Temas e notícias diversas sobre questões relacionadas com o ensino, actividades escolares, questões sociais e das novas tecnologias.
Domingo, 9 de Março de 2008
OPINIÕES

A propósito daquilo que aqui li e sobretudo pela força de quem assim opina:Tenho vergonha destes pseudo-professores que trabalham pouco, ensinam menos, não aceitam avaliações.

Entendo que esta e outras questões relacionadas com esta postura dos professores, deverá ser reflectida urgentemente e de forma comedida por todos quantos directa ou indirectamente devem influenciar positivamente a moderação dos discursos, sob pena de estarmos a comprometer seriamente o respeito dos pais e dos alunos envolvidos na lastimável confrontação da sociedade portuguesa.

Certamente que grande parte das razões que assistem aos professores para avançarem com formas de luta extremadas podem ser consideradas compreensíveis, todavia o caminho preconizado em que se extremam posições raramente ou mesmo nunca, será o mais benéfico contributo para uma compreensão entendível e aceitável pela maioria dos cidadãos para aquilo que é o verdadeiro cerne da questão, a tão esgrimida avaliação.

 

As partes radicalizam-se em posturas de não entendimento e geralmente, quando uma classe é encostada à parede, o dialogo resvala normalmente para antagonismos absurdos em que ambas "as partes" perdem a sua própria razão ao não cederem ao bom senso do indispensável e inevitável entendimento.

Lamentavelmente, o País assiste neste  particular, a uma confrontação radical entre o ME e a FENPROF cujo aproveitamento político por outros intervenientes da sociedade, forças políticas, partidos, sindicatos e outros cidadãos insatisfeitos, em especial oriundos da classe média, engrossam o pelotão dos descontentes com o estado das coisas em que nos encontramos em Portugal.

Ora, a propósito de avaliações, todos sómos confontados com avaliações ao longo da nossa existência, na escola, na carreira e até mesmo na vida pessoal até ao fim das nossas vidas. Não posso acreditar que haja sequer um professor que se recuse a ser avaliado sob qualquer pretexto. Mas o que observamos é que o tema está em cima da mesa como razão principal do levantamento da massa crítica de uma classe e que ontem assistimos em directo.

Este braço de ferro não augura boa coisa na resolução dos grandes problemas da profissão e da sociedade, neste radicalismo exarcerbado sem solução à vista.

 

Definitavamente ambos devem vir a terreiro e explicar em abono da verdade, as virtudes e defeitos das questões practicas agora degladiadas de forma transparente e clara, sem paixões sem arrogâncias, sem prepotências, lucida e calmamente com o discernimento indispensável, já que só assim será possível encontrar soluções adequadas e que permitam obter as desejáveis correcções e adaptações aos tempos modernos.



Publicado por marquesarede às 12:32
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