Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
CONFLITOS INFORMATICOS

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Publicado por marquesarede às 19:05
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Cuidados e a CiberneticaSituação!

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Publicado por marquesarede às 14:17
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007
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Foram 24 estabelecimentos – do 1º ciclo ao secundário – analisados à lupa, sem que disso resultasse uma única nota de insuficiente. As classificações de ‘Muito Bom’ e de ‘Bom’ enchem as pautas em matérias tão diferentes como a capacidade de liderança, os resultados dos alunos ou a organização das escolas. O processo está agora nas mãos da Inspecção-Geral da Educação.
"Não é uma amostra representativa", assume ao Expresso o presidente do Grupo de Trabalho para Avaliação das Escolas, Pedro Guedes de Oliveira. O Grupo, nomeado há um ano pela ministra da Educação, teve como tarefa criar um modelo, aplicá-lo no terreno e propor a forma de o generalizar aos 1285 agrupamentos escolares que constituem o parque educativo português. Tudo no espaço de um ano.
Os «timings» foram cumpridos e o relatório final chegou agora às mãos da ministra da Educação. O Grupo de Trabalho recusa, porém, qualquer generalização dos óptimos resultados que as escolas alcançaram. "Estamos a falar de um pequeno número de escolas que não é representativo", diz Guedes Oliveira. Desde logo, porque pertencem ao pequeno leque de 10% dos estabelecimentos de ensino que se ofereceram voluntariamente para a experiência. Depois, porque todas elas tinham já experiências de auto-avaliação interna e, claramente, "uma liderança forte, que constitui um dos factores de avaliação". A grelha de classificação envolve cinco domínios e, dentro de cada um deles, analisa factores como o sucesso académico dos alunos, a disciplina, mas também a articulação das escolas com as famílias, a abertura à inovação ou a gestão de recursos humanos.
A tarefa foi cumprida em tempo recorde pelos avaliadores, que fizeram visitas de dois dias às escolas seleccionadas, entrevistando professores, pais, alunos e funcionários.
Inspectores em formação
O mesmo modelo está já a ser adoptado, no corrente ano lectivo, em mais 102 escolas, que estão a ser avaliadas pela mesma ‘grelha’ ensaiada este ano. Para o próximo ano lectivo, já serão 380. "O objectivo é que todas as escolas portuguesas sejam avaliadas de quatro em quatro anos". A tarefa passa agora para as mãos dos inspectores de Educação, sendo disponibilizados 50 agentes para a tarefa. Os inspectores estão a receber formação e Guedes Oliveira admite que "é necessária uma nova atitude: não pode ser confundida a tarefa de avaliar com a do trabalho inspectivo".
Professor da Faculdade de Engenharia do Porto, Guedes Oliveira foi chamado a trabalhar na avaliação das escolas por ter "essa experiência na universidade". E o certo é que nem conhecia bem o terreno onde entrava.
As visitas às escolas "mostraram um país que não conhecia" e "realidades muito distintas", diz. "Há escolas espectaculares", nomeadamente no interior do país. É precisamente da Covilhã a escola que mereceu apenas classificações de Muito Bom, e destacada também ficou a EBI da Charneca da Caparica. Curiosamente, no «ranking» do Expresso nenhuma das escolas analisadas figura acima da 34.ª posição. Há mesmo algumas que constam nos últimos lugares da tabela.
"Seria redutor limitar a avaliação das escolas a um novo «ranking»", afirma Guedes Oliveira. Mas, não se opondo a que "outros o façam", realça a importância de "disponibilizar informação sobre as escolas" para que "os contribuintes saibam como está a ser usado o dinheiros dos impostos" e para, em última instância, os Governos actuarem onde é preciso "melhorando os resultados".


Publicado por marquesarede às 21:14
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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2007
Elementar
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Um em cada dez portugueses tem falta de nutrientes essenciais para um bom desenvolvimento físico e intelectual. Vários especialistas reúnem-se hoje (dia 16), em Lisboa, no colóquio "Sabia que o Cérebro também Come?"

Um em cada dez portugueses tem falta de nutrientes essenciais para um bom desenvolvimento físico e intelectual, afirmou ontem um especialista da Associação Portuguesa de Nutricionismo (APN), apontando para uma investigação científica do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. Os dados provêm do trabalho Insegurança Alimentar e Saúde em Portugal , elaborado por Sofia Guiomar, através de questionários a nível nacional.

Os nutricionistas, contactados pela Lusa, afirmaram que, além da "precariedade nutricional" que afecta cerca de um milhão de portugueses, existe uma noção errada de que a alimentação saudável é geralmente associada ao desenvolvimento físico e raramente ao intelectual. Para alertar para este tipo de questões, vários especialistas reúnem-se esta terça-feira no Hospital de D. Estefânia, em Lisboa, numa iniciativa denominada Sabia que o Cérebro também Come?

