Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007
OBESIDADE, SUPERMERCADOS E ESPAÇOS VERDES...
Viver nas proximidades de um espaço verde ou de um supermercado reduz o risco de excesso de peso e exerce uma influência positiva na actividade física e alimentar das crianças e jovens, revela um recente estudo da Faculdade de Medicina de Indiana, em parceria com a Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos.

Os especialistas verificaram que o aumento dos espaços verdes está directamente relacionado com a diminuição do risco de excesso de peso nas crianças e jovens que vivem em locais de densidade populacional elevada. Nas áreas suburbanas esta realidade é mais significativa nas crianças e jovens que vivem perto de um supermercado, aponta este estudo que contou com a observação de 7 mil crianças e jovens americanos de idades compreendidas entre os 3 e os 18 anos.

“A batalha contra a obesidade infantil está perdida se recorrermos apenas a dietas e ao exercício físico. Parece evidente a interacção existente entre o ambiente e o peso”, afirma Gilbert Liu, professor assistente de pediatria na Faculdade de Medicina de Indiana e principal investigador deste estudo que aparecerá na edição de Março/Abril da revista científica American Journal of Health Promotion. O especialista apela e encoraja as organizações e as comunidades locais a desenvolverem infra-estruturas, nos locais habitados por crianças e jovens, que garantam a actividade física e a escolha plena de uma alimentação saudável.


Publicado por marquesarede às 20:00
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TELEVISÃO OBESIDADE,MIOPIA, AUTISMO...

Problemas como a qualidade das refeições que se servem nas escolas têm suscitado grande debate na sociedade britânica. Mas aquele que pode vir a ser "o maior escândalo" de todos, segundo o autor de um relatório divulgado ontem, ainda não foi atacado: os elevados níveis de consumo de televisão por parte das crianças. O estudo sustenta que passar demasiado tempo à frente do ecrã aumenta os riscos de miopia, obesidade, diabetes, puberdade precoce e autismo.

Aric Sigman, psicólogo, analisou 35 trabalhos científicos e concluiu que os efeitos nefastos do excesso de televisão podem ser bem maiores do que o que se pensava. Identificou 15 no total e concluiu que o número de horas que os mais novos gastam a ver os seus programas favoritos deve ser dramaticamente reduzido.

Num relatório divulgado na publicação científica Biologist, Sigman propõe mesmo que as crianças com menos de três anos sejam simplesmente impedidas de ver televisão - isto quando o britânico médio de seis anos de idade já passou o equivalente a um ano inteiro da sua vida à frente da "caixa que mudou o mundo". Se os pais continuarem a deixar que os seus filhos vejam demasiada TV, estão, na opinião de Sigman, citado pelo jornal The Independent, a abdicar das suas responsabilidades enquanto pais.

O especialista - que, segundo a AFP, também encontrou uma relação entre o desenvolvimento de cancro e o consumo excessivo de TV - não entende a razão pela qual muitos académicos alertam para que não se exagere no que diz respeito a estas descobertas. "Podemos vir a ser responsabilizados pelo maior escândalo do nosso tempo relacionado com a saúde".

E alerta: com tamanha lista de efeitos negativos, são também os cofres do Estado e do serviço nacional de saúde que sofrem.

Andreia Sanches


Publicado por marquesarede às 19:55
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NO BANCO DA ESCOLA

No Banco da Escola é uma iniciativa do Banco Espírito Santo, em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), destinada a alunos dos 3º e 4º anos do 1º ciclo do ensino básico, de âmbito nacional. Consiste fundamentalmente em sessões pedagógicas no âmbito da actividade financeira a realizar em Balcões - Escola do BES (Balcões com especial vocação e competência na área da formação).

Estas sessões são dirigidas a todos os estabelecimentos de ensino básico que se inscrevam para participar na iniciativa, e têm como objectivo envolver o BES junto das escolas contribuindo para a formação de jovens consumidores informados, explicando alguns conceitos fundamentais da relação com o dinheiro.

As inscrições poderão ser feitas através do envio de um mail para nobancodaescola@bes.pt, com as seguintes indicações:

          o Nome da Escola
          o Número de turmas a inscrever
          o Localidade pretendida

As sessões de No Banco da Escola realizam-se nas cidades de Faro, Évora, Lisboa, Torres Vedras, Leiria, Coimbra, Aveiro, Espinho e Matosinhos. O número máximo de alunos por sessão é de 25 (1 turma), sendo o transporte da responsabilidade da escola. As sessões terão início às 16h00, após o fecho do Balcão com duração de cerca de 60 minutos.

Este programa decorre durante todo o ano lectivo, sendo o calendário das sessões articulado directamente com as escolas participantes.

Para mais esclarecimentos ou contacto: Banco Espírito Santo, Dep. Comunicação, Carla Veludo Avenida da Liberdade, 195 - 11º Piso, 1250-142 Lisboa. Telefone: 21 350 17 85 ou csveludo@bes.pt.

Sem pretender dar publicidade ao BES , convém  sublinhar a iniciativa.


Publicado por marquesarede às 19:48
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PREMIO PITÁGORAS
Melhores práticas no ensino da matemática

Terminou hoje dia 28 de Fevereiro, o prazo de apresentação das candidaturas ao Prémio Pitágoras, iniciativa da Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) com o patrocínio exclusivo do Banco Espírito Santo (BES) e o apoio do jornal Público, destinado a premiar as melhores práticas e as abordagens mais inovadoras com sucesso no ensino da matemática.

Esta iniciativa, com periodicidade anual, visa reconhecer publicamente docentes de matemática dos ensinos básico e secundário, público ou privado, independentemente do seu regime contratual de trabalho, com pelo menos 5 anos de ensino, que se distingam pela qualidade excepcional, originalidade e eficácia da sua prática lectiva e, assim, contribuir para estimular uma melhoria no ensino da matemática.

