação alimentar em meio escolar.

Circular nº 11 / DGIDC/2007 – Recomendações para os Bufetes Escolares



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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007
Domingos em Família
 

 

 

Aos Domingos no Jardim Botânico... um passeio especial em família!

20 de Maio "Tesouros feitos de Cereais"

 
Consulte as datas mensais do evento
   
Marcação prévia através dos contactos:

Jardim Botânico

Rua da Escola Politécnica, 58
1269-102 Lisboa


Telefone
  • | +351 213 921 830
Correio Electrónico


Publicado por marquesarede às 19:30
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