Vítor Dauphinet, da APN, sublinhou que uma boa nutrição tem um papel preponderante no "desenvolvimento intelectual das crianças", melhorando também a performance intelectual do cérebro adulto e "minimizando problemas de saúde mental". Segundo o especialista, "nas crianças, uma boa nutrição começa antes de esta nascer, com uma boa alimentação da mãe, continua na amamentação e permanece fundamental nos primeiros anos de vida para um bom desenvolvimento do cérebro". E completa: "Na amamentação, nutrientes como o ácido fólico são essenciais; as futuras mães também devem acautelar ácidos gordos essenciais, nomeadamente ómega 3, encontrados sobretudo no peixe", acrescentou.

Estudos recentes conseguiram demonstrar a relação entre níveis baixos de certas vitaminas do complexo B (fundamentais para a comunicação entre as células cerebrais) com sintomas de esquizofrenia, níveis baixos de ácidos gordos essenciais (ómega 3) com a depressão, bem como com o síndrome de hiperactividade e com o défice de atenção.

Dauphinet considera, contudo, que uma "boa nutrição é muito mais que manter o balanço energético". "É preciso educação alimentar e que as escolas apostem e potenciem a importância de uma boa nutrição para evitar inúmeras doenças", referiu. LUSA - 15.01.07


Publicado por marquesarede às 17:26
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UM SÓ PROFESSOR OU UM PROFESSOR SÓ...
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Um só professor até ao 6º ano
Para disciplinas básicas, como Português, Matemática e História



O Ministério da Educação quer criar a figura de um professor único, um «professor-tutor», até ao 6º ano de escolaridade para as disciplinas básicas, como o Português e a Matemática, noticia o Diário Económico na sua edição desta terça-feira.

De acordo com o jornal, esta opção está a ser preparada com a aprovação do novo regime de habilitações para a docência, já aprovado em Conselho de Ministros.

Em declarações ao jornal, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, referiu que se prevê a existência de «um professor tutor que tenha capacidade para leccionar as áreas básicas - Português, Matemática, Ciências da Natureza, História, Geografia de Portugal e Expressões - apoiado por docentes de outras áreas profissionais».

Para esta alteração, o ministério terá de criar um perfil de docente generalista que além da «licenciatura em Educação Básica, terá que ter um mestrado constituído por 30 créditos em Português, 30 em Matemática, 30 em Estudos do Meio, que inclui Ciências da Natureza, História e Geografia de Portugal e ainda 30 créditos em Expressões», explicou o secretário de Estado.

O objectivo desta medida é que um aluno não passe de um professor no 1º ciclo (Básico) para 10 no 2º ciclo de escolaridade, adiantou ao jornal Valter Lemos.


Publicado por marquesarede às 12:06
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Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007
SIMPOSIO ADIADO
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Adiamento da data de realização do VII Simpósio Internacional do GEDEI

Tendo em conta a actual conjuntura no campo da educação decorrente da candidatura dos novos planos curriculares dos cursos no âmbito da Formação de Educadores e Professores e da entrada em vigor do Estatuto da Carreira Docente, a Comissão Científica e a Comissão Organizadora do VII Simpósio Internacional do GEDEI decidiram adiar a realização do mesmo para 6 e 7 de Julho de 2007 .


Publicado por marquesarede às 16:03
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CIBERDUVIDAS
Ciberdúvidas: Site sobre língua portuguesa comemora 10 anos
O site sobre língua portuguesa Ciberdúvidas está a reestruturar-se para comemorar 10 anos de vida, a 15 de Janeiro, pensando já em como juntar som ao projecto, no futuro, para responder às questões da fonética, como o faz hoje na palavra escrita.


«Para já, temos como grande meta a reestruturação gráfica (do Ciberdúvidas), o aperfeiçoamento do motor de busca e a classificação temática de todo o seu arquivo, que proporcionará um mais fácil e célere acesso» ao site, explicou à agência Lusa José Mário Costa, responsável pelo projecto.

No entanto, lembrou o autor, co-proprietário e coordenador do Ciberdúvidas, «o futuro estará sempre condicionado aos apoios oficiais (até aqui praticamente ausentes) ou privados que conseguir manter ou obter».

Ainda assim, os planos para o site alongam-se até a um futuro mais longínquo, já que José Mário Costa aposta na introdução, «a médio ou longo prazo», da «vertente som, uma vez que muitas das perguntas que chegam (ao Ciberdúvidas) visam a fonética e a tão variada pronúncia da língua portuguesa».