Um dos aspectos mais inovadores deste prémio é o formato de candidatura, a qual terá de ser apresentada exclusivamente através de nomeação por terceiros. A nomeação dos candidatos pode ser feita pelos Conselhos Executivos, grupos de professores, grupos de alunos ou ex-alunos das escolas, Associações de Pais e grupos de Pais ou Encarregados de Educação. A nomeação faz-se através da ficha de candidatura, onde serão identificados os proponentes, o professor proposto, bem como as razões que fundamentam a candidatura.

Para a 1ª edição deste prémio, o juri é composto por:
. Jorge Sampaio Martins, Professor do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra;
. Carlos Sá, Professor do Departamento de Matemática Pura da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto;
. Marília Pires, Professora do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade do Algarve;
. José Vítor Malheiro, jornal Público, e
. Paulo Padrão, Director de Comunicação do Banco Espírito Santo.
Cabe a este júri, após aceitação das nomeações pelos candidatos, organizar as visitas às escolas, entrevistar cada um dos professores e por fim avaliar todos os dados recolhidos. Terminada esta avaliação será seleccionado o professor a premiar.

Este prémio tem 3 fases distintas:

1 - Recepção das candidaturas
Os processos de nomeação devem ser apresentados até 28 de Fevereiro de 2007. Todos os processos devem dar entrada até áquela data (data de carimbo dos CTT), na seguinte morada:

Sociedade Portuguesa de Matemática
Avenida da República, 37-4º
1050-187 Lisboa, ou em alternativa, através do seguinte endereço de mail:
premio.pitagoras@gmail.com

2 - Avaliação das candidaturas, aceitação das nomeações e entrevistas
O júri do prémio contactará individualmente, por escrito, todos os nomeados e só considerará candidato os que, por escrito, aceitem participar. Depois de estabelecida a lista de candidatos, entre 01 de Março e 31 de Maio, o júri visitará as escolas, entrevistará cada um dos candidatos e recolherá os elementos que entender convenientes para avaliação.

3 - Prémio
Terminada a segunda fase, o júri reunirá para seleccionar o professor galardoado. Durante o mês de Junho, em data a anunciar oportunamente, será divulgado o vencedor desta 1ª edição.

O prémio Pitágoras tem o valor de €10.000. Consistirá no pagamento de um curso de formação/especialização à escolha até um máximo de €5.000 e um prémio monetário de igual valor.

A consulta do regulamento é indispensável para o envio das candidaturas.

Regulamento

Ficha de Candidatura


Publicado por marquesarede às 19:43
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ainda...as aulas de substituição.
Estudantes do ensino secundário promovem dia de protestos 
(fonte)  Lusa
 

Os estudantes do ensino secundário promovem hoje um dia de luta contra os exames nacionais, as aulas de substituição e a limitação de vagas no ensino superior, com uma concentração em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa.

No Porto decorre uma manifestação convocada por várias associações de estudantes da zona norte do país.

Os organizadores da jornada de luta consideram que as aulas de substituição são inúteis e que os exames nacionais têm servido apenas para barrar a entrada no ensino superior.

Os alunos defendem também a aplicação da disciplina de educação sexual e a melhoria das condições materiais e humanas das escolas, para além de recusarem a privatização do ensino.



Publicado por marquesarede às 15:59
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O Papel dos Pais e Encarregados de Educação



O Papel dos Pais e Encarregados de Educação

A escola, especialmente ao longo do Ensino Básico e Secundário, deixou de visar apenas a transmissão de conhecimentos para privilegiar o desenvolvimento de:
. capacidades e aptidões dos alunos;
. atitudes de autonomia pessoal e de solidariedade.
Mas, para que essa finalidade se cumpra, é necessário aproximar a escola do meio familiar e social em que a criança e o adolescente vivem, já que aos pais e encarregados de educação cabe um papel decisivo nesse desenvolvimento. É-lhes pedido que:

... acompanhem regularmente as actividades dos seus educandos,
. incentivando-os na realização das tarefas escolares
. consultando com eles cadernos e dossiers

... os ajudem a desenvolver hábitos de trabalho e atitudes de cooperação nomeadamente,
. assiduidade, pontualidade e cumprimento atempado das suas obrigações escolares
. respeito pelo trabalho dos colegas e disponibilidade para a entreajuda

... sigam atentamente as informações fornecidas pela escola, no que se refere a
. actividades desenvolvidas pela escola
. faltas dos educandos
. resultados da avaliação contínua
. outras comunicações

... contactem com os directores de turma, para trocar opiniões sobre aspectos relacionados com
. a integração na vida escolar dos seus educandos
. o processo de aprendizagem

... facilitem contactos e pesquisa de informações fora da escola quando os alunos
. para isso forem solicitados pelos professores
. manifestem o desejo de o fazer

... conheçam os planos de estudo e sua organização, de modo a poderem orientar os seus filhos na tomada de decisões sobre as alternativas que o percurso escolar vai oferecendo, nas suas diferentes etapas

... colaborem na vida da escola, conhecendo e participando no desenvolvimento do projecto educativo e do plano anual de actividades.

A todos os pais e encarregados de educação assiste o direito de participar no processo educativo dos seus filhos. Esta participação pode assumir duas formas distintas:
. individualmente, enquanto encarregado de educação de um aluno de determinada escola
. enquanto membro de uma associação de pais e encarregados de educação.

No 1º caso, os pais e encarregados de educação podem intervir directamente:
. contactando com o director de turma, no período reservado ao atendimento de pais e encarregados de educação, em qualquer momento do processo educativo
. participando em actividades promovidas pela escola, no âmbito da Área-Escola ou das actividades de complemento curricular
. colaborando com os técnicos de orientação escolar e profissional, em acções de informação e sensibilização, nomeadamente contribuindo com o relato da sua experiência profissional
. acompanhando e participando activamente no percurso escolar do seu educando, designadamente quanto ao processo de avaliação.

