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ALCOCHETADAS

Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.

ALCOCHETADAS

Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.

24
Out05

Intervir é preciso


marquesarede

Comentários: A EDUCAÇÃO ALIMENTAR É URGENTE
Na realidade a problemática da educação é um assunto muito sério, ainda mais quando soube à dias pelo meu educando, aludo desta escola, que se deparou com uma ratazana a passear no refeitório. É um assunto muito sério e que tem que ser resolvido rapidamente, por parte das entidades competente, não sei se pelo conselho executivo ou por outras. O certo é que tem que ser rapidamente resolvido. Até quando é que este tipo de situações vai voltar a acontecer?

Enviado por Cargaleiro em outubro 22, 2005 09:46 PM
24
Out05

Riscos desnecessários-comentario


marquesarede

Comentários: A EDUCAÇÃO ALIMENTAR É URGENTE
Na realidade a problemática da educação é um assunto muito sério, ainda mais quando soube à dias pelo meu educando, aludo desta escola, que se deparou com uma ratazana a passear no refeitório. É um assunto muito sério e que tem que ser resolvido rapidamente, por parte das entidades competente, não sei se pelo conselho executivo ou por outras. O certo é que tem que ser rapidamente resolvido. Até quando é que este tipo de situações vai voltar a acontecer?

Enviado por Cargaleiro em outubro 22, 2005 09:46 PM
23
Out05

semana do lanche saudável


marquesarede

Durante a próxima semana, de 24 a 28 do corrente mês, irá decorrer na escola, a Semana do Lanche Saudável, que consiste na venda de saquinhos com um lanche saudável, a baixo custo (70 cêntimos) este lache irá consistir numa sandes de queijo ou fiambre com tomate ou alface + 1 iogurte ou 1 sumo + 1 peça de fruta.


Este é um dos muitos passos e actividades que o Projecto Escola Promotora de Saúde já levou e vai levar acabo, para incentivar a comunidade escolar a uma alimentação saudável e que tenta envolver todos os alunos. Pois infelizmente as nossas crianças estão viciadas no Fast food, que referte cada vez mais em adolescentes obesos ou com problemas de saúde a nível de colesterol e ou diabetes.


Por isso srs. Encarregados de Educação, este assunto também vos diz respeito, também têm um papel muito importante neste assunto, pois têm que ensinar os vossos filhos a comer bem, a serem saudáveis. Uma alimentação saudável, não quer dizer, fazer restrições, quer dizer saber comer de tudo com moderação e cuidado. Quer dizer que o fast food é bom mas só para fazer de vez em quando, não como hábito.


Ajudem-nos incentivando os vossos filhos a comprarem estes lanches saudáveis, que para eles também é muito melhor do que comer batatas fritas, refrigerantes, gomas, chocolates, etc.


obrigado

23
Out05

Comentários:


marquesarede

Comentários: Estatisticas a ponderar
Está muito interessante e descobri por acaso este blog divulgando as actividades dessa escola. Na escola onde estou também temos um blog como jornal escolar onde se divulga todas as actividades do agrupamento. http://asnossasvozes.blogs.sapo.pt/index.html Um abraço. Enviado por Agostinho em outubro 23, 2005 03:24 AM
23
Out05

Inquietude é geral


marquesarede

Pais inquietos com o futuro dos filhos
Os pais e encarregados de educação franceses mostram-se cada vez mais inquietos face ao futuro dos filhos e temem particularmente que estes caiam no desemprego, revela um inquérito publicado recentemente pela Federação dos Pais e Encarregados de Educação dos Alunos do Ensino Público.
Comparativamente a um inquérito similar realizado no ano passado, a confiança no futuro é hoje menor: 41 por cento dos pais acha que os filhos irão viver em piores condições do que eles (35% há um ano), sendo os pais de meios socialmente desfavorecidos aqueles que se mostraram mais pessimistas (43%).
Ainda de acordo com a sondagem, 61 por cento dos pais acha que os filhos correm um risco maior de ficarem desempregados (56% em 2004), motivo provável para que no inquérito deste ano sejam em menor número aqueles que citam a aprendizagem como principal objectivo da escola (57% contra 65% em 2004) e mais numerosos os que citam a preparação para um emprego (21% contra 15% no ano anterior).
Apesar disto, e tal como no inquérito anterior, 17 por cento acha prioritária a educação e apenas 5 por cento a obtenção de um emprego. Neste sentido, 75% dos pais refere que a escola corresponde às suas expectativas e cumpre a sua função educativa.
De acordo com os resultados deste inquérito, os pais mostram-se também preocupados com a violência (91%), mas revelam-se menos angustiados com esta questão relativamente ao ano passado. De resto, 64 por centro diz-se muito inquieto com a violência (79% em 2004), 69% com a droga (80%), 47 por cento com o tabaco (60%) e 53% com a pedofilia (71%).
Para combater o crescimento da violência, os inquiridos preconizam a existência de um melhor enquadramento legal (44%), a responsabilização dos pais (38%), a melhoria da educação dos alunos (31%) e uma maior repressão (22%).
Relativamente à retirada dos distribuidores de bebidas e alimentos das escolas, decidida este ano pelo governo francês, 77 por cento mostra-se a favor, 19 por cento é pela sua manutenção e 4 por cento não responde.
23
Out05

Escola - que futuro?