Em 10 anos, o Ciberdúvidas - que José Mário Costa considera «um verdadeiro serviço público, gratuito e universal» - contabilizou 19 mil perguntas dirigidas ao consultório do site.

«Respondemos (em Dezembro) à pergunta 19 mil, portanto, daqui a quatro ou seis meses« serão atingidas as 20 mil, sublinha o responsável, acrescentando que estas contas somam apenas as questões colocadas em linha no consultório do site, porque, «actualmente, no arquivo do Ciberdúvidas (o número de perguntas) ultrapassa já as 20 mil«.

Ao longo do tempo, as perguntas sobre língua portuguesa dirigidas ao Ciberdúvidas foram evoluindo, quer pelas «novas palavras e construções que vão entrando na língua», quer «pelos novos termos inexistentes no vocabulário, (que surgem) com os novos conceitos e novo conhecimento».

Portugueses e brasileiros são quem mais consulta o Ciberdúvidas, mas é habitual ter contactos «de todos os países lusófonos, das comunidades emigrantes portuguesas e até da China, da Rússia, da Austrália, do Japão, dos Estados Unidos, de toda a Europa, da Argentina e do Chile».

E há de tudo no que diz respeito a profissões, acrescenta José Mário Costa.

«Professores e alunos dos mais variados escalões de ensino, jornalistas, médicos, biólogos, veterinários, advogados, economistas, bancários, profissões técnicas como engenheiros e informáticos
Laia o artigo completo:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&id_news=258118


Publicado por marquesarede às 15:09
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Domingo, 14 de Janeiro de 2007
VICIOS E MODERAÇÃO
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Os jovens entre os 15 e os 24 anos são os maiores consumidores de Internet, de acordo com os resultados do estudo Netpanel da Marktest.
Na lista de domínios mais visitados pelos jovens, o «msn.com» ocupa o primeiro lugar, com 94,9% de utilizadores únicos, seguido do «google.pt», com 94,7% e do «sapo.pt», com 93,6%.

Em páginas visitadas, lidera o «hi5.com», com 2,3 mil milhões de visualizações, seguido do «msn.com», com mil milhões e do «google.pt», com 986 milhões.

Em 2006, foram 848 mil os jovens entre os 15 e os 24 anos, residentes no Continente, que navegaram na Internet a partir de casa. Este valor corresponde a 98,6 por cento do universo composto pelos internautas portugueses desta faixa etária.

Comparativamente com o universo total (residentes no Continente com 4 e mais anos), os jovens apresentam maior afinidade com o meio. No total, 2.964 mil indivíduos navegaram na Internet a partir de casa, o que corresponde a 98,1% do universo.

Setembro foi o mês com mais actividade neste meio, com 2.564 mil utilizadores únicos (84.8%). Este mês também constituiu o mês mais activo para os jovens, pois 89% acedeu à Internet no período.

Os jovens portugueses visualizaram um total de quase 15 mil milhões de páginas em 2006, uma média de 17.647 por utilizador.

O tempo despendido pelos jovens neste meio superou os 115 milhões de horas, uma média de 135h46m por utilizador. Estes números indicam que cada jovem desta faixa etária passou uma média de 22 minutos por dia a navegar na Internet em sua casa.



Publicado por marquesarede às 13:17
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2007
NOTICIAS
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BILHETE DEIXADO PELO FILHO!!



O pai entra no quarto do filho e vê um bilhete em cima da cama. Ele vai até lá, e já temendo o pior, começa a ler o seguinte :
"Caro PaI, é com grande pesar que lhe informo que eu estou fugindo com meu novo namorado, Juan, um argentino muito lindo que conheci. Estou apaixonado por ele. Ele é muito charmoso, com todos aqueles "piercings", tatuagens e aquela super moto BMW que tem. Mas não é só por isso, descobri que não gosto de jeito nenhum de mulheres e, como sei que o pai não vai consentir nessa ideia, decidimos fugir e ser muito felizes . É que ele quer adoptar filhos comigo, e isso foi tudo que eu sempre quis para mim. Aprendi com ele que a "droga" é óptima, é uma coisa natural que não faz mal para ninguém, e ele garante que no nosso pequeno lar não vai faltar marijuana. Juan acha que eu, nossos filhos adoptivos e os seus colegas "gays" vamos viver em perfeita harmonia.
Não se preocupe papai, eu já sei me cuidar, apesar dos meus 15 anos já tive várias experiências com outros rapazes e tenho certeza que Juan é o homem da minha vida. Um dia eu volto, para que o pai e a mãe conheçam os nossos filhos. Um grande abraço e até algum dia. De seu filho, com amor."