No 2º caso, os pais e encarregados de educação, na pessoa de um representante - a Associação de Pais -, podem manter contactos com a escola em diversas modalidades e momentos:
. através da integração nos seguintes orgãos: Assembleia de Escola, Conselho Pedagógico e Conselho de Turma (neste caso, um elemento da turma indicado pela associação de pais)
. em reuniões com o Conselho Executivo/Director para tratar assuntos relacionados com a vida da escola

Aos pais e encarregados de educação de alunos com necessidades educativas especiais, são reconhecidos os seguintes direitos:

. autorizar expressamente que o seu filho seja sujeito a uma avaliação com vista à aplicação das medidas do regime educativo especial
. participar na elaboração, revisão e avaliação do Plano e do Programa Educativo Individual."

Facilmente nos apercebemos que, cada vez mais, os pais e os encarregados de educação - individualmente ou em associações - são chamados a intervir no processo educativo dos seus filhos ou educandos que se desenvolve no seio da escola.

Esta mudança de atitude da escola, tradicionalmente fechada sobre si mesma e sobre os seus métodos e programas, reclama que os pais e os encarregados de educação tenham também uma nova postura perante a escola. Neste processo de envolvimento dos pais na escola assumem particular importância as Associações de Pais.



Publicado por marquesarede às 15:48
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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2007
Bill Gates controla tempo de uso do computador dos filhos
O fundador da Microsoft afirmou que sua filha mais velha, de 10 anos, possui acesso controlado, restrito e cronometrado a jogos e computadores. Segundo Gates, a filha não era uma usuária assídua de PCs e internet até este ano, quando entrou em um colégio onde os estudantes usam computadores portáteis.

 


"Ela ficou muito ávida e descobriu uma porção de jogos de computador, incluindo um que roda no Xbox 360 chamado Viva Pinata, onde você toma conta do seu jardim", afirmou em uma audiência de negócios em Ottawa, no Canadá.

Gates disse que ele e sua esposa, Melinda, definiram um limite de 45 minutos por dia para jogos em dias úteis, e 1 hora nos finais de semana, mais o tempo necessário para as tarefas de casa.

O novo software Vista, da Microsoft, permite que os pais controlem os sites da internet que os filhos podem acessar, e também inclui uma relação dos sites visitados e das pessoas com quem falaram por mensagens instantâneas.

Segundo Gates, tamanha regulamentação familiar gerou discussões. "Meu outro filho disse: 'Vou ter limites como esse em toda a minha vida?', e eu respondi: 'Não, quando você sair de casa você poderá definir seu próprio tempo de uso do computador"', contou Gates, acompanhado de risos do auditório.


Publicado por marquesarede às 23:42
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SEGURANET

Concurso Farol Seguranet

 


O concurso Farol Seguranet insere-se no projecto Seguranet desenvolvido no âmbito do Programa para uma Internet mais Segura da Comissão Europeia, no qual participam nós nacionais em 16 países europeus, cuja actividade visa a sensibilização para os desafios e riscos da Internet. A Equipa de Missão CRIE, do Ministério da Educação, em colaboração com a Microsoft Educação Portugal decidiram lançar um concurso para as escolas dos ensinos básico e secundário que pretende reconhecer e dar visibilidade às escolas que praticam uma utilização esclarecida, crítica e segura das tecnologias, em geral, e da Internet, em particular.
Pretende-se, com este concurso, motivar os alunos e os professores para a relevância das questões relacionadas com a utilização esclarecida, crítica e segura das tecnologias, nomeadamente da Internet, uma vez que esta se tornou um meio acessível à generalidade dos jovens e das crianças, quer na busca de informação, quer como meio de comunicação, quer, ainda, na produção de conteúdos.
O concurso teve a sua abertura oficial no dia 6 de Fevereiro de 2007 e prolongar-se-á até ao dia 30 de Junho de 2007.
http://www.seguranet.pt/concurso.aspx



Publicado por marquesarede às 23:33
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Pobreza infantil nos países ricos




Um dos dados que os estudos da sociologia da infância comprovam é que onde há pobreza as crianças são, em média, mais afectadas por ela do que os restantes grupos sociais.
O quadro, retirado do recente estudo sobre a infância nos países da OCDE, revelao lugar relativo dos diferentes países no que respeita à percentagem de crianças (0-17 anos) que vivem em lares cujos rendimentos são inferiores a 50% da mediana (f.: UNICEF, 2007, La Pauvreté des Enfants en Perspective: Vue d’ensemble du bien-être des enfants dans les pays riches).


Publicado por marquesarede às 20:23
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A TV que vimos em 2006





Fonte: DN de , com base em dados da Marktest relativos a 2006)


Publicado por marquesarede às 20:20
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LER NA ESCOLA
LER NA ESCOLA E NO MUNDO DO SÉC. XXI. COMO? QUANDO? ONDE? PORQUÊ?”. É este o tema deste ano do concurso nacional de jornais escolares, promovido pelo projecto Público na Escola, do Jornal Público, com o apoio de diversas entidades, públicas e privadas.
A esta iniciativa, cujo prazo de inscrição termina a 30 de Março próximo, podem concorrer os agrupamentos de escolas e estabelecimentos de ensino dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico
e do ensino secundário do continente, regiões autónomas e comunidades portuguesas no estrangeiro.
Justificando a escolha do tema, o cartaz que anuncia o concurso e estabelece o respectivo regulamento diz o seguinte:
"Nunca ler foi tão fácil. Nunca foi tão difícil! A leitura desempenha na sociedade contemporânea funções acrescidas e múltiplas. Os suportes diversificam-se, as competências e requisitos diferem face aos tipos de texto e respectivos suportes, no salto permanente entre a leitura analógica e a digital". E deixa aos jornais concorrentes o desafio de responder às questões seguintes:
. Porque lemos, porque fazemos ler, o que fazemos com o que lemos? . Como lêem, que lêem as nossas crianças e jovens? . Como convidar à leitura?