marquesarede

Não existe em Português um termo que expresse o significado exacto de accountability. Tem sido traduzido como responsabilidade, responsabilização, respondabilidade, responder pelas acções, prestação de contas, etc. No entanto, nenhum traduz com exactidão o termo em Inglês. Accountability enquanto conceito e prática tem origem na gestão empresarial e diz respeito à prestação de contas centrada nos resultados, numa lógica de racionalidade produtiva económico-financeira. Nas últimas décadas, o termo tem vindo a ser adoptado em domínios de política social, considerados bens sociais comuns, como a educação e a saúde. Ou seja, bens que por inerência, são direitos fundamentais de todos os cidadãos aos quais devem ter acesso e deles usufruírem em igualdade de circunstâncias. É absolutamente necessário prestar contas acerca da qualidade dos produtos (e, indirectamente, acerca dos processos e dos agentes) das instituições responsáveis por serviços sociais públicos. É uma obrigação de quem as dirige e um direito elementar da colectividade a quem os serviços se destinam. No entanto, o carácter social destes bens torna indispensável desvinculá-los de processos de accountability baseados em perspectivas de rentabilidade mercantilista e/ou de controlo burocrático que tendem a reforçar a discriminação dos mais desfavorecidos face àqueles bens. Na educação, o recurso a modalidades e técnicas de avaliação que permitam comparações globais de resultados e hierarquização de escolas, tem constituído o meio politicamente privilegiado de identificar os produtos (das aprendizagens dos alunos) do sistema. Ou seja, o testing tem constituído a pedra de toque da accountability em educação. Baseados nestes moldes, os professores e as escolas tendem a organizar os processos de ensino em função de modalidades de avaliação politicamente exigidas. E não o contrário, ensinar e avaliar em função das especificidades dos alunos. Este aspecto é tanto mais relevante quanto a diversidade étnica, cultural, linguística e socio-económica é um fenómeno crescente nas escolas. A prestação de contas com incidência exclusiva nos resultados de testes, sem inclusão de dimensões sociais e políticas, coloca em questão processos organizacionais e de ensino fundamentais para a igualdade de oportunidades em educação. Rustique-Forrester (Accountability and the Pressures to Exclude, Educational Policy Analysis Archives – 2005, April 8), sistematiza algumas conclusões da investigação que vão nesse sentido. Perspectivas internacionais comparativas sobre políticas nacionais de accountability em educação, apontam para inter-relações complexas entre as pressões dessas políticas e consequências não previstas ao nível da organização das escolas e do desempenho pedagógico dos professores. No caso concreto de Inglaterra, as pressões associadas à política de accountability, associadas a dinâmicas de mercado livre na escolha de escola, têm contribuído para estreitar o currículo, discriminar alunos com maiores dificuldades académicas e comportamentais e aumentar os níveis de insucesso e exclusão. Os professores tendem a ser menos tolerantes com esses alunos. Estes efeitos foram particularmente sentidos em escolas de áreas carenciadas, com frágeis estruturas internas de apoio à comunicação entre o pessoal, à colaboração entre professores e às necessidades individuais dos alunos.
Uma justa prestação de contas acerca dos produtos da educação não pode resultar de pressões políticas que ignoram a crescente diversidade da população escolar, os seus contextos sociais e culturais e os processos organizacionais e pedagógicos que permitem salvaguardar o princípio da igualdade de oportunidades em educação e reduzir as escolas e os professores a simples meios de testagens ao serviço de uma visão estreita de accountabilty.
23
Out05

Estatisticas a ponderar


marquesarede

Há 28 mil adolescentes portuguesas grávidas por ano - a segunda maior taxa de gravidez precoce na Europa. Quase metade da população mundial tem menos de 25 anos. Os jovens entre 15 e 24 anos representam metade dos novos casos de VIH.

Apelo à escola Oitenta e um por cento dos pais (mais as mães) querem que sejam os professores a informar sobre o VIH/Sida. Mas 80,3% também querem a acção das instituições sanitárias e 78,9% confiam igualmente nos meios de informação e 77,5% nas próprias famílias. Mais 76,4% aceitariam que os filhos frequentassem aulas de educação sexual.

Disciplina horizontal

Perguntados se aceitariam uma disciplina de educação sexual, 46,2% dos professores disseram incondicionalmente que sim. Mas 53,8% fazem depender de condições, especialmente (61,5%) leccionação por professores com formação adequada ou técnicos de saúde e ser disciplina horizontal ou em cursos abrangendo as áreas de saúde e formação social e pessoal.
23
Out05

Planos de Recuperação


marquesarede

Carinha lapis.gif
O Ministério da Educação (ME) vai obrigar as escolas a elaborarem planos de recuperação para alunos com taxa de insucesso significativa ou para os que reprovem, medida que deverá vigorar já a partir do segundo período deste ano lectivo.


De acordo com o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, esta é uma das medidas que o Governo quer introduzir no ensino básico (até ao 9º ano) para «colmatar o problema do insucesso escolar».

A partir do segundo período deste ano lectivo, os Conselhos de Turma das escolas terão de criar um plano de recuperação, a aplicar nos segundo e terceiro períodos, para os alunos que tenham um número de negativas que não os permitiria passar de ano.

Nesse plano de recuperação deverão constar períodos lectivos suplementares de disciplinas em que os resultados sejam negativos ou aulas de organização do estudo e de métodos de trabalho.

Como avança a Lusa, para os alunos que reprovarem no final de cada ano lectivo, as escolas terão também de fazer um plano de trabalho que passará pelo mesmo tipo de actividades.
23
Out05

O principio das coisas


marquesarede

PC3.bmpQualidade do professor determina sucesso de crianças de risco

Um bom professor no Ensino Básico é determinante para que uma criança de risco tenha um desempenho escolar tão bom como as outras, revela um estudo da Universidade da Virgínia, nos EUA.

O resultado desta investigação - que vem publicado na edição de Setembro/Outubro do jornal Child Development - mostra que a qualidade das experiências do dia-a-dia nas escolas pode reduzir drasticamente, nos primeiros anos de frequência do ensino, os problemas sociais e académicos das crianças, e até mesmo aproximar alunos com origens e vivências diferentes.

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