O pai quase desmaiando continua lendo.

PS: Pai, não se assuste. É tudo mentira e estou na casa da Mariana, nossa vizinha boazona. Só queria mostrar ao pai que existem coisas muito piores que as três negativas na minha caderneta, que está na primeira gaveta.


Publicado por marquesarede às 15:31
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VIGILÃNCIA
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O Ministério da Educação (ME) quer generalizar a instalação de sistemas de alarme e circuitos de vídeovigilância nas escolas do ensino básico e secundário, uma medida debatida esta semana com o grupo coordenador do Programa Escola Segura, escreve a Lusa.

«A ideia é generalizar os circuitos externos de vigilância nas escolas, começando pelas que solicitarem a sua instalação», disse à agência Lusa o assessor da ministra da Educação, Rui Nunes.

No encontro realizado quarta-feira, que contou com a presença da ministra e do secretário de Estado da Educação, a tutela analisou igualmente a possibilidade de generalizar a utilização dos cartões electrónicos dos alunos nas escolas do básico e secundário.

Além de permitir o controlo das entradas e saídas, os cartões electrónicos, já utilizados em vários estabelecimentos de ensino, permitem também eliminar a circulação de dinheiro nas escolas, uma vez que podem ser carregados com vários montantes, servindo para pagar as refeições na cantina ou o material escolar adquirido na papelaria, por exemplo.

Segundo um relatório da PSP divulgado em Dezembro pelo semanário Expresso, a criminalidade nas escolas portuguesas aumentou 15 por cento no passado ano lectivo, quando se registaram cerca de 2.500 vítimas de violência escolar.

De acordo com o documento, as ocorrências criminais nas áreas escolares aumentaram globalmente 15 por cento no ano lectivo de 2005/06, tendo sido efectuadas 46 detenções pelos efectivos do Programa Escola Segura, principalmente por roubo, tráfico de droga, agressões e furtos.

Oitenta por cento das 2.500 vítimas que registaram queixa são alunos, nove por cento professores e cinco por cento auxiliares, refere o relatório, adiantando que 72 por cento dos suspeitos são estudantes e 20 por cento pessoas que não pertencem à escola.


Publicado por marquesarede às 11:20
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2007
WEBCAMS ou BigBrother
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“Dois menores espanhóis conseguiram introduzir-se nos computadores pessoais de colegas de escola e controlar as suas "webcams", usando as imagens recolhidas desta forma para os chantagear. A Polícia espanhola demorou mais de um ano para seguir o seu rasto pela Internet e deteve-os agora. O sofisticado procedimento incluía um vírus criado e concebido por um dos jovens. A Guardia Civil classificou o crime como "e-bulling" – bulling (violência de adolescentes sobre outros adolescentes) cometida através da Internet.

O fim do "arquitecto" informático do esquema, hoje com 17 anos acabados de fazer, terá começado a desenhar-se com um pequeno erro cometido por um "pirata" que, no Verão do ano passado, tentou roubar informação do sistema de uma conhecida empresa informática. Munidas apenas de um "knickname" (alcunha usada na Internet), as autoridades iniciaram um longo caminho até à localização física do seu detentor, dificultada pelo facto de o mesmo usar identidades roubadas a pessoas que nada tinham a ver com os crimes.

A detenção deste pirata em Madrid e a análise da informação recolhida encaminharam os agentes para o principal suspeito deste caso. O rapaz foi detido na própria casa, que foi revistada.

Na posse de todos os dados, foi possível perceber que os rapazes aproveitavam os contactos que mantinham pela Internet com colegas de vários estabelecimentos de ensino da sua área de residência, Alicante, para introduzir nos seus computadores um vírus indetectável, que eles próprios tinham criado. O vírus, do tipo "troiano", permitia aos intrusos aceder aos computadores e manipular as respectivas câmaras, capturando imagens dos colegas em situações comprometedoras. Ameaçando divulgar publicamente as imagens, os dois rapazes chantageavam as vítimas, exigindo-lhes determinadas quantias em dinheiro.

Cartões de crédito

O aprofundamento das investigações veio a revelar que os dois jovens participavam também na falsificação de cartões de créditos, recebendo por isso recompensas de dois adultos, que também foram detidos. Os números dos cartões eram obtidos na Internet.

Os conhecimentos informáticos dos menores eram ainda usados pelos adultos para fazer todo o tipo de compras, desde televisores a presuntos, até bilhetes de lotaria que depois eram revendidos. os dois homens terão ganho cerca de 60 mil euros. Os rapazes recebiam pequenas recompensas ("até 50 euros", segundo a Guardia Civil).”