Mais informações: publiconaescola@publico.pt


Publicado por marquesarede às 20:13
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Se é professor/formador, gosta de tecnologias e ainda não conhece termos como RSS, feed, web2.0, tag, creative commons, social bookmarking, blogs, wikis, podcasting, eportefolio, então tem aqui oportunidade de os conhecer, com bons exemplos de ferramentas colaborativas.

O livro com 50 páginas e cerca de 750 KB está disponível em pdf aqui.

 



Publicado por marquesarede às 19:42
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  • Tardes de Matemática - 2007

     

    Lisboa

  • 24 de Fevereiro de 2007, 15h30
    José Ferreira Alves (FCUP) e Pedro Miranda (FCUL)
    As Contas da Chuva - A Matemática e as Previsões Meteorológicas

  • 10 de Março de 2007, 15h30
    Nelson Chibeles Martins (UNL) e Intendente Bastos Leitão (PSP)
    A Matemática Combate o Crime - Os Números e a Segurança Pública de Mãos Dadas


  • 21 de Abril de 2007, 15h30
    António Gameiro Lopes (FCTUC) e Amândio Torres (SNBPC)
    Apaga Fogos com Números - Modelos Matemáticos no Combate aos Incêndios
    José Carlos Santos (FCUP) e Luís Magalhães (Ovarense Aerosoles)


  • 09 de Junho de 2007, 15h30

    Matemática ao Cesto - A Matemática do Basquetebol

  • Local: Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva, Parque das Nações - Lisboa

    Informações: http://www.spm.pt, Tel: 217 939 785

    http://www.spm.pt/noticias/tardeslisboa2007.phtml



    Publicado por marquesarede às 17:56
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    Finlândia e os professores
    http://www.elpais.com/articulo/sociedad/pais/maestros/elpepusoc/20070214elpepisoc_7/Tes


    Publicado por marquesarede às 17:50
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                               Conferência Ibérica em Educação para a Cidadania
    Vai realizar-se em Lisboa a Conferência Ibérica em Educação para a Cidadania nos dias 9 e 10 de Março de 2007.
    Esta conferência é organizada simultaneamente pelo Centro de Investigação em Educação da FCUL, pelo Thematic Network CiCe e pela Universidade Autónoma de Barcelona e procurá cruzar olhares e debater temas tais como Politicas de Cidadania; Ensino Superior e Educação para a Cidadania; Educação para a Cidadania no Currículo e na Escola; Cidadania Activa: Desafios e Prespectivas.

    Visite o site da conferência
    http://cie.fc.ul.pt/seminarioscie/IberianConference/index_uk.htm, onde poderá ter acesso a mais informações.


    Publicado por marquesarede às 17:43
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    ...
    Conferência Internacional

    PROFESSORES NA EUROPA
    CONDIÇÕES DE TRABALHO, PERFIL PROFISSIONAL E CARREIRA

    Lisboa, Sábado, 24 de Fevereiro de 2007
    Hotel Lisboa Plaza, Travessa do Salitre, 7

    Programa

    09.45h Recepção

    10.00h Boas-vindas
    Custódio Cónim (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento / IED, Lisboa)Reinhard Naumann (Fundação Friedrich Ebert em Portugal, Lisboa)

    10.15h Abertura
    Jorge Pedreira (Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Lisboa)João Dias da Silva (Federação Nacional da Educação) e Óscar Soares (Federação Nacional dos Professores)

    10.40h Introdução
    João Freire (autor do “Estudo sobre a Reorganização da Carreira Docente do Ministério da Educação”, Lisboa, 2005)

    11.00h 1ª Mesa-Redonda: Formação, recrutamento, avaliação e progressão na carreira
    Martin Rømer (Secretário Geral do ETUCE / Comité Europeu dos Sindicatos de Educação, Bruxelas), Marjatta Melto (Vice-Presidente do OAJ / Sindicato da Educação da Finlândia, Helsínquia), Anne Jenter (Secretária Internacional do GEW / Sindicato da Educação e Ciência, Frankfurt), João Dias Silva (Secretário Geral da FNE, Porto)

    12.15h Debate
    Moderadora: Beatriz Bettencourt

    13.00h Intervalo

    14.30h 2ª Mesa-Redonda: Horário de trabalho, funções e categorias
    Martin Rømer (ETUCE, Bruxelas), Marjatta Melto (OAJ, Helsínquia), Anne Jenter (GEW, Frankfurt), Manuel Grilo (Secretário Nacional da FENPROF, Lisboa)

    15.45h Debate
    Moderador: João Santos

    16.45h Resumo e encerramento
    Maria José Rau (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento / IED, Lisboa)Reinhard Naumann (Representante da Fundação Friedrich Ebert em Portugal, Lisboa)

    A Conferência decorrerá em português e inglês, havendo tradução simultânea.
    A entrada é livre.
    Inscrições: Tel. 21 357 33 75, Fax 21 357 34 22 or via mail: info@feslisbon.org


    Publicado por marquesarede às 17:36
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    Um comentário com elevado interesse
    De R. Mateus a 14 de Fevereiro de 2007 às 02:20
    Na proposta ministerial de regulamentação do Estatuto da Carreira Docente para o primeiro concurso de titulares, feito com base na análise curricular, são obrigatoriamente consideradas a habilitação académica e profissional, a experiência profissional e a avaliação do desempenho. E na experiência profissional é ponderada, entre outros factores, a assiduidade ao serviço de 2000/2001 até 2005/2006, isto é, durante os últimos seis anos lectivos.
    Ora, nas faltas, licenças e dispensas que o Ministério da Educação pretende que relevem negativamente no acesso à categoria de titular, contam-se, por exemplo, as licenças de maternidade, a assistência a filhos menores, até o nojo. E pelo andar da carruagem contarão também as faltas justificadas por doença ou, mesmo, para a licença sabática.
    Com efeito, segundo o Secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira, «o critério da assiduidade não exclui ninguém», mas os professores «que têm mais dias de serviço prestado e que efectivamente cumpriram o tempo de serviço são melhor pontuados». E sem se dar conta do enorme disparate que dizia, o Secretário de Estado até acrescentou que tal proposta não penaliza nenhum professor, pois apenas «beneficia alguns» em razão da assiduidade.
    Isto significa, por exemplo, casos como estes:
    Uma professora que tenha tido, neste período de seis anos, duas crianças, dificilmente terá acesso à categoria de titular. Também não chegará lá aquele professor que esteve de baixa, por exemplo com uma doença contagiosa que até o proibia de leccionar. E, presumivelmente, o professor a quem o Ministério concedeu uma licença sabática de um ano, para poder realizar um mestrado ou um doutoramento, portanto para melhorar as suas habilitações académicas, será preterido por colega menos habilitado.
    Não é, pois, o mérito que orienta os actuais responsáveis ministeriais na regulamentação que apresentaram. Será, porventura, o apuramento da «raça» dos professores, preferentemente recrutados entre gente com saúde de ferro. Ou quiçá a reinvenção do antigo estatuto de professoras primárias e enfermeiras, proibidas de casar e, portanto, de ter filhos, nos anos 30 do século XX. Podendo até alguns espíritos malévolos suspeitar que, para alguns dos actuais governantes, a proposta da interrupção voluntária da gravidez tinha como primeiras destinatárias as professoras candidatas a titulares.
    Em qualquer dos casos, trata-se de uma penalização das mães, dos doentes ou dos habilitados com mestrados e doutoramentos. Uma penalização aplicada retroactivamente, contra tudo o que é regra no direito. É, aliás, feita tábua rasa da Constituição da República Portuguesa, quando concede às mães direitos de dispensa de trabalho por tempo adequado ou quando protege a saúde dos doentes.
    Nunca tal fora visto em Portugal. Mesmo no tempo da ditadura, existia um mínimo de respeito pelas mães ou pelos doentes. Mas os responsáveis do Ministério da Educação, governantes da «Esquerda Moderna», atropelam a Constituição e os direitos de cidadania. Não respeitam os vivos. E escarnecem, também, dos mortos, ao penalizarem as faltas por nojo.
    Sem um quadro de valores, cristão ou simplesmente humanista, parecem querer reinventar uma modernidade com trezentos anos, impondo a situação laboral dos alvores da «economia de mercado», em que os trabalhadores, vertendo suor e sangue, laboravam de 12 e 14 horas, sem interrupções e licenças, sem férias e assistência na doença ou na velhice.


    Publicado por marquesarede às 15:57
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    Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007
    Novo regime contratação de docentes

    O novo regime de contratação de docentes alarga a possibilidade de as escolas recrutarem docentes directamente através de anúncios nos jornais, em situações como a substituição de docentes de baixa ou licença de maternidade, entre outras situações.

    De acordo com o Decreto-lei n.º 35/2007, publicado no dia 15 de Fevereiro no Diário da República, as escolas podem contratar professores directamente em situações como a substituição de docentes de baixa ou licença de maternidade, o recrutamento de formadores para áreas mais técnicas dos cursos profissionais ou o desenvolvimento de projectos de enriquecimento curricular e combate ao insucesso.

    Neste regime, os contratos administrativos de provimento dão lugar a contratos individuais de trabalho (a termo) e, em alguns casos, a contratos de prestação de serviços (recibos verdes).

    "Considera o Governo que estão reunidas as condições para a assunção do contrato de trabalho, na modalidade de contrato a termo resolutivo, como o modelo de enquadramento jurídico-laboral do pessoal docente adequado à satisfação das necessidades temporárias ou urgentes das escolas", lê-se no documento.

    Segundo este diploma, promulgado pelo Presidente da República na semana passada, cabe aos conselhos executivos dos estabelecimentos de ensino estabelecer os requisitos, o perfil e as habilitações que os candidatos ao lugar devem apresentar, publicitando a oferta de emprego através da Internet e dos jornais.

    Com as alterações introduzidas no ano passado ao concurso de professores, as escolas já podiam fazer contratação directa para substituir docentes de baixa médica ou licença de maternidade, por exemplo, mas podem agora fazê-lo em mais situações.

    A contratação deixa, assim, de estar dependente da lista de graduação nacional de professores, que ordenava os docentes sem colocação a partir das suas habilitações e tempo de serviço, um aspecto muito criticado pelos sindicatos, que temem que o novo regime dê azo a situações de favorecimento pessoal.

    As estruturas sindicais entendem, além disso, que este decreto-lei vai aumentar a precariedade laboral dos docentes, ao introduzir no ensino público, pela primeira vez, estas formas de contrato.

    Os contratos individuais de trabalho a celebrar ao abrigo deste diploma terão a duração mínima de 30 dias e não poderão ultrapassar o fim do ano lectivo.

    As contratações terão de ser autorizadas pelos ministros das Finanças e da Educação, que anualmente fixam num despacho conjunto a quota máxima de contratos a celebrar por parte dos estabelecimentos de ensino.