Fonte: JN – António Soares


Publicado por marquesarede às 20:33
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LINGUAGENS E INTERNET
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A Internet trouxe uma nova forma de expressão e, com isso, os adolescentes criaram uma linguagem muito própria, repleta de abreviaturas, que alarma muitos pais. Encarregados de educação e professores dizem que os alunos já não distinguem quando devem ou não escrever assim, mas alguns profissionais de saúde discordam.
«Jovens sabem distinguir contextos»
De acordo com a Dr.ª Zulmira Correia, pedopsiquiatra no Hospital Maria Pia no Porto, «todos os miúdos procuram integrar-se em grupos. Uma das maneiras de se ser aceite é usar as mesmas marcas, a mesma linguagem e ir aos mesmos sítios». Este tipo de linguagem escrita é uma «linguagem de grupo».
Em relação às preocupações de muitos pais, a pedopsiquiatra sublinha que o importante é que «a Internet não seja um mero meio de entretenimento, e é nisso que se está a tornar».
Muitos adolescentes, em vez de socializarem com os colegas depois da escola, ligam-se à Internet mal chegam a casa e «teclam» com eles, o que é «muito prejudicial», pois estes jovens «não adquirem competências, que são essenciais», defende a médica.
No entanto, «para muitos pais é mais fácil deixar que os filhos passem horas no computador. Assim não os incomodam com perguntas, o que está errado. A tecnologia não é má, o que está errado é os pais privarem os filhos da interacção», explica Zulmira Correia.
Para a médica, a solução está numa boa relação dos pais com os filhos, em que «se esclareça os jovens e os pais saibam o que eles sabem e partilhem gostos e passatempos».
As escolas também têm de ter um papel preponderante, «fazendo questão que as crianças escrevam como deve ser, chamando-lhes a atenção para isso», defende a pedopsiquiatra. Os jovens «têm muita noção de onde estão e dos diferentes contextos».
Será que conseguem mesmo?
Inês, de 17 anos, partilha outra opinião. Contou ao PortugalDiário que «todas as pessoas com mais de doze anos escrevem assim». Como muitos dos seus amigos usavam esta linguagem, a jovem começou a fazer o mesmo. «No início era complicado escrever assim, mas depois habituamo-nos», conta.
Mesmo assim, a escrita não é uniforme e cada um acrescenta o seu estilo. «Cada um escreve à sua maneira, mas com algumas alterações. Uns acrescentam letras a mais, outros comem letras, outros usam só as consoantes. Esses, nem eu às vezes percebo!», diz.
Em relação à causa, não hesita em nomear a Internet. «Todos os meus amigos escrevem assim. A culpa é da Internet que foi influenciar a forma como escrevemos e até veio prejudicar».
«Já apanhei amigos meus a escreverem assim nos testes, ou em trabalhos. Eles quando escrevem já nem dão conta do erro e entregam assim», relata Inês.


Publicado por marquesarede às 12:54
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Sábado, 6 de Janeiro de 2007
TLEBS
Mais um contributo para ver se percebemos...

http://youtube.com/watch?v=Ee7fxbDdiMs


Publicado por marquesarede às 16:15
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GESTÃO
2007 vai trazer muitas novidades no que à educação diz respeito. A principal será a entrada em vigor do novo ECD, embora outras venham a estar sobre a mesa. Uma delas, e pela qual tenho grande curiosidade em saber o que vai acontecer, tem a ver com a gestão escolar. Será que a velha pretensão de colocar gestores profissionais à frente das escolas básicas e secundárias vai vingar? Será que em vez destes avançarão os professores com formação específica em Administração Educativa? No caso de não haver docentes disponíveis num dado estabelecimento de ensino, abrir-se-á um concurso público para candidatos, do corpo docente ou não, mas só para os que tenham formação específica na área? Ou, pelo contrário, manter-se-á o modelo actual? Se assim for, poderão candidatar-se professores não titulares? Num ano em que muitos Conselhos Executivos cessam os seus mandatos aguarda-se com natural expectativa o que a tutela irá decidir.