    Lusa| 2007-02-15



    Publicado por marquesarede às 09:42
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    Ensino Básico, alterações e comparações

    Uma das razões apontadas para as alterações que o Governo quer implantar no Ensino Básico é tentativa de aproximar o sistema educativo português daqueles que são praticados, com sucesso, na União Europeia. Leia e compare aqui alguns desses sistemas.

    Em Portugal, o ensino é obrigatório e prolonga-se até ao 9.º ano com as crianças a começarem a escola aos 6/7 anos. O ano escolar decorre entre Setembro e Junho, com a duração de 180 dias. No 1.º ciclo o tempo lectivo semanal estende-se até às 25 horas, 5 horas por dia, incluindo intervalos. Cabe ao professor gerir o tempo lectivo das diferentes áreas de acordo com as características da turma e o horário da escolar. A escola mantém-se aberta até às 17h30 para actividades de animação e apoio, enriquecimento curricular ou actividades extra curriculares. Já no 2.º ciclo passam a existir 16 períodos lectivos, de 90 minutos cada, sendo a carga horária diária estabelecida pelos órgãos de gestão dos estabelecimentos de ensino.

    No 1.º ciclo, as turmas só com um ano de escolaridade não devem ter mais de 24 alunos e se existirem alunos de mais de dois anos escolares e só um professor, então o número de alunos tem de ser reduzido para 22. No 2.º ciclo procura-se manter a turma do ano anterior e agrupar alunos da mesma idade. Aqui o número de alunos de cada turma pode variar entre os 24 e os 28.

    O programa é estabelecido a nível nacional mas estão previstos ajustamentos em função dos recursos e infra-estruturas das escolas, bem como de propostas elaboradas no âmbito da sua autonomia. A escolha dos manuais escolares é da competência do conselho de docentes no 1.º ciclo, e do Departamento Curricular no 2.º, de acordo com critérios de apreciação estabelecidos ao nível dos Serviços Centrais do Ministério da Educação.

    Em termos de currículo, o programa do 1.º ciclo inclui as seguintes áreas: Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio, Expressões (artística e físico-motora), Área de Projecto, Estudo Acompanhado e Formação Cívica.

    Já no 2.º ciclo, no plano curricular estão incluídas as seguintes disciplinas: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, História e Geografia de Portugal, Matemática, Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Educação Musical, Área de Projecto, Estudo Acompanhado e Educação Cívica. Em ambas as etapas a Educação Moral e Religiosa surge como disciplina facultativa.

    Para já, no 1.º ciclo o modelo de ensino é globalizante e está a cargo de um único professor, podendo este ser apoiado em áreas especializadas. Já o 2.º ciclo funciona em regime de pluridocência, está organizado por áreas de estudo de carácter pluridisciplinar sendo desejável que a cada área corresponda um ou dois professores.

    No que concerne à avaliação, esta tem um carácter sistemático e contínuo. Se o aluno não desenvolver as competências necessárias para progredir com sucesso os seus estudos pode ficar retido. Contudo, no 1.º ciclo, excepto se o aluno tiver ultrapassado o limite de faltas injustificadas, não há lugar a retenção. Em caso de retenção, compete ao professor titular da turma, no 1.º ciclo, e ao conselho de turma, no 2.º ciclo, elaborar um relatório que identifique as competências não adquiridas pelo aluno que deverão ser tidas em consideração na elaboração do projecto curricular de turma em que será integrado no novo ano lectivo.

    Espanha

    Do outro lado da fronteira o ensino é obrigatório dos 6 aos 16 anos de idade e divide-se em duas etapas: a educação primária - três ciclos com a duração de dois anos cada um, equivalente ao nosso 1.º e 2.º ciclo - e a Educação Secundária obrigatória com quatro cursos - equivalente ao nosso 3.º ciclo e Ensino Secundário. A duração do ano escolar é igual, prolongando-se de Setembro a Junho, e compreende no mínimo 180 dias.

    As escolas funcionam durante cinco dias da semana e na educação primária há em media 25 aulas semanais, sendo o número mínimo de horas lectivas de 810 horas.

    Em termos de currículo, o Governo estabelece as matérias mínimas, que são depois alargadas por cada uma das comunidades autónomas; num segundo nível, cada centro educativo adapta e desenvolve este currículo básico ao seu caso em particular, e, por fim, cada professor programa as aulas de acordo com o grupo de alunos especifico e apresenta determinadas unidades didácticas.

    No ensino primário - equivalente ao nosso 1.º e 2.º ciclo - as áreas obrigatórias são: Conhecimento do Meio Social, Natural e Cultural, Educação Artística; Educação Física, Língua Castelhana e Literatura, Língua Oficial e Literatura Própria da Comunidade Autónoma (se existir), Língua Estrangeira e Matemática. A disciplina de Religião Católica é opcional. Os Centros Educativos têm autonomia pedagógica nas escolha dos diferentes manuais e materiais didácticos que são utilizados.

    As turmas têm no máximo 25 alunos e os estudantes são agrupados de acordo com as suas idades. As aulas da educação primária são dadas por um único professor para todas as áreas com excepção de Música, Educação Física e Língua Estrangeira. Só no Secundário é que os alunos passam a ter um professor por disciplina.

    A avaliação é contínua e tem em consideração a evolução do aluno nas diferentes áreas. Só se pode repetir de ano uma vez ao longo de toda a etapa e os alunos que passarem de ciclo com avaliação negativa em alguma área devem receber todos os apoios necessários para a sua recuperação. Na educação primária dá-se especial atenção à diversidade dos alunos e à prevenção de eventuais dificuldades de aprendizagem actuando desde logo ao primeiro sinal. É feita uma avaliação de diagnóstico, apenas com um carácter formativo e orientador, das competências básicas alcançadas pelos alunos ao finalizar o 2.º ciclo desta etapa (10 anos).