Publicado por marquesarede às 16:11
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INFRAESTRUTURAS ESCOLARES
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Se a instituição escolar na sua totalidade tem por fim a aprendizagem da humanidade pelo homem, é evidente que o sistema pedagógico deveria ter um valor formativo. A pedagogia não se exerce somente na classe, pelo ministério do professor. Deveria exercer-se por toda a parte, de tal maneira que as crianças a respirassem no ambiente de suas próprias vidas. Deveria ser introduzida pela persuasão de todos os sentidos conjugados. Tal como a vida religiosa tem por cenário o conjunto arquitectónico da catedral, assim a vida intelectual deveria beneficiar-se do espaço destinado ao ensino. Nada demonstra melhor a inconsciência Portuguesa dos problemas essenciais ligados ao ensino do que a pobreza das construções escolares. Parece que, através dos séculos, os responsáveis pela política cultural só se preocuparam em mandar construir escolas-quartel, colégios-caserna ou universidades-formigueiro, como se a sociedade fosse perfeitamente indiferente ao conteúdo. O estabelecimento escolar é apenas uma oficina ou uma indústria para fabricar diplomados em qualquer coisa. Basta dar carta branca a arquitectos e engenheiros para criar, a custo baixo e segundo normas racionais, edifícios eficientes com resultados absolutamente positivos para os estudantes, alcançando-se assim um rendimento máximo e desejável.


Publicado por marquesarede às 11:13
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007
PETIÇÃO
CONTRA A IMPLEMENTAÇÃO DA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA TLEBS (TERMINOLOGIA LINGUÍSTICA PARA OS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO)

Ao abrigo do disposto nos Artigos n.ºs 52º da Constituição da República Portuguesa, 247º a 249º do Regimento da Assembleia da República, 1º nº. 1, 2º n.º 1, 4º, 5º 6º e seguintes, da Lei que regula o exercício do Direito de Petição

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Exmo. Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
Exma. Senhora Ministra da Educação

Excelências,

Os abaixo assinados pedem a imediata suspensão da implementação da experiência pedagógica TLEBS - Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário, porque entendem que:

- A TLEBS (Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário) veio propor toda uma nova terminologia para a Gramática Portuguesa, em moldes experimentais. A experiência visa avaliar a adequação científica e pedagógica dos novos termos e definições linguísticas propostas, usando para tal os alunos como campo de experiência. A TLEBS faz dos alunos dos Ensinos Básico e Secundário cobaias de validação de teorias linguísticas consideradas desajustadas por muitos especialistas em Educação e em Língua e Literatura Portuguesas.

- A TLEBS, definida na Portaria n.º 1488/2004, de 24 de Dezembro, como “experiência pedagógica” foi este ano lectivo de 2006/2007 alargada a todas as escolas do Ensino Básico e secundário - Portaria n.º 1147/2005 de 8 de Novembro.

- Os alunos abrangidos pela “experiência pedagógica” TLEBS são:
Em 2006/2007 – os alunos do 3º, 5º, 7º, 9º e 12º anos de escolaridade, a nível nacional.
Em 2007/2008 – todos os níveis de escolaridade, do 1º ao 12º ano, ou seja, todas as crianças e jovens portugueses em idade escolar.

- Os pais e encarregados de educação não foram chamados a dar a sua autorização para que os seus filhos e educandos integrassem a experiência TLEBS. O Estado Português fez uso abusivo da autorização implícita inerente à frequência da Escolaridade Obrigatória.

- O Estado Português permitiu-se introduzir na Escolaridade Obrigatória conteúdos experimentais não validados ou em fase de validação.

- O Ministério da Educação afirma que a TLEBS não é um conteúdo programático. Contudo os alunos estão a ser avaliados na disciplina de Língua Portuguesa / Português pelo conhecimento que têm da TLEBS, no respeitante ao funcionamento da Língua. Por Lei, apenas os conteúdos programáticos podem ser sujeitos a avaliação.

- A TLEBS confunde métodos experimentais de ensino com conteúdos experimentais.

- O esforço de aprendizagem que é exigido aos alunos pode ser inconsequente: o Ministério da Educação já admitiu parar ou rever o processo no final deste ano lectivo.

- Vários responsáveis do Ministério da Educação já afirmaram publicamente que a TLEBS não é para ser aplicada aos alunos, sendo dirigida apenas aos professores. É do conhecimento geral que inúmeros testes de Português efectuados neste início de ano lectivo nos anos abrangidos, continham perguntas de avaliação – qualitativa e quantitativa – sobre a TLEBS.

- Uma das linguistas responsáveis pela TLEBS, a Professora Catedrática Maria Helena Mira Mateus, afirmou à Antena 2, em entrevista transmitida no programa Um Certo Olhar, haver termos na TLEBS com os quais “não concorda muito”. A gravação áudio da entrevista está disponível nos arquivos da Rádio Difusão Portuguesa e também em http://www.goear.com/listen.php?v=992ab36 e em http://www.bolt.com/contratlebs/music/TLEBSEntrevista_Maria_Hel/2773513

- A Associação de Professores de Português é a entidade responsável pela formação de professores no âmbito da TLEBS, acreditada enquanto tal pelo Ministério da Educação.