    França

    O ensino é obrigatório para as crianças entre os 6 e os 16 anos e divide-se em três etapas: educação primaria (6 a 11); educação secundária baixa (11 aos 15 anos, equivalente ao nosso 3.º ciclo) e educação secundária alta (mais de 15 anos, equivalente ao nosso Ensino Secundário). A educação nas escolas estatais é gratuita.

    A particularidade do sistema de ensino francês é que as escolas estão abertas seis dias por semana. No entanto não há aulas à quarta-feira e ao sábado de tarde. No ensino primário - equivalente ao 1.º e 2.º ciclos português - existem por semana 26 aulas com uma hora cada uma, sendo o número total mínimo de horas de aulas de 846 horas.

    Também aqui é o Ministério da Educação que determina o currículo, cabendo aos professores a escolha do método de ensino e dos manuais. O ensino primário concentra-se nos conhecimentos básicos de leitura, escrita e aritmética, bem como na educação física. As escolas têm o poder de desenvolver o currículo de modo que estes reflictam as suas necessidades e circunstâncias particulares.

    Não existe um limite recomendado para o número total de alunos por turma que variam consoante os responsáveis pelo estabelecimento de ensino e de acordo com as especificidades locais. Em média, no ensino primário existem perto de 25 alunos por turma, agrupados normalmente consoante a idade. Existe um único professor para todas as matérias, enquanto que no ensino secundário passam a existir diferentes professores para áreas distintas.

    Alemanha

    O funcionamento do sistema de ensino na Alemanha é um pouco diferente uma vez que existe o que eles designam por educação a full-time e a partime. A educação obrigatória em full-time abrange os jovens entre os 6 e os 15/16 anos (dependendo da zona). Para quem não ande numa escola a full-time, então a educação é obrigatória até aos 18 anos. O sistema de ensino está também dividido entre educação primária (6 aos 10 anos), equivalente ao nosso 1.º e 2.º ciclos; educação secundária baixa (10 aos 15/16), equivalente ao nosso 3º ciclo, e educação secundária elevada (15/16 aos 18/19,) equivalente ao nosso Ensino Secundário.

    Em termos de duração do ano escolar, na Alemanha está-se perante o ano mais longo uma vez que tem início em Agosto e prolonga-se até Julho, englobando 188 dias de aulas (nas escolas que funcionam cinco dias por semana) ou 208 dias (nas escolas abertas seis dias por semana). Na educação primária, estão previstas entre 19 e 28 aulas por semana, com uma duração de 45 minutos.

    Aqui tudo passa pelos estados federados (Bundesländer), que autonomamente determinam o currículo, recomendam métodos de ensino e aprovam manuais escolares. As áreas da educação primária incluem leitura, escrita, aritmética, introdução às ciências naturais e sociais, arte, música, desporto e educação religiosa.

    Segundo dados de 2002, na educação primária as turmas têm em média 22 alunos, agrupados de acordo com a idade. No ensino primário existe apenas um professor para as diferentes matérias e no secundário diferentes matérias são dadas por professores distintos. Os professores do ensino primário são generalistas e os do secundário são especializados nas diversas áreas de ensino.

    A avaliação contínua é uma prática comum e baseia-se em provas escritas e participação oral. Os alunos podem ter de repetir o ano, quando se justificar.

    Inglaterra

    O ensino é obrigatório entre os 5 e os 16 anos e divide-se entre o ensino primário (5-11) e o ensino secundário (11 aos 16). A maioria dos alunos vai directamente do ensino primário para o ensino secundário mas em algumas zonas de Inglaterra existem escolas "intermédias", que recebem alunos entre os 8 e os 13 anos.

    O ano escolar normalmente prolonga-se entre Setembro e Julho com 190 dias. Estas datas são estabelecidas pelas autoridades locais ou pelo corpo responsável por cada escola. O número de horas semanais de aulas recomendado varia entre as 21 horas (dos 5 aos 7 anos), 23,5 horas (7 aos 11 anos), 24 horas (11 aos 14 anos) e 25 horas (14 aos 16 anos). A maioria das escolas garante mais horas além do mínimo estabelecido. A organização do horário escolar é da responsabilidade de cada escola.

    O currículo da educação obrigatória em Inglaterra está dividido em diferentes níveis. O primeiro, dos 5 aos 7 anos, o segundo, dos 7 aos 11, e o terceiro, dos 11 aos 14 anos, inclui Inglês, Matemática, Ciência, Design e Tecnologia, Tecnologias de Informação e Comunicação, Educação Física, História, Geografia, Arte, Design e Música. No 3.º nível é ainda obrigatória uma Língua Estrangeira e Educação Sexual. A Educação Religiosa é obrigatória desde o primeiro nível.

    As turmas de alunos entre os 5 e os 7 anos têm um limite de 30 alunos.

    No que respeita aos professores na educação primária - que equivale ao 1.º e 2.º ciclo do sistema de educação português -, existe um único professor para todas as matérias. Os alunos só passam a ter um professor específico para cada disciplina no secundário, que equivale ao 3.º ciclo e ensino secundário do sistema educativo português.

    Finlândia

    O ensino obrigatório começa quando as crianças têm 7 anos de idade e dura nove anos. A educação é gratuita para todo o ensino básico.

    O ano escolar também começa a meio de Agosto mas acaba mais cedo - no início de Junho - e prolonga-se ao longo de 190 dias. As escolas funcionam durante cinco dias por semana e o número mínimo de aulas por semana varia entre 19 e 30 horas, dependendo do nível e do número de disciplinas opcionais existentes. Este sistema tem a particularidade de existir autonomia local para estabelecer dias de férias extra. Nos dois primeiros níveis, um dia de escola não pode ter mais de cinco aulas, no resto dos níveis no máximo podem existir sete aulas por dia. Normalmente uma aula tem a duração de 60 minutos.