- A Associação de Professores de Português, apesar de ser a favor da TLEBS, “não sabe ainda se esta terminologia é a terminologia de que o sistema educativo tem necessidade” e manifestou-se publicamente contra o alargamento da experiência pedagógica a toda a população escolar: “não se pode testar uma vacina da gripe inoculando toda a população”, foram palavras do seu Presidente.

- A formação de professores ainda está em curso. A nova TLEBS está a ser ministrada aos alunos sem que tivesse sido completada a formação dos professores. Os professores estão a ensinar o que ainda não sabem.
A Associação de Professores de Português está com dificuldades em conseguir dar formação a todos os professores, atempadamente.

- Os alunos de 12º ano, depois de 11 anos a aprenderem Gramática Portuguesa fazendo uso da terminologia tradicional, vão ser avaliados, já este ano, pelo conhecimento que têm da Gramática Portuguesa segundo a nova TLEBS. Os exames de 12º ditam o acesso à Universidade. Há um futuro em jogo. Há um passado de estudo, esforço e trabalho que é deitado ao lixo.

- Ninguém parece saber verdadeiramente o que é a TLEBS.
E no entanto…
Os alunos são obrigados a aprender a TLEBS e estão a ser avaliados pelo que sabem da TLEBS;
Os professores não têm uma posição comum e há situações reportadas de professores que declaram, em sala de aula, não concordar com a terminologia proposta pela TLEBS;
O Ministério da Educação age como se o problema não existisse.
Não é desta maneira que se fomenta o gosto pela leitura e pela Língua Portuguesa, razão de ser do Plano Nacional de Leitura, em vigor.

VIVE-SE O CAOS NO PROCESSO TLEBS.

No meio deste caos estão as crianças e jovens deste país. Ou seja, o futuro de Portugal.

Pelo atrás exposto e enquanto cidadãos de Portugal, pais e/ou encarregados de educação, responsáveis pela educação dos nossos filhos e educandos, dizemos: BASTA!

Exigimos do Estado Português:

a) A suspensão imediata da implementação da experiência pedagógica TLEBS e da legislação que lhe deu origem e a regula: Portarias n.º 1488/2004, de 24 de Dezembro e n.º 1147/2005, de 8 de Novembro e demais legislação aplicável;

b) Um Ensino de qualidade, científica e pedagogicamente válido e validado;

c) O fim das experiências pedagógicas não autorizadas em crianças.


Com os melhores cumprimentos,

Os Signatários ...................................................................................................................................................................
alojada no site http://www.ipetitions.com/petition/contratlebs/tlebs-6.html


Publicado por marquesarede às 16:52
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Saber usar
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Consolas de jogos, leitores de mp3, IPod, telemóvel e até passar horas a trabalhar ao computador causam cada vez mais lesões. Cuide-se!

O Pai Natal trouxe-lhe um iPod, a Nintendo Wii ou o último modelo de telemóvel? Tenha cuidado com o que ganhou, porque pode tornar-se uma dolorosa realidade. Polegares doridos, cotovelos inflamados e ombros rígidos são algumas das lesões dos músculos e do esqueleto ligadas ao uso excessivo de jogos e gadgets.

"Este é um problema de grande dimensão, cada vez mais pessoas estão a usar gadgets", disse William Lenihan, do Centro Osteopático para o Alívio da Dor de Singapura. "As lesões causadas por movimentos repetitivos são, a longo prazo, prejudiciais para todo o corpo. Quando se tem uma lesão destas, é difícil tratá-la. O segredo é saber parar."

Há alguns anos, as lesões causadas por movimento repetitivos só afectavam quem trabalhava com computadores ou martelos pneumáticos, pessoas que passavam horas a repetir movimentos. Apesar de a maioria dos utilizadores de tecnologias de informação não terem essas lesões, há cada vez mais pessoas afectadas, até crianças. "Estão a usar-se os computadores para mais tarefas, e também aumentou o uso das comunicações móveis, jogos e leitores de mp3."

Também parece que os gadgets têm o potencial de se tornarem mais perigosos do que outras tecnologias.

À medida que os telemóveis se tornam mais pequenos, os seus teclados diminuem e exigem movimentos dos dedos mais precisos. Alguns utilizadores de leitores de áudio portátil iPod, da Apple, também se queixam do movimento intensivo do polegar, refere a revista de tecnologias britânica on-line Bit-tech.

"Os hospitais têm registado um aumento destas lesões do polegar devido ao uso de gadgets e telemóveis, sobretudo por causa do envio de mensagens de texto", disse Er Beng Siong, da Associação de Fisioterapia de Singapura. "É uma doença dos tempos modernos."