    Em termos de constituição de turmas, não existe qualquer regra quanto ao número de alunos por turma. Normalmente, agrupam-se os alunos por idade mas, desde que apropriado, alunos com diferentes idades poderão ter aulas juntos.

    O currículo é estabelecido pelo quadro nacional de educação e inclui objectivos e critérios de avaliação. De acordo com estas normas, cada escola, juntamente com as autoridades locais, estabelece o seu próprio currículo que atende às especificidades do contexto local. As áreas obrigatórias são Língua Materna e Literatura, segunda Língua Nacional, Línguas Estrangeiras, Ambiente, Educação para a Saúde, Religião ou Ética, História, Estudos Sociais, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia, Educação Física, Música, Educação Visual, Economia do Lar e Aconselhamento.

    Nos primeiros seis anos existe um único professor para a maior parte das matérias, mas há aulas que são dadas por professores especialistas, principalmente em áreas como educação visual, música e educação física. A partir do 7.º ano, os alunos passam a ter diferentes professores para a maior parte das matérias.

    O sistema de avaliação é contínuo e é feito a partir de testes dados pelos professores. Durante a educação primária o aluno pode também repetir de ano.

    Mais informações: http://www.eurydice.org



    Publicado por marquesarede às 09:39
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    Sábado, 17 de Fevereiro de 2007
    Educação Casa-Escola

    Mediante as dificuldades quotidianas de se educar os filhos, vê-se a necessidade de agir com maior rigor, utilizando-se de um planeamento a ser compreendido e discutido entre todos aqueles que convivem com as crianças. É importante criar um método que ajude no processo educacional dos filhos. Não obstante, agir organizadamente traz mais harmonia para dentro dos lares, além de gerar a optima sensação de se estar cumprindo a vital missão: educar o ser humano para uma vida mais plena.

    Faz-se necessária a lembrança de que a educação infantil deve acontecer em casa, e que à escola compete a formação académica, acrescida de alguns valores. Portanto, é um casamento de forças educacionais e não um jogo de empurra. A educação leva tempo, não ocorre da noite para o dia. Ela é um processo. Não somos máquinas programáveis, somos gente, que necessita de desenvolvimento e maturidade para tornar a vida melhor.

    Os últimos tempos têm dado amostras de resultados desastrosos de uma educação com baixos limites em sua estrutura, além da bola-de-neve dos relacionamentos péssimos que são desenvolvidos, parte como consequência deste equívoco. Contudo, a natureza é especial, e as possibilidades favoráveis são ilimitadas. Para aqueles que despertam com nova esperança em seus objectivos, encontrarão força para fazer a diferença, no seu método particular, próprio de cada família.

    Destacam-se alguns pontos-chave no processo de educação. Eles determinam o grau de êxito em cada caso. São o sacrifício, acordo, objectivos, conhecimento, paciência, firmeza e perseverança. Acrescente outros itens que desejar e melhore ainda mais este encontro de boa vontade na educação dos filhos.

    1. SACRIFÍCIO: A tarefa da Educação requer sacrifícios como o da paciência, perseverança e firmeza. Tudo tem um preço na vida. Compreender o resultado do sacrifício ajuda a tornar o custo mais leve. Há tempos as pessoas evitam os sacrifícios, cujo termo significa: privação de coisa apreciada.

    2. ACORDO: Todos os cuidadores precisam conhecer e estar de acordo, e agir em parceria. Assim, a força estará concentrada na união e na aprovação sobre a forma de se educar, em comum acordo. O adolescente percebe o conjunto coerente.

    3. OBJETIVOS: Estas tarefas de Educação visam a educar o adolescente e, consequentemente, trazem mais harmonia para o lar. Todos devem ter conhecimento acerca do que se pretende com a educação.

    4. CONHECIMENTO: A criança, a partir de 2 anos de idade aproximadamente, testará e contestará os pais, utilizando-se da famosa birra (choram, esperneiam, etc) como instrumento para esta finalidade “Quem não chora, não mama”.

    5. PACIÊNCIA: Sem a paciência desistimos de nossos projectos, com ela, nos alimentamos diariamente, dando forças para a firmeza.

    6. FIRMEZA: Manter a prática firme da educação e criar o seu hábito levam a consistência e a segurança da criança ao adolescente. Lembre-se que o tempo gera o hábito. O hábito gera economia.

    7. PERSEVERANÇA: No dia a dia é que se constrói a educação, portanto, a sua manutenção persistente é fundamental. A constância permite um resultado bem melhor.

    Vale a pena lembrar a questão humana presente na vida familiar: o quanto se está envolvido com os filhos e as influências causadas nos pais em virtude de seus comportamentos. Ou seja, tolera-se ou não certos comportamentos infantis de acordo com algumas experiências passadas dos pais, tais como o choro, as dificuldades, etc. Os pais podem estar “cegos” mediante certos comportamentos dos filhos. A história de vida é singular. Cada um tem a sua, inclusive a criança. Misturar as estações só dificultará o processo educacional, e de convivência. Não é tarefa fácil, todavia vale a pena.

    Outra questão é o sentimento de culpa é comum nos pais, em virtude do pouco tempo que passam juntos com os seus filhos, pelo baixo ânimo e paciência que oferecem após um dia de exaustivo trabalho, além do acumulo de noites mal dormidas, etc. No entanto, a culpa apenas dificulta a educação, diminuindo as chances de se praticar o que é necessário. Os pais acabam invertendo as prioridades, dão o que não deve, a exemplo dos presentes. Não compre os filhos com coisas, compartilhe educação.



    Publicado por marquesarede às 19:28
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