As consolas de jogos também contribuem. Estar sentado horas no sofá, agarrado a um joystick e em frente ao televisor é a forma ideal de relaxar para muita gente, mas pode fazer mal. Daisuke Ito, do Centro de Cirurgia Plástica Ortopédica Senzoku (Tóquio), que trata destas lesões, diz que deverão aumentar. "É possível tratar a tenossinovite [inflamação de um tendão e da sua bainha sinovial] com anti-inflamatórios. Mas o melhor tratamento é parar de jogar."

As consolas vêm com avisos relacionados com a saúde. No site da Wii os utilizadores são aconselhados a fazer pausas a cada 15 minutos. E no manual da PlayStation, da Sony, é-lhes pedido que façam pausas e tenham cuidado com a postura enquanto jogam. Alguns especialistas dizem que a moderação ou uma postura apropriada são essenciais para que os presentes tecnológicos não se tornem dolorosos. O mesmo é válido para quem trabalha com computadores oito horas por dia.


Publicado por marquesarede às 14:19
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ESCOLA EM CASA
O projecto "Escola em Casa" pretende estimular o diálogo familiar e dar qualidade à conversa entre pais e filhos. Este projecto - pioneiro em Portugal - está a ganhar um interesse crescente, quer das escolas quer até das autarquias, empenhadas em dar apoio a famílias desestruturadas.

"Com este projecto, conseguimos que os pais conversassem mais com os filhos, nem que fosse enquanto cortavam hortaliça ou davam banho aos irmãos". Para os professores da Escola Básica 2/3 Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro, o projecto "Escola em Casa" - que tem à sua frente Júlio Pedrosa, presidente do Conselho Nacional de Educação - está a dar os resultados previstos - o alheamento dos pais face à escola está a diminuir. E mais: em casa, pais e filhos conversam mais, não apenas sobre o dia-a-dia, mas sobre muitas coisas da vida.

"As famílias de hoje têm pouco tempo para estarem em casa e manterem conversas de outra natureza, fora do registo do 'como te correram as coisas na escola?'". Foi deste pressuposto, aliado aos fracos resultados nas escolas detectados pelos estudos internacionais, que Júlio Pedrosa e uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro partiram para criar o projecto "Escola em Casa".

"O nosso primeiro objectivo foi tentar interessar famílias de alunos dos 4.º, 5.º e 6.º anos de escolaridade por actividades que estimulassem a conversa entre pais e filhos", revelou. Para tanto, os investigadores criaram guiões, com textos, seguidos de perguntas, que os miúdos levariam para casa para responderem com os pais. Os textos levavam as famílias a reflectirem sobre si mesmas, sobre a sociedade em que estavam inseridas e sobre um tema muito específico a água.

O projecto - cujos objectivos granjearam o interesse e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian - arrancou no passado ano lectivo, em 11 escolas, envolvendo 600 crianças e respectivas famílias. Todos os dias, durante uma escassa meia hora, as famílias falavam sobre os temas abordados nos guiões e respondiam às questões propostas.

"As famílias, mesmo as desestruturadas, aderiram ao projecto e demonstraram interesse. E até houve autarquias que viram ali uma forma de dar mais apoio social", revelou ao JN Júlio Pedrosa. Nas escolas envolvidas, os professores mostram-se satisfeitos com os resultados alcançados.

"Com o projecto, tivemos mais pais a virem à escola e, em casa, a darem mais atenção aos filhos, falando sobre coisas de que nunca tinham falado em conjunto", disse Conceição Sousa, presidente do Conselho Executivo.

Os professores acreditam que, este ano lectivo, com a proposta de colocar as famílias a falar sobre os seus antepassados, o projecto vai dar ainda mais frutos ao fazer as famílias recordarem os seus tempos de infância e os seus ascendentes.

Onde nasceu o projecto e o que visa?

O projecto "Escola em Casa" nasceu na Universidade de Aveiro, onde é acompanhado por uma equipa de investigadores liderada por Júlio Pedrosa, presidente do Conselho Nacional de Educação. Visa, sobretudo, estimular o diálogo entre pais e filhos, envolvendo mais os encarregados de educação na vida escolar.

Como se desenvolve o projecto?

Nas escolas aderentes, o projecto inicia-se com uma reunião com os pais, que são elucidados sobre o objectivo do trabalho e a forma como se desenrola, sendo convidados a dar a sua colaboração. Mais tarde, ao longo de um mês, os alunos levam para casa quatro guiões. Cada um apresenta um conjunto de textos e actividades breves. Cada guião deve ser respondido ao longo de uma semana, obrigando pais e filhos a despenderem cerca de meia hora por dia.

Fernando Basto, Nuno Alegria
JN - 11.12.06


Publicado por marquesarede às 14:11
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